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Plano de Cargos, Carreiras e Salários está na ordem do dia para os trabalhadores no Banco do Brasil; discussões serão retomadas nesta terça-feira

Funcionários do BB começam nesta terça a debater proposta para PCCS

A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) da Contraf-CUT começa nesta terça e quarta-feiras, dias 17 e 18, em Brasília, sua preparação para os debates com o BB a respeito do Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS). Na campanha salarial deste ano, os funcionários conquistaram o compromisso da empresa de implementar um plano com prazo até 30 de junho de 2010.

A mesa de negociações específicas sobre PCCS será instalada, conforme compromisso assumido na campanha. “Trata-se de uma conquista importante que contempla uma reivindicação antiga dos funcionários. Precisamos agora nos mobilizar para debater o tema, preparar nossa proposta e manter a pressão sobre o banco durante as negociações e conquistar um PCCS transparente e justo para o funcionalismo”, afirma Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e coordenador da CEBB.

Princípios

A Contraf-CUT defende que o PCCS contemple os seguintes pricnípios:

– Incorporação das comissões ao salário.
– Promoções horizontais e verticais.
– Critérios claros e objetivos para promoções e nomeações.
– Ampliação das faixas de remuneração.
– Jornada de 6 horas para comissionados.

Histórico

A demanda dos bancários por um novo plano de carreira data de 1997, quando, em um dos maiores ataques aos trabalhadores do BB, o governo FHC retirou o antigo PCS. Na sequência, o banco implantou o modelo de VRs, criando pisos por cargos e diminuindo a importância das comissões.

Depois de muita pressão dos trabalhadores, o banco concordou em 2003 em criar um Grupo de Trabalho para discutir as premissas de um novo PCS/PCC, que funcionpou até o ano seguinte sem que houvesse acordo.

A última movimentação do banco sobre o tema aconteceu em 2007, quando a direção tentou implementar um modelo restritivo de PCS de forma unilateral, rejeitado pelo funcionalismo.

Outros temas

A reunião também irá debater outros temas que serão discutidos nas negociações permanentes, como previdência e saúde.

Fonte: Contraf-CUT.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.contrafcut.org.br.

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Trabalhadores bancários se reúnem dias 17 e 18 para discutir PCCS

A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) da Contraf-CUT começa nas próximas terça e quarta-feiras, dias 17 e 18, em Brasília, sua preparação para os debates com o BB a respeito do Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS). Na campanha salarial deste ano, os funcionários conquistaram o compromisso da empresa de implementar um plano com prazo até 30 de junho de 2010. Entretanto, para a surpresa do movimento sindical, o acordo assinado não possui qualquer cláusula tratando do tema ou especificando prazos. Por isso, o Sindicato de Curitiba e região e a FETEC-CUT-PR estão exigindo da coordenação da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB que providencie um aditivo ao acordo.

Na reunião desta semana, os bancários do Paraná estarão representados por Gilberto Reck. Reck explica que as expectativas dos trabalhadores bancários no BB é de arrancar da empresa um termo de compromisso, fornalizando um calendário de discussões, prazos (definição de cronograma de ações) e forma de organização destes debates. Segundo a Contraf-CUT, a mesa de negociações específicas sobre PCCS será instalada ainda em novembro, conforme compromisso assumido na campanha.

Princípios

A Contraf-CUT defende que o PCCS contemple os seguintes princípios:

– Incorporação das comissões ao salário.
– Promoções horizontais e verticais.
– Critérios claros e objetivos para promoções e nomeações.
– Concursos internos.
– Ampliação das faixas de remuneração.
– Jornada de seis horas para comissionados.

Histórico

A demanda dos bancários por um novo plano de carreira data de 1997, quando, em um dos maiores ataques aos trabalhadores do BB, o governo FHC retirou o antigo PCS. Depois de muita pressão dos trabalhadores, o banco concordou em 2003 em criar um Grupo de Trabalho para discutir as premissas de um novo PCS/PCC, que funcionpou até o ano seguinte sem que houvesse acordo.

A última movimentação do banco sobre o tema aconteceu em 2007, quando a direção tentou implementar um modelo restritivo de PCS de forma unilateral, rejeitado pelo funcionalismo.

Por: Patrícia Meyer – SEEB Curitiba. Com informações Contraf-CUT

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.

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