Em cerimônia realizada em 19 de maio, no Rio de Janeiro, a Petros e a Associação Nacional dos Participantes de Fundo de Pensão (Anapar) lançaram o plano ANAPARprev. Criado em parceria com a Mongeral Seguros e Previdência, o plano foi especialmente desenhado para levar previdência complementar aos familiares (até terceiro grau) dos participantes de fundos de pensão abertos ou fechados associados à entidade.
Durante a solenidade, o presidente da Petros, Wagner Pinheiro, agradeceu a confiança depositada pela Anapar ao escolher a Fundação para gerir o novo plano. Ele também falou dos próximos desafios a serem encarados pela Petros. “Um deles é justamente continuar trabalhando pelo crescimento do multipatrocínio com entidades de classe.”
O presidente da Anapar, Ricardo Sasseron não precisou mais do que uma frase para resumir a razão de ser a Petros a escolhida como gestora do ANAPARprev. “A Fundação é que tem mais tem experiência em administrar planos instituidores”. O dirigente falou também sobre a força-motriz que levou ao projeto de criação e implementação do plano, “Utilizamos sobretudo uma grande riqueza natural, a consciência previdenciária das pessoas.”.
Na opinião de Nilton Molina, presidente da Mongeral, o ANAPARprev pode vir a ser um dos mais importantes fundos fechados do país, “desde que usemos eficiência e capacidade de gerir esse movimento”. Para ele, o principal diferencial dos planos fechados, em especial o segmento instituidor, “é que ele consegue enxergar todo o horizonte familiar, cultura herdada do fundo patrocinado, e isso certamente falta nos planos abertos”.
Entidade importante para o expressivo crescimento dos planos instituidores, a Secretaria de Previdência Complementar (SPC), foi representada por um desbravador, nomeado especialmente na gestão de Adacir Reis para criar os instituídos: o atual secretário adjunto da Secretaria, Carlos de Paula. Ele foi logo externando sua satisfação em ter a Fundação como parceira no fomento ao setor de previdência complementar. “A Petros é uma das entidades que entende essa política pública e é uma parceira da SPC na divulgação e implementação da previdência associativa.”
O diretor Administrativo da Petros, Newton Carneiro, também falou um pouco desse momento histórico de implantação da modalidade de fundo instituidor. Lembrou que desde sua posse, o presidente Lula via na ampliação da previdência complementar uma forma de democratizar o sistema e solicitou a ampliação da cobertura previdenciária complementar.
Também participaram da mesa a diretora de Análise Técnica da SPC, Maria Ester Veras Nascimento, que parabenizou a Petros por ter sido “uma das entidades que mais acreditou na força do instituidor”, e o vice-presidente da Abrapp, Reginaldo José Camilo, que falou sobre o momento especial vivido pelo sistema, “em que se vê a construção da consciência previdenciária”.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.petros.com.br.