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CAIXA atropela debate com empregados e inicia alterações no plano de carreira

A direção da Caixa está tomando iniciativas extremamente danosas para o processo de discussão do Plano de Cargos Comissionados (PCC). Estão sendo deixados de lado compromissos assumidos pela empresa no desfecho da campanha salarial do ano passado. As conseqüências podem ser irreparáveis.

A Contraf-CUT, a CEE/Caixa e os sindicatos foram surpreendidos nesta terça-feira (23) com informações sobre alterações promovidas pela empresa nos normativos relacionados ao plano de carreiras, sem, ao menos, comunicação prévia. As discussões e o calendário previsto para formulação de propostas e para negociações entre as partes foram atropelados.

As alterações nos normativos estão interligadas a outros fatos igualmente perversos. Havia reunião marcada para esta segunda-feira (22), na qual a empresa apresentaria à CEE-Caixa suas sugestões de mudanças nos normativos RH 060 e 040, mas o encontro foi desmarcado pela Caixa.

As mudanças no plano de carreira revelam opção da empresa por interromper o diálogo e impor o que lhe interessa. De acordo com as primeiras informações, as mudanças em normativos são as mais diversas, incluindo itens relativos a cargos e atribuições (RH 060), a processos seletivos (RH 040), ao exercício de cargos em comissão (RH 022) e a cargos efetivos (RH 175).

“As representações dos empregados estão analisando o real alcance das medidas, mas, de antemão, repudiam a atitude inconseqüente da direção da Caixa”, frisa Jair Pedro Ferreira, coordenador da CEE-Caixa.

O descaso completa-se com ofício da Caixa à Contraf-CUT informando que a apresentação da proposta da empresa para o PCC, prevista para ocorrer em 30 de junho, terá que ser adiada para o dia 17 de julho. “É muito grave essa atitude da empresa em relação aos empregados e suas entidades representativas, porque indica que a intenção é implantar unilateralmente o PCC, atitude que pode comprometer o processo de negociações permanentes construído ao longo dos últimos anos”, ressalta Jair Pedro. Para o coordenador da CEE-Caixa, “é necessário que a direção da Caixa se pronuncie e deixe bastante claro o que de fato pretende”.

Dia Nacional de Luta em 8 de julho

A resposta dos empregados da Caixa às arbitrariedades da direção da Caixa será dada em 8 de julho, com um Dia Nacional de Luta por um PCC digno. A mobilização foi aprovada na plenária nacional realizada no dia 16 de junho, em São Paulo, com a participação de cerca de 150 delegados de todo o país.

A plenária nacional definiu a proposta dos empregados para o PCC.

Fonte: Contraf-CUT e Fenae .

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Empregados da Caixa aprovam proposta de PCC em plenária nacional

Os empregados da Caixa Econômica Federal aprovaram nesta terça-feira, 16, a proposta dos bancários para o novo Plano de Cargos Comissionados (PCC). A decisão foi tomada em plenária nacional específica realizada por deliberação do 25º Conecef. Participaram do evento cerca de 150 delegados de todo o país, com pelo menos um representante por estado.

A proposta aprovada foi construída por um Grupo de Trabalho específico para o tema (GT/PCC) e referendada pela Contraf-CUT, por meio de sua Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE Caixa). “Foi um debate intenso e rico, que levou à construção de uma proposta sólida e justa para todos os trabalhadores. Agora, precisaremos de muita mobilização para arrancar mais essa conquista junto ao banco”, avalia Plínio Pavão, representante da Contraf-CUT na CEE/Caixa e coordenador do GT.

O principal eixo da proposta é a valorização das funções e de suas comissões. Nesse sentido, os Pisos de Mercado serão transformados em Pisos de Remuneração de Função (PRF), incluindo a realidade interna da Caixa nas análises para sua definição. Assim, além da comparação com o salário de outras empresas, serão considerados fatores como a complexidade e grau de responsabilidade da função específica.

A proposta prevê ainda a extinção do CTVA e a criação do Ajuste de Remuneração de Função (ARF). Para isso, os valores das funções serão definidos levando-se em consideração a atual realidade dos trabalhadores do banco, por meio de um cálculo estatístico que determine o valor médio do salário dos ocupantes de cada função determinada. Dessa forma, o valor da comissão de cada função será aquele que permitir a essa maioria de trabalhadores atingir o PRF dela a partir de seu salário padrão.

