fetec@fetecpr.com.br | (41) 3322-9885 | (41) 3324-5636

Por 13:30 Sem categoria

Confira a geração de empregos formais no Brasil em 2008; a Relação Anual de Informações Sociais traz um conjunto amplo de informações

Brasil gera 10 milhões de empregos em sete anos

Em 2008, o Brasil alcançou a marca de 39,442 milhões de empregos formais, entre celetistas (com carteira assinada) e estatutários (servidores públicos), aumento de 1,834 milhões (4,88%) em relação a 2007, quando foram registrados 37,607 milhões de trabalhadores com vínculos formais no País. Os números são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais 2008), divulgados na última quinta-feira (6) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Entre 2003 e 2008, o número de empregos gerados foi de 10,7 milhões.

Do total de 1,834 milhão de empregos gerados, 1,698 milhão foram celetistas e 135,9 mil correspondem a vínculos empregatícios estatutários. O crescimento do emprego contribuiu para o ganho real de 3,52% do rendimento médio dos trabalhadores formais, passando de R$ 1.443,77 em dezembro de 2007 para R$ 1.494,66 em dezembro de 2008. Os maiores ganhos na média salarial foram registrados no Piauí (8,61%), impulsionados pela elevação nos rendimentos dos serviços médicos e odontológicos.

A Rais é o instrumento do Governo Federal utilizado para identificar os trabalhadores com direito ao recebimento do benefício do Abono Salarial. Em 2008 foram identificados 16,903 milhões de trabalhadores que tinham direito ao benefício. Declararam a Rais no ano passado 7,143 milhões de estabelecimentos, sendo 3,085 milhões com empregados e 4,058 milhões sem empregados contratados, crescimento de 3,7% em relação a 2007.

Setores – Com alta de 18,33% em 2008, a Construção Civil foi o setor de atividade econômica que apresentou maior crescimento em comparação com 2007. Todos os setores da economia apresentaram resultados positivos, com o bom desempenho do mercado interno. O grande impulsionador do mercado em 2008, em termos absolutos, foi o setor de Serviços, que, sozinho, empregou 645,6 mil trabalhadores, alta de 5,41%. Em seguida, aparecem Comércio, com 483,2 mil postos (7,06%); Construção Civil, com 296,6 mil (18,33%); Indústria de Transformação com 228,7 mil (3,23%); e, Administração Pública, com 111,7 mil empregos (1,36%).

Pessoas com deficiência – Segundo a Rais 2008, 323,2 mil pessoas com deficiência estão ativas no mercado de trabalho. A inclusão está prevista na Lei 8.231, criada para garantir uma oportunidade de emprego para trabalhadores com este perfil. O levantamento da Rais 2008 mostra que os trabalhadores com deficiência física representam 55,24% desse total. Em seguida, estão os trabalhadores com deficiência auditiva, 24,65%; e com deficiência visual, 3,86%. Os trabalhadores com deficiência mental representam 3,37% e os com deficiências múltiplas, 1,09% do total. Na situação de reabilitados, foram declarados 11,78%.

Mulheres – Em 2008, a força de trabalho feminina cresceu mais do que a masculina, segundo os dados da Rais. O aumento registrado foi de 5,5% para elas, frente a 4,4% para os homens.

A força de trabalho feminina continua preponderante em relação à dos homens nos níveis de instrução Superior Incompleto e Completo. O número de mulheres com terceiro grau completo é de 3,6 milhões, contra 2,5 milhões de homens com o mesmo grau de instrução.

Negros – O maior aumento nos rendimentos médios, 5,72%, foi registrado entre os trabalhadores que se declararam negros. O percentual é superior à média de remuneração de todas as raças somadas, que foi de 2,67%. A remuneração dos trabalhadores negros subiu de R$ 916,77 para R$ 969,24. Os trabalhadores que se dizem pardos tiveram aumento de 4,83% e os que se declaram brancos registraram menor percentual de aumento real: 1,88%.

Apesar do modesto aumento, os rendimentos médios dos vínculos empregatícios dos trabalhadores brancos ainda são 50% superiores aos daqueles classificados como negros e 43,7% acima dos que se consideram pardos. Em relação a 2007, verifica-se redução da desigualdade entre os rendimentos de brancos e negros (55,7%) e brancos e pardos (47,8%).

