O HSBC, maior banco da Europa, anunciou esta semana que pretende eliminar 1,4 mil empregos no Reino Unido. A medida, segundo o banco, é necessário para que a instituição continue sendo “competitiva” no difícil contexto econômico atual e também vai servir para conter custos como impostos e pensões. “Esta é uma decisão difícil para qualquer empresa, mas havia que tomá-la para garantir o futuro de nossa competitividade”, afirmou o presidente executivo da instituição financeira, Bill Dalton, para a agência de notícias EFE.
Londres, Southampton e Birmingham deverão ser as cidades mais afetadas pelas demissões. O banco espera que grande parte da eliminação dos postos seja através de demissão voluntária e pelo congelamento de contratações.
De acordo com o diretor de relações sindicais do HSBC no Brasil, Gilmar Lepichak, a instituição no Brasil não tomou posição sobre o assunto.
Para Adilson Stuzata, presidente da FETEC-PR e coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC, os representantes do funcionalismo no Reino Unido devem se espelhar nas entidades brasileiras. “Os sindicatos do Reino Unido, seguindo o exemplo do Brasil, tem que mostrar resistência perante as atitudes do banco”, afirma Stuzata.
Fonte: FETEC-PR, com informações do Jornal do Brasil
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Por Mhais• 4 de julho de 2003• 12:20• Sem categoria
HSBC ESTUDA CORTE DE 1,4 MIL EMPREGOS
O HSBC, maior banco da Europa, anunciou esta semana que pretende eliminar 1,4 mil empregos no Reino Unido. A medida, segundo o banco, é necessário para que a instituição continue sendo “competitiva” no difícil contexto econômico atual e também vai servir para conter custos como impostos e pensões. “Esta é uma decisão difícil para qualquer empresa, mas havia que tomá-la para garantir o futuro de nossa competitividade”, afirmou o presidente executivo da instituição financeira, Bill Dalton, para a agência de notícias EFE.
Londres, Southampton e Birmingham deverão ser as cidades mais afetadas pelas demissões. O banco espera que grande parte da eliminação dos postos seja através de demissão voluntária e pelo congelamento de contratações.
De acordo com o diretor de relações sindicais do HSBC no Brasil, Gilmar Lepichak, a instituição no Brasil não tomou posição sobre o assunto.
Para Adilson Stuzata, presidente da FETEC-PR e coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC, os representantes do funcionalismo no Reino Unido devem se espelhar nas entidades brasileiras. “Os sindicatos do Reino Unido, seguindo o exemplo do Brasil, tem que mostrar resistência perante as atitudes do banco”, afirma Stuzata.
Fonte: FETEC-PR, com informações do Jornal do Brasil
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