Os trabalhadores que estejam em referências mais baixas do PCS e não atinjam o PRF dessa forma receberão o Ajuste de Remuneração de Função, que teria um valor pequeno em relação ao restante da remuneração do bancário. “Dessa forma, garantimos que todos recebam um valor justo pela função que ocupam e eliminamos a distorção do CTVA, que hoje muitas vezes tem valor maior do que a soma de salário padrão com a comissão por função”, explica Plínio. “Além disso, com a progressão do empregado na tabela do PCS, o ARF rapidamente deixará de ser necessário, tornando-o verdadeiramente temporário”, acrescenta. A proposta prevê ainda a progressão horizontal no PCC, por tempo de serviço, o que vai acelerar ainda mais esse processo.

Confira a proposta completa:

Estrutura do PCC:

– Manutenção da estrutura atual, mantendo-se as tabelas Técnica e de Assessoramento, Gerencial e de Assessoramento Estratégico e Negocial;
– Criação de novos cargos conforme deliberação do Conecef;
– Valorização de cargos conforme deliberações do Conecef;

CTVA:

– Extinção do CTVA com sua transformação em ARF – ajuste de remuneração de função, aumentando-se o valor das funções e reduzindo o complemento, de modo que o salário da maioria dos empregados esteja no mínimo equiparado a um piso para cada cargo, e para os que ficarem abaixo, o valor do complemento seja rapidamente eliminado com os reajustes salariais e promoções tanto no PCS, como, horizontais, no PCC;

PRF (Piso de Remuneração de Função):

– Transformação dos pisos de mercado em PRF (Piso de Remuneração de Função), utilizando-se não só o parâmetro de mercado, mas também a realidade interna da Caixa para definição dos valores, garantindo-se, para o PRF, o mesmo reajuste dos salários e funções comissionadas nas campanhas salariais;

Progressão horizontal no PCC:

– Criação de níveis de remuneração dos cargos/funções (comissão) com progressão horizontal em cada cargo/função, por tempo de exercício;

Critérios de comissionamento e descomissionamento:

– Eliminação da possibilidade de nomeação pelo gestor de todo e qualquer cargo, com a revisão do MN RH 060, utilizando-se sempre PSI (Processo Seletivo Interno) ou no caso de Bancop (Banco de Oportunidades) respeitando-se a classificação (reabertura das negociações sobre PSI);
– Criação de critérios coerentes com os de nomeação para destituição de cargos, retirando do gestor o poder discricionário de destituir;

Incorporação de cargo/função:

– Reformulação do sistema de incorporação de cargos e funções, quando o empregado é dispensado, com a revisão do MN RH 151;

Jornada:

– Definição de jornada de 6 horas para todos os cargos;
– Definição das referências salariais no mínimo com os valores atuais da jornada de 8 horas;

Outros pontos:

– Extinção dos mercados B e C com adoção dos valores do mercado A e das filiais II e III com a adoção dos valores das filiais I;
– Não permitir discriminação em relação aos empregados que permanecem no antigo PCS ou no Reg/Replan não saldado, garantindo a contribuição sobre o complemento;
– Não considerar os valores de ATS para atingimento dos pisos, mantendo-se a reivindicação de isonomia (ATS para os novos).

Mobilização

Foi aprovado ainda um calendário para a mobilização dos empregados em torno da proposta, com a realização de um dia nacional de luta pela implantação de um PCC que atenda as reivindicações dos empregados no dia 8 de julho, data em que a representação dos empregados deverá entregar a proposta à direção da Caixa. A proposta deve ser divulgada amplamente por todas as entidades. Para tanto a CEE/Caixa deverá agilizar a conclusão do relatório da plenária, com os demais debates ocorridos sobre o tema, além de incluir as propostas que foram enviadas por e-mail na consulta feita durante os trabalhos do GT.

Fonte: Contraf-CUT.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.

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A proposta dos empregados para o PCC (grandes temas)

Como requisitos para o Plano de Cargos em Comissões (PCC) da Caixa, foram definidos pela plenária nacional dos empregados os seguintes requisitos: composição de cargos e funções; jornada de trabalho; mecanismos de evolução funcional; verificação de estruturas salariais de outras organizações e pesquisa de mercado; análise da composição da remuneração (salário básico, gratificações e benefícios); e estrutura da carreira.

