Em mais um gesto de apoio a greve bancária brasileira, a Contraf/CUT continua recebendo mensagens de entidades sindicais do exterior desejando a toda categoria nacional sucesso com a mobilização em todo país.
Os sindicatos internacionais receberam um balanço sobre a greve brasileira e a nota oficial do Comando Nacional dos Bancários, assinada por Vagner Freitas, presidente da Contraf/CUT e coordenador do Comando.
Luís Humberto Ortiz, do comitê nacional do Citibank na Colômbia, enviou mensagem diretamente a Magnus Apostólico, representante da Fenaban na mesa de negociações. O texto enfatizou o respeito aos companheiros bancários brasileiros e reclamou que seja cumprido o papel social que corresponde às instituições financeiras “de um mundo aparentemente moderno”, cobrando a coerência de todos os discursos veiculados na mídia sobre a responsabilidade social dos bancos. “A primeira obrigação é atender nos mínimos detalhes as solicitações e necessidades de seus trabalhadores”, completa Ortiz.
A resposta da Fenaban foi quase que imediata e não deixa dúvidas quanto a posição dos banqueiros em relação à greve nacional. “A greve não é justa, nem adequada. Certamente todos os trabalhadores gostariam de ter o contrato coletivo, os benefícios e as condições de trabalho e de diálogo que tem os bancários brasileiros”, diz Magnus.
Outras entidades internacionais também demonstram apoio, como a UGT Espanha, em mensagem enviada por José Antônio Garcia, desejando êxito na defesa da Convenção Coletiva.
Esperança e sorte a todos os trabalhadores brasileiros são o que deseja Gloria Soto, presidente do banco de desenvolvimento do Chile. Já a associação bancária da República Argentina e a Federação dos trabalhadores bancários do Paraguai manifestam a solidariedade e compromisso com a luta, enfatizando que as reivindicações brasileiras são responsabilidades de toda a categoria.
Fonte: Contraf/CUT