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.brasil.gov.br. Este texro é parte integrante do Boletim EM QUESTÃO, editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República – Nº 863 – Brasília, 7 de Agosto de 2009.

==============================================

Rendimento médio dos trabalhadores formais cresce 3,52%

Salário médio sobe de R$ 1.443,77 em 2007 para R$ 1.494,66 em 2008. Dois estados do Nordeste, Piauí e Ceará, registram maior crescimento do país

Brasília, 06/08/2009 – O rendimento médio real dos trabalhadores formais no Brasil cresceu 3,52% em 2008, percentual acima do registrado em 2007, de 0,68%, ambos em relação ao ano anterior. O salário médio passou de R$ 1.443,77 para R$ 1.494,66, em registro de dezembro de 2008.

São do Nordeste os dois estados com melhores resultados nacionais. O Piauí alcançou maior crescimento da média salarial (8,61%), impulsionado pela elevação nos rendimentos dos serviços Médicos e Odontológicos. No Ceará foi mensurado aumento de 6,98% na média salarial, com os setores de serviços Médicos e Odontológicos e Ensino contribuindo para o bom resultado.

O menor resultado ficou com a Região Norte. Em Roraima, a redução de 5,07% deveu-se ao declínio nos rendimentos da Indústria Química. E no Acre, a queda em 1,13% se deveu aos baixos rendimentos da Indústria de Material Elétrico e de Comunicações.

Gênero – Os rendimentos médios dos homens tiveram aumento real de 3,62%, ligeiramente superior ao registrado entre as mulheres, de 3,52%. O aumento no rendimento médio feminino está fortemente influenciado pela elevação de 5,76% obtida pelas mulheres com nível de Escolaridade Superior. Apesar desse aumento, as remunerações das mulheres, no nível superior, somam 57,9% das recebidas pelos homens no mesmo nível, evidenciando expressiva diferença entre as remunerações, porém, sinalizando uma redução na diferença, em relação ao verificado em 2007 (56,5%).

O aumento dos rendimentos médios dos homens (3,62%) está associado ao crescimento nos rendimentos médios de 3,92%, acima da média, dos trabalhadores com nível de Escolaridade de 4° Série Incompleta do Ensino Fundamental. Em relação ao ano de 2007, os percentuais de aumento para o gênero masculino (0,79%) e para as mulheres (0,56%) apresentavam um diferencial maior.

Atividade Econômica – Os dados de remuneração média, segundo corte setorial, mostram que o maior percentual de aumento foi obtido pelos trabalhadores do setor Extrativo Mineral (13,65%), seguido pela Indústria da Borracha, Fumo e Couros (8,84%) e Construção Civil (7,76%). O único segmento que registrou queda na remuneração média foi a Indústria de Papel e Papelão (-1,33%).

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

===================================================

Emprego cresce entre todas as idades

Mais de um milhão de trabalhadores entre 30 a 64 anos conquistaram empregos formais em 2008. Maior dinamismo acontece entre 16 e 17 anos, com variação de 9,75% em relação a 2007

Brasília, 06/08/2009 – A geração de empregos no Brasil aconteceu de forma generalizada dentro das diferentes faixas etárias registradas, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2008) divulgados nesta quinta-feira (6) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Segundo o levantamento, em termos absolutos, o destaque coube à faixa de 30 a 39 anos, responsável pela criação de 498.545 vagas (4,62%), saldo de 11.289.652 trabalhadores formais.

O crescimento foi acompanhado pelo grupo de trabalhadores com idades entre 50 e 64 anos, que teve a expansão de 375.962 vagas (8,17%) e um estoque total de 4.976.360 trabalhadores registrados. A maturidade do mercado brasileiro ainda pode ser evidenciada pela geração de 368.938 postos para os trabalhadores entre 40 a 49 anos. O saldo de 8.652.735 empregados representou uma variação relativa de 4,45% sobre o estoque em dezembro de 2007.

A terceira idade também foi contemplada com mais oportunidade de empregos. Conforme a RAIS 2008, o crescimento de 7,24% representa um forte dinamismo na faixa etária a partir de 65 anos, com mais de 20 mil novos trabalhadores empregados.

Na faixa entre 16 e 17 anos foram criados 31 mil novos postos, a maior variação relativa no recorte por idade, que representa crescimento de 9,75% sobre o estoque de 2007. A faixa de 25 a 29 anos também se destacou ao criar 296.208 vagas formais (4,45%), seguida pelas 238.310 novas contratações que beneficiaram os jovens de 18 a 24 anos.