Estrutura do PCC

– Manutenção da estrutura atual do PCC, mantendo-se as tabelas Técnica e de Assessoramento, Gerencial e de Assessoramento Estratégico e Negocial.
– Criação de novas funções conforme deliberações do Conecef e da plenária do PCC.
– Valorização das funções conforme deliberações do Conecef e da plenária do PCC.
Piso de Remuneração de Função (PRF)
– Transformação dos pisos de mercado em Piso de Remuneração de Função (PRF), utilizando-se não só o parâmetro de mercado, mas também a realidade interna da Caixa para definição dos valores, garantindo-se, para o PRF, o mesmo reajuste dos salários nas campanhas salariais.

Ajuste de Remuneração de Função (ARF)

– Extinção do CTVA, transformando-o em ARF, aumentando-se o valor das funções e reduzindo o complemento, de modo a que o salário da maioria dos empregados esteja no mínimo equiparado a um piso para cada função, e para os que ficarem abaixo, o valor do complemento seja rapidamente eliminado com as promoções no PCS (deltas) e horizontais no PCC (níveis).

Progressão horizontal no PCC

– Criação de níveis de remuneração das funções (comissão) com a progressão horizontal em cada função, por tempo de exercício e outros mecanismos.

Comissionamento e descomissionamento

– Eliminação da possibilidade de nomeação pelo gestor de toda e qualquer função, com a revisão do MN RH 060, utilizando-se sempre PSI (Processo Seletivo Interno) ou no caso de Bancop (Banco de Oportunidades) respeitar a classificação.
– Criação de critérios coerentes com os de nomeação para destituição de funções, retirando do gestor o poder discricionário de destituir.

Incorporação de funções

– Reformulação do sistema de incorporação de funções, quando o empregado é dispensado depois de certo tempo de exercício com a revisão do MN RH 151 (normativo interno que trata do tema).

Jornada de trabalho

– Definição de jornada de 6 horas para todos os cargos e funções, com a adoção dos valores de jornada de 8 horas.
– Definição das referências salariais no mínimo com os valores atuais da jornada de 8 horas.

Outros

– Extinção dos mercados B e C e adoção dos valores do mercado A e das filiais II e III, com a adoção dos valores das filiais I.
– Não permitir qualquer tipo de discriminação em relação aos empregados que permanecem no REG/Replan não saldado, ou no antigo PCS, ou que tenham ações judiciais contra a Caixa, ente outras situações.
– Não considerar os valores de ATS para atingimento dos pisos, mantendo-se a reivindicação de isonomia (ATS para os admitidos a partir de 1997).
– Transformar função de Analista de Risco de Crédito em Consultor de Risco de Crédito.
– Estabelecer para Técnico Social Júnior piso equiparado ao piso da carreira profissional.
– Criar as funções de Supervisor nas REDUR e de Gerente nas GIDUR.
– Pontuação no PSI para os substitutos;
– Valorização da função de caixa.
– Criação de funções no atendimento do FGTS.
– Funções intermediárias entre Técnicos Bancários e Analistas.
– Todas as funções de uma unidade devem ter o mesmo nível, inclusive as atribuídas ao pessoal da retaguarda.

Diagnóstico do Plano Cargos Comissionados – Propostas recebidas pelo grupo de trabalho (GT/PCC). As 1.480 recebidas foram agrupadas em 155 e, finalmente, em 114.

