fetec@fetecpr.com.br | (41) 3322-9885 | (41) 3324-5636

Por 12:59 Sem categoria

Banco do Brasil passa a responder por 20,1 porcento das operações de crédito do mercado e aumenta lucro

Brasília – As operações de crédito do Banco do Brasil cresceram 41,1% nos últimos 12 meses, com saldo de R$ 301,4 biilhões. A participação da instituição no mercado passou de 16,4% em setembro de 2008 para 20,1% em setembro deste ano. O índice foi recorde histórico do banco.

Só as linhas de empréstimo para pessoa física quase dobraram, com alta de 97,3%, no total de R$ 85,7 bilhões. Desse total, R$ 34 bilhões corresponderam ao credito consignado, com participação de 33,8% do mercado.

A expansão levou o Banco do Brasil a registrar aumento de 2,3% no lucro líquido (R$ 6 bilhões) no período de janeiro a setembro, se comparado a igual período do ano passado. No terceiro trimestre do ano, o lucro líquido foi de R$ 2 bilhões, ou 6% acima dos números do mesmo período do ano passado e 15,7% abaixo do resultado do segundo trimestre deste ano.

Os dados foram divulgados pelo presidente da instituição, Aldemir Bendine. Segundo ele o banco vai manter a estratégia de estimular a concessão de crédito, já que a massa salarial do país está aumentando e o governo tem metas de ampliar os investimentos em infraestrutura.

Por Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil. Edição: Tereza Barbosa.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br.

================================================

BB tem salto no crédito no 3o tri, mas lucro sobe pouco

SÃO PAULO (Reuters) – O Banco do Brasil informou nesta quinta-feira que fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de 1,979 bilhão de reais, 6 por cento superior ao ganho de 1,867 bilhão de reais em igual período do ano anterior.

“O resultado foi impulsionado pela expansão do crédito”, comentou a instituição em relatório enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A instituição encerrou setembro com uma carteira de crédito total de 301,421 bilhões de reais, com uma expansão de 41,1 por cento em 12 meses, com destaque para o segmento de veículos, que deu um salto de 243,4 por cento no intervalo. O banco usou para esse cálculo o conceito ampliado, que inclui garantias prestadas e títulos privados.

Os ganhos com a forte alta nas operações de financiamento foram diminuídos em parte devido ao aumento das despesas com provisões para perdas esperadas com crédito, que no período somaram 3,017 bilhões de reais, praticamente estável em relação ao trimestre imediatamente anterior, mas bem acima do total de1,338 bilhão de reais provisionado no terceiro trimestre de 2008.

O índice de inadimplência (medida pelo total de operações vencidas há mais de 90 dias) encerrou o trimestre em 3,6 por cento, superior aos 3,3 por cento do final de junho e aos 2,2 por cento do final de setembro do ano anterior.

O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido (ROE) de julho a setembro ficou em 26,2 por cento. Em igual intervalo de 2008, esse índice havia ficado em 30,5 por cento.

Os ativos totais da instituição somavam 685,684 bilhões de reais no final de setembro, uma expansão de 49,6 por cento em 12 meses, consolidando-se na liderança do ranking bancário doméstico entre as instituições financeiras. O número inclui a aquisição da Nossa Caixa e as incorporações do Besc e do BEP, além de 50 por cento de participação no Banco Votorantim.

Os efeitos extraordinários agregaram 215 milhões de reais ao lucro líquido, sobretudo pela receita extra de 209 milhões de reais com o exercício da venda de um lote suplementar de ações da Cielo, ex-VisaNet.

Desconsiderados os efeitos extraordinários, o lucro trimestral recorrente atingiu 1,764 bilhão de reais, abaixo dos 2,037 bilhões de reais do mesmo trimestre de 2008.

A previsão média de 10 analistas consultados pela Reuters era de lucro recorrente de 1,680 bilhão para o BB no terceiro trimestre.

O Conselho Diretor do BB aprovou a distribuição de 40 por cento do lucro do terceiro trimestre aos acionistas. De um total de 791,4 milhões de reais, 315,5 milhões de reais serão distribuídos sob a forma de dividendos e os demais 475,9 milhões em juros sobre o capital próprio, segundo o banco.

Por Aluísio Alves.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.reuters.com.br.

