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Funcef formaliza adesão ao programa Pró-Equidade de Gênero da Secretaria de Políticas para as Mulheres

A Funcef entregou na manhã desta sexta-feira (25) o termo de adesão ao programa Pró-Equidade de Gênero – Oportunidades Iguais e Respeito às Diferenças da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) do governo federal. Junto com o termo, foi entregue também à Subsecretaria de Articulação Institucional o plano de ação para cumprimento do programa.

A proposta de adesão da Fundação ao Pró-Equidade partiu da conselheira eleita Fabiana Matheus e recebeu sinal verde para encaminhamento na reunião do Conselho Deliberativo de 11 de setembro. O termo de adesão e o plano de ação foram repassados à equipe do Pró-Equidade de Gênero por Fabiana Matheus, Valéria Fazzura e Evaldo Souza Vieira, integrantes do Grupo de Discussão de Gênero da Funcef. A recepção dos documentos foi feita por Márcia Leporace, uma das coordenadoras do Pró-Equidade, e por Diane Heger.

O Pró-Equidade de Gêneros integra o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (II PNPM) e consiste em estimular organizações públicas e privadas a desenvolverem novas concepções de gestão de pessoas e cultura organizacional.

Ao aderirem ao programa, as organizações passam a ser monitoradas e avaliadas, ao longo de 12 meses, quanto ao cumprimento dos propósitos do programa. É feita a comparação do passado com o presente, para se averiguar o porte e a natureza das mudanças na promoção de igualdade de oportunidades. Para receber o Selo Pró-Equidade de Gênero, é necessário o cumprimento de, no mínimo, 70% das ações pactuadas.

A equipe do Pró-Equidade recebeu 84 adesões à terceira edição do programa. A segunda edição teve desfecho em 25 de março deste ano, com a entrega do Selo a 23 empresas, entre as quais a Caixa Econômica Federal.

O próximo passo da participação da Funcef no Pró-Equidade será uma reunião de integrantes do Grupo de Discussão de Gênero da Fundação com a equipe do programa, para detalhamento do plano de ação a ser cumprido ao longo dos próximos 12 meses. A primeira fase da avaliação será fechada em maio e a segunda em agosto de 2010.

Integrantes do Grupo de Discussão de Gênero da Funcef:

Valéria Fazzura (Comunicação Social – coordenadora do grupo)
Fabiana Matheus (Conselho Deliberativo)
Evaldo Souza Vieira (Presidência)
Elaine da Silva Lela (Diretoria de Administração)
Nadja Mendes Soares (Gerência de Auditoria)
Wlamir Ubeda Martines (Diretoria de Planejamento e Contoladoria)
Mara Patrícia Marques Braga (Diretoria de Investimentos)

Ações mais frequentes nas empresas que obtiveram o Selo Pro-Equidade de Gênero:

– Inclusão do compromisso com a eqüidade de gênero no planejamento estratégico;

– Realização de levantamentos, pesquisas e censos para identificação de perfil da empresa com inclusão dos itens auto-declarativos raça/cor/orientação sexual nos cadastros de RH das empresas;

– Acesso de quaisquer funcionárias/os aos dados cadastrais sobre gênero e raça nas intranets das empresas;

– Incentivo à participação de mais mulheres nos treinamentos/cursos de capacitação (horários adequados às mulheres, estabelecimento de cotas para mulheres etc.);

– Criação de cursos específicos de treinamento profissional para mulheres;

– Adoção de critérios em concursos para vagas oferecidas em áreas tradicionalmente masculinas (segurança, técnica) que possibilitem a participação de mulheres;

– Maior número de nomeações de mulheres para provimento de cargos de chefia e gerenciais;

– Introdução do tema gênero nas palestras de recepção de novos empregados;

– Participação de integrantes do Comitê de Gênero da empresa na Comissão de Negociação do acordo coletivo de trabalho;

– Aumento da participação de mulheres e negros/as na publicidade institucional das empresas e organizações;

– Adoção de linguagem não-sexista ao se referirem aos empregados/as nas mensagens, comunicações verbais e/ou de marketing;

– Concessão do benefício auxílio-creche para dependentes de empregados do sexo masculino;

– Crescimento da participação de homens nos Comitês de Gênero das empresas (até mesmo a paridade, em algumas empresas);

– Eleição de integrantes de subcomissões de gênero, em todas as unidades da federação, com participação voluntária de milhares de empregados/as;

– Inclusão da companheira (o) que conviva em união estável homoafetiva para efeito de todos os benefícios concedidos aos empregados/as;

– Ingresso das empresas nas campanhas do Laço Branco (homens pelo fim da violência contra as mulheres) e 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres; e

– Incremento de palestras sobre eqüidade de gênero, em especial sobre assédio moral e sexual, dentre muitas outras temáticas.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.fenae.org.br.

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