1-Criar Função de Gerente Adjunto
2- Criar Função – Avaliador Senior Superior Instrutor
– Avaliador Função Gerencial
– Avaliador Senior TA8
– Avaliador Pleno TA7
– Avaliador Junior TA6
– Inclusão Técnico Nível TA8
3-Agente de Atendimento, atribuições diferentes do Assistente Administrativo
4-Valorização do Técnico na área de habitação
5-Criar Assistente de Supervisor Gerencial
6-Melhorar comissão Caixa PV
7-Mudar nomenclatura – Gerente PAB p/ Gerente Geral
8-Criar níveis para Caixa PV – Junior TA6
Pleno TA7
Senior TA8
9-Criar Consultor Pessoa Jurídica s/ substituir Gerente de Relacionamento de PJ
10-Ampliar a remuneração do Gerente Geral em relação ao Gerente de Relacionamento
11-Ampliar a remuneração do Gerente Geral em relação ao Gerente Regional
12-Criar função de Gerente Corporate
13-Criar função de Consultor Empresarial Corporate
14-Criar função de Analista Técnico da Área Social, FGTS , PIS
15-Criar função Tesoureiro PV
16-Criar Técnico em Cobrança
17-Criar Supervisor de Caixa
18-Criar função Técnico de Fomento Junior
Pleno
Senior
19-Criar função de Analista, Consultor ou Especialistas nos PVs
20-Criar Assistente de Negocio PF e PJ
21-Criar Assistente de Negocio PF e PJ, com pré-requisito para Gerente de Relacionamento
22-Cargo Técnico e Gerencial de Avaliador – Calculado sobre piso do avaliador e não do salário mínimo.
23-Enquadramento automático após curso de formação curso especifico de Avaliador Jr
24-Enquadramento automático após 02 anos de formação curso especifico de Avaliador Pleno
25-Enquadramento automático após 10 anos de formação curso especifico de Avaliador Senior
26-Todos os PVs com Assistente Administrativo
27-Todos os PVs com Gerente de Atendimento
28-Todos os PVs com Técnico de Fomento
29-Criar Cargo Gerente Habitação e Substituir ao Supervisor Atendimento/Relacionamento
30-Criar função de Pregoeiro
31-Equiparação Função Gerente Retaguarda x Gerente de Relacionamento
32-Equiparação Função Tec. Operações Retaguarda x Analista Júnior
33-Criar Analista de Conformidade
34-Criar Gerente de Conformidade e Processos
35-Adicional para empregados lotados nas Rets a partir de 6 meses
36-Ajustar função do TOR para 06h
37-Elevar função do TOR para TA8
38-Criar TOR junior
Pleno
Senior
40-Criar verba de Insalubridade para empregados TOR
41-Valorizar a função do compensador
42-Periculosidade para TOR e Gerente de RET/PV
43-Melhorar comissão para analistas
44-Valorizar o Assistente Técnico de Perícia
45-Ampliar função da GIFUG e GISES
46-Melhorar o acesso ao PSI de Gerente Regional da AUDIR
47-Criar função de Analista Contábil
48-Criar função de Analista de Sistemas TI
49-Substituir Supervisor da AUDIR por Gerente de Serviços
50- Adequar a função do Analista de Crédito Junior TA8
Pleno TA10
SeniorTA11
51-Criar a função de Coordenador Técnico
52-Criar função Enfermeiro, Médico e Engenheiro de Segurança do Trabalho Jr
53-Criar função Enfermeiro, Médico e Engenheiro de Segurança do Trabalho Pleno
54-Criar função Enfermeiro, Médico e Engenheiro de Segurança do Trabalho Senior
55-Retornar a função: Dentista
56-Reativar as carreiras profissionais: Assist. Social, Psicólogo, Pedagôgo, Sociólogo
57-Ajustar função de 06h para Técnicos e Analistas
58-Jornada de 04 horas (Médicos, Engenheiros e Advogados)
59-Manutenção da função de Auditor Junior e criar Auditor Coordenador Matriz
60-Criar Função de Substituto para Ténicos e Analistas p / casos superiores 05 dias
61-Instituir promoção automática para Auditor Jr após um ano em exercício
62-Revisão da remuneração auditor mínimo R$8.500 e máximo R$11.500