===============================================

Lucro do BB chega a R$ 6 bilhões nos nove primeiros meses do ano

Nos nove primeiros meses de 2009, o Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 6 bilhões, crescimento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2008. Esse resultado correspondeu a uma rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido (RSPL) de 25,9%. O resultado do 3º trimestre de 2009 foi de R$ 2 bilhões, maior 6% que o mesmo período do ano anterior e recuo de 15,7% em relação ao segundo trimestre de 2009.

Com a consolidação da participação de 50% no Banco Votorantim, os ativos do Banco do Brasil alcançaram R$ 685,7 bilhões e a carteira de crédito atingiu R$ 301,4 bilhões, números que colocam o BB como o maior banco da América Latina e um dos principais financiadores da região.

O resultado foi impulsionado pela expansão do crédito. As receitas financeiras totalizaram R$ 47,3 bilhões nos primeiros nove meses do ano, 24,3% superior às do mesmo período do ano anterior. Desse total, as receitas provenientes das operações de crédito somaram R$ 29,7 bilhões, 26,5% maior do que as registradas no mesmo período de 2008.

As ações do Banco do Brasil valorizaram 125,8% no ano e o valor de mercado do BB atingiu R$ 80,2 bilhões, encerrando o trimestre como a maior empresa listada no Novo Mercado da Bovespa, segmento que reúne as companhias com as mais rigorosas práticas de governança corporativa.

Crédito ultrapassa R$ 300 bilhões e BB atinge participação histórica no mercado

A estratégia de ampliar a oferta de crédito foi responsável pelo expressivo resultado da carteira do BB no 3º trimestre de 2009. Em todos os segmentos de mercado houve crescimento, com a carteira total (incluindo prestação de garantias e carteira externa) apresentando saldo de R$ 301,4 bilhões, expansão superior a 41,1% em 12 meses. Com isso, o BB alcançou participação de mercado de 20,1%. Esse saldo contempla R$ 20,5 bilhões oriundos da consolidação de 50% do Banco Votorantim.

O índice de inadimplência (operações vencidas há mais de 90 dias/carteira total) encerrou o trimestre em 3,6%, patamar inferior à do Sistema Financeiro Nacional (4,4%), embora superior ao índice registrado em junho último (3,3%).

BB passa a ser o segundo maior financiador do crédito ao consumo no País

O crédito às pessoas físicas expandiu 97,3% em 12 meses, atingiu R$ 85,7 bilhões e passou a representar 30% da carteira de crédito total, contra 21,5% no mesmo período do ano passado. Entre as linhas de crédito ao consumo, destaca-se o crédito consignado que atingiu R$ 34 bilhões, com 33,8% de participação de mercado, reforçando a posição de liderança do BB no segmento. O financiamento a veículos cresceu 243,4% em 12 meses e atingiu R$ 19,3 bilhões.

O crédito às empresas atingiu R$ 117 bilhões, expansão de 37,1% em 12 meses. Nas linhas de investimento com repasse de recursos do BNDES, o Banco do Brasil consolidou sua liderança com 19,8% de participação de mercado, 80 mil operações e repasses de R$ 7,6 bilhões no ano. O Banco Votorantim desembolsou R$ 1,8 bilhão no mesmo período.

No mercado de títulos privados e garantias, a carteira de crédito do BB atingiu R$ 15,9 bilhões. Como parceiro das empresas no mercado de capitais, o Banco do Brasil auxilia as empresas em captações e emissões no mercado de renda fixa. No ano, no mercado doméstico, foram 18 emissões que totalizaram R$ 5,4 bilhões. Na emissão de títulos de renda fixa no mercado de capitais internacional, o Banco do Brasil atuou em 11 emissões que totalizaram US$ 17,1 bilhões e EUR 750 milhões.

Maior financiador do agronegócio: crédito ultrapassa R$ 68 bilhões

O saldo da carteira de crédito do agronegócio ultrapassou R$ 68 bilhões, crescimento de 12,4% em 12 meses, que corresponde a 61,2% de todo o crédito ao agronegócio no País. Ao final do trimestre, o agronegócio respondia por 23,8% da carteira de crédito do BB.

Dos R$ 39,5 bilhões previstos para a Safra 2009/2010, R$ 28,4 bilhões são destinados ao financiamento do custeio agropecuário. Até setembro/2009, o BB desembolsou R$ 5,6 bilhões em custeio agrícola, sendo que 66,7% dessas operações foram contratadas com Proagro ou Seguro Agrícola.

