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Maio é o melhor mês de 2009 na geração de empregos

Com mais de 131 mil vagas formais criadas no período, destaque foi para os setores de Agricultura, Serviços e Construção Civil

Brasília, 22/06/2009 – Em todo o Brasil foram criados 131.557 empregos com carteira assinada no mês de maio, equivalentes a crescimento de 0,41% em relação ao estoque do mês anterior. Esse aumento foi o melhor resultado mensal para o ano de 2009 e representou o quarto mês consecutivo de expansão, confirmando o quadro de recuperação da empregabilidade iniciado em fevereiro. O número de admissões no mês foi de 1.348.575, o segundo maior da série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), dados divulgados hoje pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em coletiva em Brasília.

“É a primeira vez este ano que todos os setores da economia em todas as regiões do país apresentam saldo positivo de emprego. É a prova de que a recuperação está acontecendo de forma coerente, permanente e segura”, analisou Lupi.

Nos cinco primeiros meses de 2009, verificou-se o incremento de 180.011 postos de trabalho, representando uma expansão de 0,56%, tomando como referência o mês de dezembro de 2008. Nos últimos 12 meses, o emprego formal elevou-se em 1,84%, resultante da criação de 580.269 postos de trabalho. Entre janeiro de 2003 a maio de 2009 foram gerados 7,9 milhões de postos de trabalho no país.

“O Brasil vê a crise pelo espelho retrosivor. O governo insiste em medidas de incentivo à economia, baixando os juros e incentivando o crédito. Em breve teremos baixa nas taxas das linhas do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Isso vem garantindo o consumo interno; e já na virada do semestre temos mostras do aumento da demanda nos setores de exportação”, comentou o ministro.

Hoje no país, 32.173.313 trabalhadores possuem carteira assinada, mais pessoas com direitos como INSS, 13º salário, férias remuneradas, seguro-desemprego.

Setores de atividade econômica – Os dados mostram expansão generalizada, merecendo destaque a Agricultura, os Serviços, a Construção Civil e o Comércio. A Agricultura foi responsável pela geração de 52.927 postos de trabalho (+3,36%), evidenciando um desempenho mais favorável comparativamente ao verificado em maio de 2008 (+47.107 postos ou +2,89%). Tal comportamento se deu por variáveis de cunho sazonal (cultivo de cana-de-açúcar e café no centro-sul do país) e conjuntural, que possibilitaram a continuidade do processo de recuperação iniciado em fevereiro de 2009.

O setor Serviços respondeu pela criação de 44.029 postos, o quinto maior saldo da série para o período, representando uma elevação de 0,34% no estoque de emprego. Esse desempenho decorreu do aumento de todos os segmentos que compõem o setor, com destaque para Serviços de Alojamento, Alimentação e Reparação (+16.140 postos ou +0,35%, o terceiro maior saldo da série do Caged), Serviços de Comércio e Administração de Imóveis (+8.582 postos ou +0,25%), Serviços de Ensino (+7.656 postos ou +0,62%) e Serviços Médicos e Odontológicos (+7.335 postos ou +0,55%), sendo que os saldos destes dois últimos segmentos foram recordes para o período na série histórica do Caged. O segmento das Instituições Financeiras, apesar de apresentar uma geração modesta de empregos (+238 postos de trabalho, ou 0,04%), mostrou uma reação em relação aos resultados dos últimos meses.

A Construção Civil, com a geração de 17.407 postos (+0,88%), apresentou o segundo melhor saldo em toda a série do Caged para o período e o melhor desempenho de 2009, constituindo o quinto mês consecutivo de crescimento.

O setor Comércio deu sequência à recuperação iniciada no mês anterior, ao gerar 14.606 postos de trabalho (+0,21%), resultado superior ao verificado no mês de abril de 2009 (+5.647 postos, ou +0,08%). Esse desempenho foi oriundo de elevações do emprego, pela primeira vez no ano, nos seus dois segmentos (Varejo: +13.820 postos; Atacado: + 786 postos).

A Indústria de Transformação registrou relativa estabilidade, ao responder pelo incremento de 700 postos de trabalho (+0,01%), indicando, contudo, o segundo mês consecutivo de resultado positivo no ano. Dos doze ramos que compõem o setor, cinco obtiveram saldo positivo, com destaque para a Indústria de Produtos Alimentícios (+13.382 postos ou +0,74%), com resultado superior ao ocorrido em maio de 2008 (+11.103 postos ou +0,61%), e a Indústria Têxtil (+2.124 postos ou +0,22%), com saldo positivo pelo segundo mês consecutivo no ano. As Indústrias Metalúrgica (-5.499 postos ou -0,78%) e Mecânica (-2.917 postos ou -0,58%) mantiveram suas trajetórias negativas, porém num ritmo menos acentuado comparativamente aos resultados do mês anterior (-9.025 e -5.650 postos, respectivamente).