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

================================================

Pessoas com deficiência são mais de 300 mil no mercado formal de trabalho

Deficientes Físicos representam 55,24% dos contratados; Deficientes auditivos têm maior remuneração média, de R$ 2.162

Brasília, 06/08/2009 – Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2008), anunciada nesta quinta-feira (6) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, 323,2 mil trabalhadores portadores de necessidades especiais estão ativos no mercado de trabalho. A inclusão de pessoas com deficiência está prevista na Lei 8.231, criada para garantir uma oportunidade de emprego para trabalhadores neste perfil.

Por tipo de deficiência, o levantamento da RAIS 2008 mostra que os deficientes físicos representam 55,24% dos trabalhadores com deficiência. Em seguida estão os deficientes auditivos, com 24,65%; e os visuais, com 3,86%. Os mentais representam 3,37% e os portadores de deficiências múltiplas, 1,09%. Na situação de Reabilitados foram declarados 11,78% dos deficientes com vínculo trabalhista.

Os homens têm maior representatividade em todos os tipos de trabalhadores com deficiência, com participação de 64,32%. Entre os deficientes físicos, o percentual médio de participação masculina é de 61,33%, com 67,65% auditivos, 66,61% visuais, 73,88% mentais e 70,46% múltiplos.

Os dados da RAIS 2008 mostram que a remuneração média dos trabalhadores deficientes é de R$ 1.717, superior à média dos rendimentos do total de vínculos formais (R$1.494,66). Esse comportamento pode ser creditado à forte influência da remuneração dos deficientes auditivos, cuja média é de R$ 2.162, único valor acima da média de rendimentos entre todos os tipos de deficiência.

“Esse rendimento mais alto dos deficientes se dá por conta de remunerações mais elevadas em todos os graus de escolaridade, comparativamente aos outros trabalhadores”, informa o ministro Lupi.

No recorte por gênero, verifica-se que a maior diferença nos rendimentos recebidos entre os homens e as mulheres ocorreu nos vínculos declarados como portadores de deficiência auditiva (64,29%), decorrente dos rendimentos de R$ 2.476,64 recebidos pelos homens, e de R$ 1.507,48 pelas mulheres, seguida dos deficientes múltiplos (40,48%), expressa pelos rendimentos de R$ 1.397,47 para os homens e de R$ 994,78, para as mulheres.

Rais – A Relação Anual de Informações Sociais é um registro administrativo instituído pelo Decreto n° 76.900/75, de responsabilidade do Ministério Trabalho e Emprego. Sua declaração é anual e obrigatória a todos os estabelecimentos existentes no território nacional, independentemente de possuírem ou não empregados. Ela contempla todos os empregados formais celetistas, estatutários, temporários, avulsos, entre outros.

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

================================================

Construção Civil é o setor econômico que mais cresce no país

Segundo dados da RAIS, todas as áreas do mercado apresentaram crescimento absoluto e relativo

Brasília, 06/08/2009 – Com alta de 18,33% em 2008, a Construção Civil foi o setor de atividade econômica que apresentou maior crescimento em comparação com 2007. O registro é da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2008), divulgada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, durante coletiva na manhã desta quinta-feira (6). Todos os setores da economia apresentaram resultados positivos com o bom desempenho do mercado interno.

O grande impulsionador do mercado em 2008, em termos absolutos, foi o setor de Serviços, que, sozinho, empregou 645,6 mil trabalhadores, alta de 5,41%. Em seguida aparece Comércio, com 483,2 mil postos (7,06%); Construção Civil, com 296,6 mil (18,33%); Indústria de Transformação com 228,7 mil (3,23%); e, por fim, Administração Pública, com 111,7 mil empregos (1,36%).

“O crescimento dos setores econômicos de atividade privada e a pouca contratação no serviço público mostra que os quadros do governo não estão inchados, como alguns querem fazer crer. Pelo contrário, para continuar crescendo, o Brasil precisa de mais servidores públicos em todas as áreas, para que os brasileiros sejam melhor atendidos, com cada vez mais rapidez e eficiência”, comentou Lupi.

Também apresentaram bons resultados a Agropecuária, com 38 mil (2,75%), Extrativa Mineral, 19,4 mil (10,51%) e Serviços Industriais de Utilidade Pública, 10,7 mil (2,94%).