Principal parceiro do comércio exterior: 37,7% de mercado em ACC/ACE

No ano, o BB é líder no mercado de câmbio de exportação e de importação com participações de 31,2% e 24% e volumes de US$ 33,7 bilhões e US$ 22,8 bilhões, respectivamente. Liderança também consolidada no ranking de agentes financeiros em operações de comércio exterior do BNDES, onde o BB desembolsou US$ 1,4 bilhão na modalidade BNDES-Exim.

A carteira de crédito de exportação e importação acumulou saldo de US$ 13,8 bilhões. Os negócios com ACC/ACE atingiram volume contratado de US$ 8,2 bilhões nos nove primeiros meses de 2009, o que permitiu ao BB alcançar participação de mercado de 37,7% no terceiro trimestre.

Inadimplência se mantém abaixo do SFN

O BB contabilizou, no trimestre, R$ 3 bilhões em despesas com provisões para risco de crédito. Com isso, o índice de provisionamento (provisões/operações vencidas +90 dias) ficou em 183,4%, índice que reflete a postura conservadora e o rigor do BB na gestão do risco de crédito.

O BB melhorou, ainda, seus índices de recuperação de crédito. No ano, foram recuperados R$ 1,8 bilhão de créditos que tinham sido baixados como prejuízo, montante 47,8% superior ao recuperado no mesmo período do ano anterior. No terceiro trimestre, enquanto os maiores bancos de varejo recuperaram, em média, 24,2% do volume de crédito baixados para prejuízo, o Banco do Brasil registrou 28,9% de recuperação.

BB é líder em depósitos e administração de recursos de terceiros

A confiança na segurança do Banco do Brasil, a base de mais de 54,2 milhões de clientes e a rede de 17,2 mil pontos de atendimento, permitiram que o BB ampliasse sua base de depósitos significativamente, mantendo a liderança no Sistema Financeiro Nacional.

Em depósitos, o BB captou R$ 327 bilhões, volume 42,3% superior ao terceiro trimestre de 2008. Destaque para as captações em poupança e depósitos a prazo que totalizaram, respectivamente, R$ 72,2 bilhões e R$ 194,7 bilhões, crescimento de 37,1% e 52,6% em 12 meses. Em captações no mercado aberto, o volume soma R$ 153,6 bilhões no trimestre.

Maior administrador de recursos de terceiros, o Banco do Brasil alcançou 22,3% de participação de mercado, com R$ 311,4 bilhões de recursos, evolução de 28,9% em 12 meses, montante que inclui 50% dos recursos administrados pelo Banco Votorantim. Além dos recursos computados para efeitos do ranking Anbid, a BB DTVM detém R$ 63,1 bilhões em gestão e administração de outros fundos, que totaliza carteira de R$ 374,5 bilhões.

BB amplia sua participação no mercado de cartões

Com uma base de 80 milhões de cartões, o Banco do Brasil ampliou para 19,0% sua participação de mercado, em termos de faturamento. O BB encerrou o trimestre com 25,7 milhões de cartões de crédito emitidos, crescimento de 2,9% em 12 meses, e 54,2 milhões de cartões de débito, 4,2% mais do que no 3º trimestre de 2008.

Com intensa utilização dos cartões como meio de pagamento, o faturamento com cartões atingiu R$ 22 bilhões no trimestre, evolução de 29,5% em 12 meses e colaborou para que os negócios com cartões agregassem R$ 1,1 bilhão ao resultado do BB.

Crescimento das receitas aliado ao controle de custos garante melhoria na eficiência

As receitas operacionais (resultado da intermediação financeira + receitas de prestação de serviços + demais receitas) atingiram R$ 33,1 bilhões no ano, evolução de 31% em relação aos nove primeiros meses de 2008. As receitas de prestação de serviços totalizaram, no período, R$ 9,9 bilhões. Destaque para as receitas com administração de fundos, cartões e contas correntes que totalizaram R$ 6 bilhões e responderam por 60,3% do total das receitas de prestação de serviços.

As despesas administrativas (despesas de pessoal e outras despesas administrativas), excluídos os itens extraordinários, somaram R$ 14,2 bilhões. A razão entre essas despesas administrativas e as receitas operacionais mostra que o índice de eficiência atingiu 43%, contra 45,7% verificados no 9M08. O índice de cobertura das despesas de pessoal (sem itens extraordinários) com as receitas de prestação de serviços ficou em 129,5% no ano.

Seguros, previdência e capitalização mantêm expansão

O Banco do Brasil deu continuidade à sua estratégia de reestruturação do negócio de seguros por meio da constituição de duas subsidiárias integrais: a BB Seguros Participações, com investimentos nas empresas que atuam no mercado de previdência privada, capitalização, seguro de veículos e seguro saúde, e a BB Aliança Participações, que participará na empresa que atua no mercado de seguros de ramos elementares e de vida.

