fetec@fetecpr.com.br | (41) 3322-9885 | (41) 3324-5636

Por 20:17 Sem categoria

Lucro da CAIXA supera 2,3 bilhões de reais em 2006

Resultado histórico foi impulsionado pelo aumento nas concessões de crédito

A Caixa Econômica Federal obteve em 2006 um lucro líquido de R$ 2,39 bilhões. O resultado supera em 15,45% o lucro líquido de 2005, que foi de R$ 2,07 bilhões. Ano a ano a instituição vem consolidando sua posição no mercado, o que é comprovado pelos crescentes resultados apresentados nos últimos períodos. Parte expressiva do lucro líquido, no montante de R$ 1,146 bilhão, é destinada ao Tesouro Nacional a título de dividendos e juros sobre capital próprio.

O ano de 2006 trouxe um retorno de 26% sobre o patrimônio líquido, que cresceu 15% sobre o saldo de 2005, passando de R$ 7,952 bilhões para R$ 9,182 bilhões. Em dezembro de 2006 o Índice de Basiléia, que mede os ativos ponderados pelo risco, estava em 25,29%.

O saldo das operações de crédito cresceu 23% no ano, enquanto as receitas dessas operações subiram 19%. Isso significa que o spread médio dos empréstimos caiu na CAIXA, beneficiando os clientes. No final de 2005 o saldo das operações de crédito alcançava R$ 37,195 bilhões, saltando para R$ 45,689 bilhões no final do ano passado.

Em 2006, a CAIXA concedeu R$ 45,649 bilhões em crédito comercial, volume 30,1% superior ao realizado em 2005. “A metade do valor foi emprestada para empresas, em sua maioria micro e pequenas, que no ano passado receberam 47% dos R$ 35,097 bilhões desembolsados”, disse o vice-presidente de Controladoria, João Dornelles.

Em habitação foram aplicados R$ 13,850 bilhões – sem considerar os mais de R$ 380 milhões de consórcio – e mais R$ 3,739 bilhões em saneamento e infra-estrutura.

CRÉDITO – O crescimento do crédito foi acompanhado da melhoria da qualidade dos empréstimos. Dos financiamentos feitos pela CAIXA, 66% são de baixíssimo risco, sendo classificados de AA a B, de acordo com os critérios do Banco Central. Apenas 10% do crédito concedido está classificado nas letras E/H. Em 2006 a CAIXA provisionou R$ 1,136 bilhão para créditos de liquidação duvidosa.

No ano passado o banco alcançou R$ 121,39 bilhões em depósitos, um crescimento de 14% em relação ao ano anterior. Desse total R$ 8,638 bilhões referem-se a depósitos à vista, R$ 42,191 bilhões de depósitos a prazo e R$ 60,063 bilhões em caderneta de poupança. Líder de mercado, a CAIXA detém 31,72% dos depósitos feitos em todo o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

As receitas de prestação de serviços passaram de R$ 5,166 bilhões em 2005 para R$ 5,595 bilhões em 2006. Elas praticamente cobrem os gastos com pessoal que subiram 11,8% no ano – de R$ 5,585 bilhões para R$ 6,244 bilhões – devido à abertura de novas agências e contratação de pessoal. No período, a CAIXA contratou mais 3.995 empregados, decorrente de ajustes à nova política de terceirização de serviços da empresa e cumprimento de Termo de Ajuste de Conduta firmado com o Ministério Público do Trabalho.

FUNDOS – Em dezembro de 2006 a CAIXA alcançou o volume de R$ 167,5 bilhões de patrimônio de fundos de investimento e carteira administrados pela vice-presidência de ativos de terceiros. O volume é 28,6% superior ao patrimônio administrado em 2005, que era de R$ 130,3 bilhões. O banco encerrou o exercício passado com 5,79% de participação na indústria de fundos no país.

A captação líquida dos fundos de investimento de rede, no ano passado, foi de R$ 4,1 bilhões, gerando para a instituição uma receita R$ 573 milhões em taxas de administração. O resultado representa um crescimento de 42% em relação ao ano anterior.

SOCIAL – Como principal agente dos programas sociais do governo, a CAIXA viabilizou, no ano passado, a transferência de renda de R$ 7,528 bilhões para os brasileiros de baixa renda, via Bolsa Família. A maioria dos beneficiários é da região Nordeste do País, que recebeu recursos da ordem de R$ 4,038 bilhões. Nos pagamentos de FGTS, PIS, seguro-desemprego e outros, foram desembolsados R$ 72,54 bilhões no período.

A CAIXA está presente em todos os 5.562 municípios brasileiros, com uma rede de 18.440 pontos de atendimento. Até mesmo a pequena Serra Nova Dourada (MT) conta com os serviços da instituição.

Segundo a presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, o desafio da CAIXA neste ano é continuar aumentando o volume de crédito concedido às pessoas físicas e jurídicas, tanto no segmento comercial quanto no de habitação e saneamento básico.

“A CAIXA é o principal agente do governo no programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Cerca de 20% dos investimentos do programa serão geridos pela instituição”, afirma. “Para 2007 são R$ 17,4 bilhões em habitação e R$ 7,2 bilhões em saneamento e infra-estrutura”, ressalta a executiva.

Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
(61) 3206-8543/ 6943/ 8022

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.caixa.gov.br.

Por 20:17 Notícias

Lucro da CAIXA supera 2,3 bilhões de reais em 2006

Resultado histórico foi impulsionado pelo aumento nas concessões de crédito
A Caixa Econômica Federal obteve em 2006 um lucro líquido de R$ 2,39 bilhões. O resultado supera em 15,45% o lucro líquido de 2005, que foi de R$ 2,07 bilhões. Ano a ano a instituição vem consolidando sua posição no mercado, o que é comprovado pelos crescentes resultados apresentados nos últimos períodos. Parte expressiva do lucro líquido, no montante de R$ 1,146 bilhão, é destinada ao Tesouro Nacional a título de dividendos e juros sobre capital próprio.
O ano de 2006 trouxe um retorno de 26% sobre o patrimônio líquido, que cresceu 15% sobre o saldo de 2005, passando de R$ 7,952 bilhões para R$ 9,182 bilhões. Em dezembro de 2006 o Índice de Basiléia, que mede os ativos ponderados pelo risco, estava em 25,29%.
O saldo das operações de crédito cresceu 23% no ano, enquanto as receitas dessas operações subiram 19%. Isso significa que o spread médio dos empréstimos caiu na CAIXA, beneficiando os clientes. No final de 2005 o saldo das operações de crédito alcançava R$ 37,195 bilhões, saltando para R$ 45,689 bilhões no final do ano passado.
Em 2006, a CAIXA concedeu R$ 45,649 bilhões em crédito comercial, volume 30,1% superior ao realizado em 2005. “A metade do valor foi emprestada para empresas, em sua maioria micro e pequenas, que no ano passado receberam 47% dos R$ 35,097 bilhões desembolsados”, disse o vice-presidente de Controladoria, João Dornelles.
Em habitação foram aplicados R$ 13,850 bilhões – sem considerar os mais de R$ 380 milhões de consórcio – e mais R$ 3,739 bilhões em saneamento e infra-estrutura.
CRÉDITO – O crescimento do crédito foi acompanhado da melhoria da qualidade dos empréstimos. Dos financiamentos feitos pela CAIXA, 66% são de baixíssimo risco, sendo classificados de AA a B, de acordo com os critérios do Banco Central. Apenas 10% do crédito concedido está classificado nas letras E/H. Em 2006 a CAIXA provisionou R$ 1,136 bilhão para créditos de liquidação duvidosa.
No ano passado o banco alcançou R$ 121,39 bilhões em depósitos, um crescimento de 14% em relação ao ano anterior. Desse total R$ 8,638 bilhões referem-se a depósitos à vista, R$ 42,191 bilhões de depósitos a prazo e R$ 60,063 bilhões em caderneta de poupança. Líder de mercado, a CAIXA detém 31,72% dos depósitos feitos em todo o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).
As receitas de prestação de serviços passaram de R$ 5,166 bilhões em 2005 para R$ 5,595 bilhões em 2006. Elas praticamente cobrem os gastos com pessoal que subiram 11,8% no ano – de R$ 5,585 bilhões para R$ 6,244 bilhões – devido à abertura de novas agências e contratação de pessoal. No período, a CAIXA contratou mais 3.995 empregados, decorrente de ajustes à nova política de terceirização de serviços da empresa e cumprimento de Termo de Ajuste de Conduta firmado com o Ministério Público do Trabalho.
FUNDOS – Em dezembro de 2006 a CAIXA alcançou o volume de R$ 167,5 bilhões de patrimônio de fundos de investimento e carteira administrados pela vice-presidência de ativos de terceiros. O volume é 28,6% superior ao patrimônio administrado em 2005, que era de R$ 130,3 bilhões. O banco encerrou o exercício passado com 5,79% de participação na indústria de fundos no país.
A captação líquida dos fundos de investimento de rede, no ano passado, foi de R$ 4,1 bilhões, gerando para a instituição uma receita R$ 573 milhões em taxas de administração. O resultado representa um crescimento de 42% em relação ao ano anterior.
SOCIAL – Como principal agente dos programas sociais do governo, a CAIXA viabilizou, no ano passado, a transferência de renda de R$ 7,528 bilhões para os brasileiros de baixa renda, via Bolsa Família. A maioria dos beneficiários é da região Nordeste do País, que recebeu recursos da ordem de R$ 4,038 bilhões. Nos pagamentos de FGTS, PIS, seguro-desemprego e outros, foram desembolsados R$ 72,54 bilhões no período.
A CAIXA está presente em todos os 5.562 municípios brasileiros, com uma rede de 18.440 pontos de atendimento. Até mesmo a pequena Serra Nova Dourada (MT) conta com os serviços da instituição.
Segundo a presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, o desafio da CAIXA neste ano é continuar aumentando o volume de crédito concedido às pessoas físicas e jurídicas, tanto no segmento comercial quanto no de habitação e saneamento básico.
“A CAIXA é o principal agente do governo no programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Cerca de 20% dos investimentos do programa serão geridos pela instituição”, afirma. “Para 2007 são R$ 17,4 bilhões em habitação e R$ 7,2 bilhões em saneamento e infra-estrutura”, ressalta a executiva.
Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
(61) 3206-8543/ 6943/ 8022
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.caixa.gov.br.

Close