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

=========================================

Mercado de trabalho cresce mais para mulheres

Rais mostra aumento de 5,5% na força de trabalho feminina, frente a 4,44% para homens. Entre profissionais com Nível Superior Completo há mais mulheres que homens no mercado de trabalho

Brasília, 06/08/2009 – Em 2008, a força de trabalho feminina cresceu mais do que a masculina, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2008) divulgados nesta quinta-feira (6) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. O aumento registrado foi de 5,5% para elas, frente a 4,4% para os homens.

A força de trabalho feminina continua preponderante em relação à dos homens nos níveis de instrução Superior Incompleto e Completo. Elas são, por exemplo, 3,6 milhões com terceiro grau completo, contra 2,5 milhões de homens com o mesmo grau de instrução. por outro lado, nos níveis que demandam pouca qualificação elas estão em menor número.

“Há mais homens ocupando empregos que exigem menos escolaridade porque são vagas que, normalmente, exigem mais trabalho braçal. O mercado de trabalho busca profissionais mais bem preparados, com mais estudo. É um aviso aos jovens para que não deixem de estudar. E o Governo Federal está investindo na preparação dos trabalhadores brasileiros: este ano serão qualificados pelo MTE mais de um milhão de pessoas, beneficiários do Projovem Trabalhador, dos Planos Setoriais de Qualificação, do Jovem Aprendiz e em parceria com as escolas técnicas federais”, lembrou Lupi.

No Ensino Médio Completo, o número de vagas ocupadas por homens (806,4 mil – 10,68%) cresceu mais do que por mulheres (554,0 mil – 8,80%). Foram registradas no Brasil em 2008 novos 1,3 milhão de postos (9,82%) neste nível de escolaridade. Em números absolutos, este resultado mais que superou a perda ocorrida nas faixas até a Oitava Série Completa do Ensino Fundamental, e, em termos relativos, situa-se bem acima da média nacional (4,88%).

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

==============================================

São Paulo e Roraima se destacam na geração de empregos

Paulistas com emprego formal são 634 mil. Número de roraimenses celetistas ou estatutários cresce 12,41%. Oferta de emprego no Nordeste cresce mais do que o Sul

Brasília, 06/08/2009 – Em 2008, das 27 Unidades da Federação, 26 alcançaram resultados positivos na geração de empregos formais, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2008) divulgada nesta quinta-feira (6) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. São Paulo, em números absolutos, e Roraima, em números relativos, forma os estados que mais se destacaram na geração de novos empregos celetistas e estatutários.

“Pelo segundo ano seguido o emprego no Nordeste cresceu mais do que no Sul, o que mostra uma tendência de crescimento econômico maior nas áreas mais carentes do Brasil”, avaliou Lupi.

O estado de São Paulo, com 634.300 mil novas vagas, lidera o ranking de geração de empregos formais no país. Em seguida vêm Minas Gerais (148 mil), Paraná (125 mil), Rio Grande do Sul (95,5 mil), Santa Catarina (79,8 mil) e Bahia (76,8 mil). Apenas Sergipe registrou saldo negativo, com perde da 1,4 mil postos.

Em comparação com o estoque de trabalhadores registrados em 2007, sobressairam os estados de Roraima, com aumento de 12,41% no nível de emprego, Piauí (12,31%), Maranhão (11,82%) e Amapá (10,44%).

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

===========================================

Negros conquistam maior aumento percentual de remuneração

Média salarial entre trabalhadores que se dizem negros subiu de R$ 916,77 para R$ 969,24, acréscimo de 5,72%. Salário entre brancos aumentou 1,88%

Brasília, 06/08/2009 – Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2008), do total de trabalhadores regidos pela Consoludação das Leis do Trabalho (CLT), 19,615 milhões de trabalhadores formais no país (62,32%) declararam ser de cor branca. Em 2007, o índice foi de 63,21%. Os trabalhadores que se declararam pardos somam 8,597 milhões (27,31%), indicando aumento em relação a 2007 (26,65%). Os que se dizem pretos ou negros são 1,655 milhões (5,26%), pequeno aumento em relação a 2007 (5,22%).

“É importante dizer que são as próprias pessoas que declaram a cor da sua pele, o que nos leva a crer, num país miscigenado como o Brasil, que a maioria não assume a cor. Percebemos que entre os mais escolarizados há mais pessoas que se declaram negras, e isso acontece a reboque da concientização e afirmação racial dos negros mais intelectualizados”, comentou o ministro Carlos Lupi, que anunciou os dados da RAIS 2008 na manhã desta quinta-feira (6).