Além disso, o Banco do Brasil está revendo suas parcerias, modelos de gestão e governança nas empresas coligadas que atuam na área de previdência, seguros e capitalização, de forma a garantir melhor rentabilidade do negócio e ampliação da sua participação de mercado.
O resultado de seguridade atingiu, nos nove primeiros meses de 2009, R$ 752 milhões, crescimento de 38,2%. Com isso, o índice de seguridade, que representa a participação dos negócios de seguros, previdência e capitalização no resultado do BB, alcançou 15%, contra 10,8% no mesmo período de 2008.

Índice de Basileia permite manutenção do crescimento dos negócios

O BB encerrou o trimestre com Índice de Basileia em 13%, superiorao índice de 11% exigido pelo Banco Central. Considerando as emissões de bônus perpétuos e de dívida subordinada, realizadas, respectivamente, em outubro e novembro deste ano, o Índice de Basileia atingirá 13,9%, quando autorizada pela autoridade monetária a utilização dessas emissões como capital nível 1 e 2.

Investimentos no Desenvolvimento Regional Sustentável chega a 4,7 mil municípios

A estratégia negocial DRS já contabiliza R$ 7,1 bilhões em negócios realizados. No final do período, havia 4,5 mil planos de negócio em implementação, contemplando 1,2 milhão de famílias em 4,7 mil municípios. Por intermédio do DRS, o BB materializa sua contribuição para o desenvolvimento do País por meio de ações economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas.

Banco do Brasil é o único banco de varejo nas Américas que possui o ISO 20000

Como reconhecimento do modelo de governança em tecnologia da informação, da qualidade dos processos e da competência dos profissionais de tecnologia do Banco do Brasil, os serviços de compensação do BB foram certificados com o ISO 20000, que atesta a qualidade, dentro dos melhores padrões mundiais, dos processos tecnológicos implantados pelo Banco do Brasil.

O resultado dos investimentos do BB em estrutura tecnológica é traduzido na confiabilidade dos canais de autoatendimento e na relação do Banco com seus clientes. 92,2% das transações bancárias são realizadas via canais automatizados de atendimento, sendo que 43,9% dessas transações foram realizadas pelo site do BB. O Banco do Brasil possui, ainda, a maior rede de terminais de autoatendimento, com 43,8 mil terminais distribuídos em todo o país.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://www.bb.com.br/portalbb/page251,138,5504,0,0,1,0.bb?codigoMenu=2363&codigoNoticia=20799

==============================================

Lucro da Caixa chega a quase R$ 870 milhões no terceiro trimestre

Brasília – A Caixa Econômica Federal obteve lucro de R$ 869,9 milhões no terceiro trimestre de 2009, valor que representa crescimento de 20,4% em relação ao resultado do mesmo período do ano passado (R$ 722,5 milhões), informou o banco ontem (5) à noite. Em relação ao trimestre anterior, houve um aumento de 23,28%.

No entanto, o lucro líquido de janeiro até setembro, de R$ 2 bilhões, foi 37,9% inferior ao registrado em igual período de 2008 (R$ 3,265 bilhões).

Os ativos totais da instituição chegaram ao saldo de R$ 341,9 bilhões e o patrimônio líquido foi de R$ 12,3 bilhões, com crescimento de 23,9% e 1,1%, respectivamente. Os demais ativos administrados pela Caixa somaram R$ 379,5 bilhões. Entre esses ativos estão o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), com R$ 230,9 bilhões, e fundos de investimento, com R$ 97,2 bilhões.

Segundo a instituição, o lucro do banco foi impulsionado pelas receitas de operações de crédito, com R$ 3,7 bilhões, 28,2% a mais que no terceiro trimestre de 2008, e pelas receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias, com R$ 2,4 bilhões.

O saldo total das operações de crédito atingiu R$ 111,9 bilhões de janeiro a setembro, 61,9% a mais do que no mesmo período do ano passado. Desse valor, R$ 41,1 bilhões foram operações de crédito comercial, com crescimento de 79,7%. O segmento pessoa física alcançou R$ 20,2 bilhões e o de pessoa jurídica (empresas) registrou R$ 20,9 bilhões, o que representa aumento de 57% e 109%, respectivamente.

Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil. Edição: Juliana Andrade.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br.

Close