63-Criar a função de Gerente de Rede de Canais(consultor canais)
64-Criar função Analista de Tecnologia Jr, Pleno e Senior
65-Criar função Especialista de Tecnologia Jr, Pleno e Senior
66-Criar função Consultor Processo em Tecnologia (Jr, Pl, e Senior)
67-Criar função de Gerente de Tecnologia
68-Criar a função de Arquiteto de Software
69-Valorização da função do Contador
70-Equiparar a função de Técnico em Microinformática a de Técnico de Fomento
71-Criar função de Analista de Desenvolvimento Urbano(jr TA7, plenoTA8 e seniorTA10)
72-Migrar Tec. Fomento, Téc. Bancário e Escriturário da VIGOV p/ Analista Desenvolv. Urbano
73-Criar função gerencial na área de consultoria Regional de Distribuição
74-Alterar GA5 – Supervisor p/ GA7 Coordenador (processos terceirizados)
75-Alterar TA8 – Consultor Regional p/ TA11 – Consultor de processos Senior
76-Equiparar a função de Consultor Regional ao de Gerente Geral
77-Migrar Tec. Social Jr – TA5 para TA7
78-Migrar Tec.Social Pleno TA7 para TA10
79-Migrar Tec. Social Senior TA8 para TA11
80-Alterar função de Assistente para Supervisor/Coordenador
81-Criar função de Auditor Master
82-Melhorar piso da função de avaliador
83-Instituir a função de consultor
84-Indenização do maior do CTVA por grupos de empregado, por função e por tempo trabalhado
85-Realinhar funções gerenciais (Mercado paga Bônus)
86-Elevar percentual entre faixas salariais (Téc. E Assessoramento p/ 10%)
87-Curso superior como fator determinante no BANCOP
88-Promoção horizontal e automática de função, júnior, pleno e senior
89-Fim do prazo assegurado para retorno ao cargo comissionado
90-Redução do prazo para incorporação da função
91-Criar gratificação extra para mestres, doutores e pós-graduados
92-Analista Senior com mais de 10 anos ser pré-requisito para ser Especialista
93-Enquadrar Cargos da Tabela de TA4 p/ TA5 (Técnico de Fomento, Atendimento, Op. Ret, Seg.Trabalho)
94-PCC sem obrigatoriedade de novo plano
95-Revisar função de Consultor de Canais e Enquadramento para jornada de 6h
96-Enquadramento: Gerentes GA10 – Ger. Operacional e Gerente de Filial I
GA09 – Ger.Filial II e Gerente de Serviço
GA08 – Ger.Serviços II e Ger. Retaguarda I
GA07- Ger.ServiçosIII e Ger. Retaguarda II
GA06 -Ger.Retaguarda III
TA8 – TOR
97-Incentivo Financeiro para não gerar passivo trabalhista 06h
98-Ascensão profissional periódica na função Técnica (Jr, Pleno e Senior)
99-Atribuições bem definidas na função técnica e de analistas
100-Definir função de analista de acordo com área – Ex. Analista de Crédito, de Suporte de O&M
101-Incorporar 20% função a cada 02 anos
102-Extinguir níveis na carreira técnica ( Jr, Pleno e Senior)
103-Reduzir a quantidade de níveis em um mesmo cargo e com critérios claros em cada nível
104-Função existente nas áreas obrigatória devem ser preenchidas por pessoas lotadas na área
105-Representantes de Matriz chefiadas por Gerente de Representação e Não Gerente de Serviços
106-Incorporação de função contempladas por todas as verbas salariais
107-PSI p/ banco habilitados para a função secretária, assist. adm e Técnico de Fomento
108-critérios justos para os cargos comissionados
109-Fim da excepcionalização do comissionamento
110-Equiparar ao Banco central e TRT
111-Revisão de Critérios (Pré Requisito) p/ Analistas Jr e levar em conta o tempo de serviço
112-Perfil do candidato aprovado na CAE ter peso maior que a nota da prova
113-Equiparar ao Banco do Brasil
114-Cargo de assistente regional com pré-requisito p/ Ger. De Relacionamento e Atendimento