Há pouca representatividade dos vínculos empregatícios para pessoas que se declaram “amarelas” e “indígenas”. Ambas somadas representam apenas 1% do total. Entretanto, o número vínculos celetistas de índios subiu de 81.671 em 2007 para 84.153 em 2008, e o número de amarelos cresceu de 231.287 em 2007 para 241.119 trabalhadores.

Quanto à escolaridade, a maioria dos trabalhadores que se dizem brancos, negros ou pardos possui Ensino Médio Completo, faixa onde se encontra a maior representatividade do emprego formal, com média de 39,72%, sendo distribuída da seguinte forma: pardos com ensino médio completo são 41,58%; brancos 39,08% e negros 35,80%.

Entre os trabalhadores que concluíram o nível Superior, os brancos são maioria 13,18%, em seguida vem os pardos com 5,86% e a minoria são pretos ou negros, 3,61%. Neste nível de escolaridade, as mulheres apresentaram maior nível de escolaridade que os homens. As mulheres brancas com nível superior são 17,52%, ante 10,41% para os homens brancos, sendo de 5,96% para mulheres pretas ou negras e de 2,60% para homens pretos ou negros e de 9,43% para as trabalhadoras declaradas pardas, ante 4,13% para os homens pardos.

Os trabalhadores negros obtiveram maior aumento nos rendimentos médios, acréscimo de 5,72%, percentual superior à média de remuneração de todas as raças somadas, que foi de 2,67%. A remuneração dos negros subiu de R$ 916,77 para R$ 969,24, com maior variação entre os homens, 6,67%. Os trabalhadores que se dizem pardos tiveram aumento de 4,83%.

Os brancos registraram menor percentual de aumento real: 1,88%. Apesar do modesto aumento, os rendimentos médios dos vínculos empregatícios dos trabalhadores brancos são 50% superiores àqueles classificados como negros e 43,7% acima dos considerados como pardos. Em relação a 2007, verifica-se redução da desigualdade entre os rendimentos de brancos e negros (55,7%) e brancos e pardos (47,8%).

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

============================================

Cresce o número de trabalhadores formais no Brasil

Dados da Relação Anual de Informações Social (RAIS) mostram que 1,8 milhão de pessoas entraram para o mercado formal de trabalho em 2008. Em 7 anos, foram gerados mais de 10 milhões de empregos no país

Brasília, 06/08/2009 – Em 2008, o Brasil alcançou a marca de 39,442 milhões de empregos formais, entre celetistas e estatutários, aumento de 1,834 milhões (4,88%) em relação a 2007, quando foram registrados 37,607 milhões de trabalhadores com vículos formais no país. Os números são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais 2008), anunciados na manhã desta quinta-feira (6) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

“Em 2009 chegaremos à marca de 40 milhões de empregos formais no Brasil. Só no governo Lula foram gerrados 10,7 milhões de empregos formais gerados no país. Tivemos o quarto melhor resultado em 20 anos”, comentou Lupi.

CONFIRA TODOS OS DADOS DA RAIS 2008

Do total de 1,834 milhão de empregos gerados, 1,698 milhão foram com carteira assinada (celetistas), e 135,9 mil de vínculos empregatícios estatutários (servidores públicos). O crescimento do emprego contribuiu para o ganho real de 3,52% do rendimento médio dos trabalhadores formais, passando de R$ 1.443,77 em dezembro de 2007 para R$ 1.494,66 em dezembro de 2008.

Declararam a Rais 2008 7,143 milhões de estabelecimentos, sendo 3,085 milhões com empregados, e 4,058 milhões de estabelecimentos sem empregados contratados, representando um crescimento de 3,7% no total de estabelecimentos, em relação a 2007.

A Rais é o instrumento do Governo Federal utilizado para identificar os trabalhadores com direito ao recebimento do benefício do Abono Salarial. Em 2008 foram identificados 16,903 milhões de trabalhadores com direito ao benefício ante 15,561 milhões em 2007.

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.mte.gov.br.