Regiões – No recorte geográfico, todas as cinco regiões obtiveram acréscimo no número de empregos, e evidenciaram pela primeira vez resultado positivo. No Sudeste foram 100.020 postos novos (+0,56%), 13.731 vagas no Nordeste (+0,29%), 7.233 no Centro-Oeste (+0,31%), 5.534 no Sul (+0,09%) e 5.039 postos no Norte (+0,39%).

Estados – Em termos de Unidades da Federação, dezoito apresentaram desempenho positivo, das quais Rondônia (+5.361 postos) obteve resultado recorde para toda a série do Caged, Acre (+443 postos) ficou com o terceiro melhor resultado para o período e Espírito Santo (+10.061 postos) ficou com o segundo melhor saldo para o período e terceiro melhor saldo em toda a série do Caged. Em valores absolutos, merecem destaque São Paulo (+44.521 postos), Minas Gerais (+37.518 postos) e Paraná (+11.682 postos). Por outro lado, os estados do Rio Grande do Sul (-4.076 postos) e Santa Catarina (-2.072 postos) foram os destaques negativos no período.

Interior x áreas metropolitanas – As Regiões Metropolitanas registraram elevação de 0,26% no nível de emprego, em relação ao mês anterior, o que correspondeu a um incremento de 34.202 postos de trabalho, resultado menor que o registrado para o conjunto dos municípios do interior desses aglomerados urbanos (+79.218 postos ou +0,68%), cujo dinamismo está associado, em grande parte, à cadeia sucroalcooleira da região centro-sul do país. Destacaram-se os interiores dos estados de Minas Gerais (+32.621 postos ou +1,56%) e São Paulo (+31.472 postos ou +0,63%). Nas Regiões Metropolitanas o destaque ficou para São Paulo (+13.049 postos ou +0,23%).

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.mte.gov.br.

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Saldo de empregos em maio foi positivo em todas as regiões

Brasília – Pela primeira vez no ano, todas as cinco regiões brasileiras tiveram aumento no número de empregos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgados hoje (22). O Sudeste foi a região em que foram criados mais empregos no mês passado: 100.002 novos postos de trabalho, com aumento de 0,56% em relação ao período anterior.

Em segundo lugar, ficou a Região Nordeste, com 13.731 novos empregos e crescimento de 0,29% em relação ao período anterior. No Centro-Oeste, foram criados 7.233 empregos, com expansão de 0,31%; no Sul, 5.534, com crescimento de 0,09%; e, no Norte, 5.039, com aumento de 0,39%.

Entre os estados, 18 apresentaram desempenho positivo, e o melhor resultado foi o de Rondônia, com 5.361 novos postos de trabalho, um recorde para toda a série do Caged no estado. Em valores absolutos, São Paulo foi o estado que criou o maior número de empregos, 44.521, seguido de Minas Gerais, com 37.518, e do Paraná, com mais 11.682 postos.

Os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, no entanto, registraram maior número de demissões do que de contratações em maio. No primeiro, houve 88.309 demissões e 84.233 admissões, com saldo negativo de 4.076. Em Santa Catarina, foram 73.284 dispensas e 71.212 contratações, com saldo negativo de 2.072.

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, disse que está otimista com os próximos meses, mas defendeu a continuidade das políticas de incentivo ao consumo, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de carros novos e de eletrodomésticos da linha branca.

“Não se deve mexer em time que está ganhando. Acho que está dando um bom resultado. Temos que estudar um mecanismo, e [o Ministério da] a Fazenda é o órgão habilitado para isso, eficiente, mas devemos continuar com essa política de incentivar o consumo e a venda, o que é importante e estratégico para o Brasil neste momento”, afirmou Lupi.

Em maio, foram registrados 131,5 mil novos empregos, o que representa crescimento de 0,41% em relação a abril. O ministro disse ainda que houve uma redução nos pedidos de seguro-desemprego, no mês de maio. Isso significa, de acordo com Lupi, que os empresários estão demitindo menos e “acreditando mais no país”.

Por Roberta Lopes – Repórter da Agência Brasil. Edição: Nádia Franco.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br.

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Bancos ainda são âncora na criação de empregos

Após dois meses no negativo, instituições registram alta pífia no estoque de postos de trabalho, segundo o Caged

São Paulo – O pífio desempenho dos bancos na geração de postos de trabalho em maio foi uma âncora que impediu aumento ainda maior no total de empregos criados no mês, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na segunda 22 pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

As instituições financeiras criaram em maio apenas 238 postos de trabalho no país inteiro, aumentando o saldo total em irrisórios 0,04%. O aumento geral no país foi dez vezes maior: 0,41% com a criação de mais de 131 mil postos, o melhor resultado do ano e quarto seguido de crescimento desde o início da crise internacional.

Dentro do setor de serviços, a colaboração dos bancos também foi irrisória. No geral, o segmento cresceu 0,34%. Serviços de Ensino aumentaram o saldo em 0,62%; Médicos e Odontológicos em 0,55%; Alojamento, Alimentação e Reparação em 0,35% e Comércio e Administração de Imóveis em 0,25%.

Paralisia – Não é de hoje a falta de compromisso dos bancos com a geração de empregos, apesar dos discursos de responsabilidade social. Em abril, eles reduziram os postos em 437 e, em março, em 239, segundo dados também do Caged.