Resoluções de Conecefs anteriores:

1.Fim da restrição de migração à nova tabela do PCS/PCC tanto da carreira administrativa como da profissional, aos não saldados do REG/REPLAN;
2.Ampliação do número de bolsas de estudo, sem limite de valor, independente de já possuir curso superior;
3.Implantação de curso de formação de avaliador especialista, com os participantes selecionados através de prova específica, com critérios claros, que permitam a participação de todos os avaliadores, formando banco de habilitados;
4.Garantia de reciclagens técnicas a todos os avaliadores de penhor, bem como o acesso a cursos de especialização, tais como gemologia, ourivesaria, relógios, avaliação comercial, etc.
5.Ampliação do prazo para conclusão da trilha fundamental da Universidade CAIXA, dentro da jornada de trabalho;
6.Custeio pela Caixa de processo para certificação dos auditores internos, exigido pelo Banco Central;
7.Revisão do MN RH 060 no que tange às atribuições dos avaliadores, explicitando o atendimento exclusivo ao cliente de penhor, bem como a retirada da exigência de curso superior para o acesso à função;
8.Enquadramento dos cargos de Assistente Regional no nível TA 8; Caixa/PV no TA7; TOR no TA 8; Supervisor de Habitação no GA 3; Compensador pleno no TA5 e sênior no TA7; Avaliador de Penhor Júnior no TA 6, Pleno no TA 7 e Sênior no TA 8, com o aumento dos valores de comissão e piso de mercado;
9.Adoção de pré-requisito para o cargo de Assistente Regional de exercício mínimo de 730 dias nos últimos 1.430 no cargo de Analista Sênior;
10.Enquadramento dos auditores no grupo de assessoramento estratégico nos seguintes níveis: auditor júnior, GA6; auditor pleno, GA7; e auditor sênior, GA8;
11.Implantação dos cargos: Analista de Risco Júnior, nível TA 8; Pleno, TA 10 e Seniores, TA 11; com valor de comissão equivalente ao cargo de Auditor atual;
12.Criação dos cargos Técnico de FGTS, nas agências e agente de RH;
13.Recriação do cargo de engenheiro de telecomunicações;
14.Encarreiramento dos cargos do SESMT, anteriores aos novos concursos;
15.Valorização dos profissionais de tecnologia da informação;
16.Equiparação de valores de comissão e piso de mercado para cargos semelhantes: Ex. gerente de retaguarda e gerente de atendimento.
17.Diferenciação no PCC cargo técnico de cargo e de confiança;
18.Implementação da política de progressão salarial prevista no RH060 (promoção horizontal) para todas as carreiras, com promoção imediata a todos que preencham os pré-requisitos;
19.Aprovação do modelo de reestruturação das Gises, com a equiparação do nível/faixa, implantação de gerentes de serviços e cargos de analistas júnior e pleno, propiciando o encarreiramento desses profissionais;
20.Retorno da substituição na ausência do gestor por qualquer período e em todas as unidades;
21.Pagamento de 50% dos valores de comissão e piso de mercado do titular para o substituto eventual nos períodos em que não estiver substituindo;
22.Reajuste sobre cargos/funções incorporadas/asseguradas, mesmo com a mudança de nomenclatura na tabela;

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Empregados da Caixa realizam Dia Nacional de Luta em 8 de julho por proposta de novo PCC definida em plenária nacional específica

A luta é por um PCC digno e sem distorções nem injustiças. Chegou a hora da mobilização

Brasil afora, os empregados da Caixa Econômica Federal realizam um Dia Nacional de Luta por um Plano de Cargos Comissionados (PCC) digno e sem distorções nem injustiças, conforme deliberação aprovada pela plenária nacional específica, ocorrida em São Paulo (SP), no último dia 16 de junho, ocasião em que foi debatida e definida a proposta de PCC dos bancários a ser levada para a mesa de negociação com a empresa.
A data do Dia Nacional de Luta é 8 de julho. Para isso, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) orientam as entidades sindicais e associativas a intensificarem esse processo de mobilização, pois só com muita pressão os empregados vão arrancar da direção da Caixa mais essa conquista.

Em 30 de junho, a Caixa deverá apresentar sua proposta de PCC para a representação nacional dos empregados, conforme compromisso assumido pela empresa no desfecho da campanha salarial de 2008. Em 8 de julho, quando estiverem ocorrendo as atividades do Dia Nacional de Luta, Contraf/CUT – CEE/Caixa e representantes da empresa estarão participando de uma rodada de negociação, em Brasília (DF).

Por outro lado, a proposta de PCC aprovada pela plenária nacional específica é focada em grandes temas, tendo como referência pontos estruturantes como composição de cargos e funções, jornada de trabalho, mecanismos de evolução funcional, verificação de estruturas salariais de outras empresas, pesquisa de mercado, estrutura da carreira e análise da composição da remuneração, a exemplo do salário básico, gratificações e benefícios.

Aliás, a plenária nacional específica contemplou todas as propostas recebidas pelo GT/PCC, assim como as novas contribuições de empregados dos diversos segmentos e áreas da Caixa. O GT/PCC recebeu diversas sugestões, que foram sintetizadas a partir de 1.480 contribuições remetidas por e-mail por empregados de todo o Brasil.

Para maiores informações sobre a proposta de novo PCC aprovada pela plenária nacional, acesse a íntegra do relatório e as sugestões enviadas por empregados do país inteiro, ambos disponíveis no portal www.fenae.org.br – seção “CEE/Caixa – item “assuntos em discussão”.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.fenae.org.br.

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