================================================

Ministério confirma: em seis anos, Paraná gera mais 700 mil novos empregos formais – 07/08/2009 15:10:00

Em 2008, o Paraná registrou 2.503.927 trabalhadores com carteira assinada. Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgados nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego, e mostram que nos últimos seis anos, o emprego formal teve alta de 38,14% no Estado. São aproximadamente mais 700 mil pessoas no mercado de trabalho desde 2002, quando o estoque de mão-de-obra era de 1.812.631 empregados.

Para o secretário estadual do Trabalho, Nelson Garcia, os números refletem a eficácia das políticas adotadas pelo Governo do Estado a partir de 2003. “O governador Roberto Requião mudou o foco e criou novas medidas para estimular a geração de empregos formais. Se na gestão anterior as grandes multinacionais recebiam todos os incentivos e favores, neste Governo a prioridade são os pequenos empreendedores, os agricultores familiares e o povo trabalhador”, ressalta.

“O Paraná tem hoje o maior salário regional do Brasil, investe pesado em qualificação profissional, isenta e reduz os impostos para micro e pequenas empresas, reduz o ICMS de 95 mil itens de consumo salário e oferece microcrédito com os menores juros de mercado”, diz ainda o secretário do Trabalho.

“Além disso, os investimentos em infraestrutura e desenvolvimento não se concentram apenas na Capital. A economia é mais diversificada, as cidades crescem e atraem empresas, principalmente no Interior ”, completa.

SETORES – De acordo com a Rais, o setor que mais cresceu no Estado foi a Construção Civil, cerca de 61%. Em dezembro de 2002, eram 60.408 pessoas atuando nas atividades relacionadas a obras e construções. No mesmo mês de 2008, o número saltou para 97.194 trabalhadores.

A Indústria de Transformação contratou, aproximadamente, mais 200 mil funcionários no período. Com alta de 48,87%, foram 608.802 empregados formalizados em 2008.

O número de trabalhadores rurais, com carteira assinada, subiu quase 28% em seis anos. Em 2008, a Agropecuária empregou 104.022 funcionários do campo.

O setor de Serviços registrou 747.050 empregados formais em dezembro do ano passado. Aumento de 31,31% em relação ao mesmo mês de 2002, quando estavam contratadas 568.930 pessoas.

No comércio, o total de trabalhadores passou de 336.703 em 2002, para 524.736, seis nos depois. Crescimento de 55,86%.

O menor aumento foi na Administração Pública, pouco mais de 17%. A Rais, que contabiliza os contratos de celetistas e estatutários, apontava a existência de 392.376 vínculos formais em 2008. Seis anos antes, eram 334.861.

SALÁRIO – Desde 2003, a remuneração média do paranaense, segundo os dados do Ministério do Trabalho, cresceu 60,48% . Em dezembro de 2002, o salário médio no Estado era de R$ 844,39. Depois de seis anos, o valor alcançou R$ 1.355,09.

PERFIL – A Relação Anual de Informações Sociais (Rais-2008) revela que, no Paraná, as mulheres ganharam espaço no mercado formal de trabalho. Dos mais de 2,5 milhões de empregos existentes em dezembro do ano passado, elas ocuparam 1.063.409 vagas. Ainda assim, os homens continuam maioria e responderam por 1.440.518 contratos.

A mão-de-obra feminina superou a masculina nas funções que exigiam curso superior: 247.844 trabalhadoras garantiram vagas que precisavam deste grau de instrução. Cerca de 149 mil homens ocuparam postos de trabalho com o mesmo perfil.

O salário médio das mulheres cresceu, mas continua abaixo dos homens. Elas recebiam R$ 1.211,44, enquanto eles ganhavam R$ 1.462,08.

IDADE – Segundo a Rais, a maior parte dos empregos formais em 2008 foi ocupada por pessoas com entre 30 e 39 anos. Trabalhadores nesta faixa etária responderam por 712.344 postos de trabalho. Em seguida, aparecem aqueles com 40 a 49 anos, que garantiram 547.053 vagas.

Os funcionários com 18 a 24 anos foram 475.814 dos empregados no ano. Quem tinha de 25 a 29 anos ocupava 424.611 postos.

ESCOLARIDADE: A grande maioria dos empregados no ano passado tinha o ensino médio completo, 942.471 pessoas. Aqueles que concluíram curso superior responderam por 396.908 vagas de trabalho, e os que estudaram até a oitava série do ensino fundamental garantiram 355.747 oportunidades.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.aenoticias.pr.gov.br.

Close