“A saída da crise é a geração de empregos e, conseqüentemente, de renda. O Brasil está conseguindo caminhar nesse sentido, só os banqueiros vão na contramão”, diz o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino. “A falta de compromisso das instituições com o país fica ainda mais clara se lembrarmos que os ganhos acumulados pelo setor passaram em 2009 batem em R$ 7,5 bilhões.”

Por Redação – 22/06/2009.

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Bancos dão vexame no Caged

Apesar de lucros em alta, segmento foi o único no setor de serviços que demitiu mais que contratou

São Paulo – Os bancos são o único segmento do setor de serviços que demitiu mais do que contratou no mês de março, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na quarta-feira, dia 15, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Apesar de passarem longe dos efeitos da crise, em alguns casos até acabaram beneficiados por ela, o contingente de bancários foi reduzido no mês em 239 postos de trabalho.

Mesmo com o vexame dos bancos, o setor de serviços gerou 49.280 vagas, o quarto melhor saldo da série histórica do Caged no período. O segmento do Ensino aumentou em 19.143 o número de empregos formais; o Comércio em 16.956; e Serviços Médicos e Odontológicos, 5.566.

“A falta de compromisso dos banqueiros com a sociedade é gritante. Em tempos de crise, onde o que o país precisa é de emprego e renda, eles pensam apenas em seus lucros e demitem”, diz o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino. “Contratações são necessárias também para melhorar os serviços aos clientes e a segurança nos locais de trabalho. Enfim, faz bem para toda a sociedade”, completa.

Em alta – Os bancos brasileiros emergem da crise como um dos mais fortes das Américas e, consequentemente, do mundo. De acordo com estudo da consultoria Economatica, Banco do Brasil, Itaú e Bradesco subiram na lista dos mais lucrativos do continente e passaram a ocupar os terceiro, quarto e quinto lugares, respectivamente.

No quesito rentabilidade, os três também estão entre os cinco primeiros, de acordo com a mesma conultoria. O Banco do Brasil é o campeão da América. O Bradesco aparece em segundo, e o Itaú, em quinto.

E não são apenas os três que nadam em dinheiro no país. O lucro líquido do Santander cresceu 7,12% no primeiro trimestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com a Agência Estado. Com isso, registra R$ 416 milhões no período.

A Nossa Caixa, por exemplo, mais do que dobrou os lucros no ano passado, engordando os cofres em 113% e batendo nos R$ 646 milhões. A Caixa Federal fechou 2008 com R$ 3,8 bilhões de lucro, aumento de quase 55% em relação a 2007. O HSBC, com R$ 1.351.006, cresceu 9,5%, e o Safra também não pode reclamar: chegou a R$ 843 milhões, aumento de 1,5% no mesmo período.

Redação com Agência Estado – 15/04/2009.

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Bancos continuam dando vexame na geração de empregos no Brasil

Pelo segundo mês seguido, instituições vão na contramão da retomada da criação do emprego no país

São Paulo – Enquanto as mais diversas áreas econômicas do país vão aumentando o saldo de contratações formais, fazendo com que os patamares de geração de postos de trabalho retornem aos níveis pré-crise, os bancos continuam na contramão elevando o número de demissões.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgados na segunda-feira, dia 18, o estoque geral do país cresceu 106.205 vagas em abril, mas o específico dos bancos caiu 437 postos. No mês passado o cenário foi parecido.

O vexame é agravado pelos resultados do setor de serviços, onde os bancos se enquadram. Sozinho, foi responsável por quase 60% (59.279) das vagas criadas em abril. Dentre todos os segmentos que compõem o setor de serviços, somente os bancos apresentaram mais demissões que contratações, longe do segundo pior resultado – serviços médicos e odontológicos – que teve balanço positivo de mais de 9 mil postos.

Retomada – O mês de abril foi o terceiro consecutivo com resultado positivo e é o melhor desde setembro do ano passado, último antes da crise internacional, quando o saldo cresceu em 282.841 vagas. De lá para cá, a curva se inverteu: em outubro o saldo cresceu menos (61.401) e nos três meses seguintes, o saldo caiu com o fechamento de 40.821 em novembro, 654.946 em dezembro e 101.748 em janeiro.

A retomada do crescimento começou em fevereiro com a criação de 9.179 vagas e se intensificou em março, com o aumento de 34.818 postos no saldo do país. Entre janeiro de 2003 a abril de 2009 foram gerados 7.769.426 postos de trabalho. O estoque de trabalhadores com carteira assinada no Brasil é de 32,04 milhões.

Indústria e Comércio – A indústria de transformação, embora tenha aumentado o estoque em somente 183 vagas, interrompeu a acentuada trajetória de fechamento de postos verificada nos cinco meses anteriores. Em março, por exemplo, o setor registrou perda de 35.775. Outro que reverteu a curva descendente foi o comércio, após quatro meses. O crescimento do estoque foi de 5.647 postos de trabalho.

Por André Rossi – 18/05/2009.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.spbancarios.com.br.

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