A Executiva Nacional da CUT reitera ao presidente Lula que sancione o reajuste de 7,7% para as aposentadorias acima do salário mínimo e também o fim do fator previdenciário. O reajuste vai beneficiar mais de oito milhões de brasileiros e brasileiras e funcionar como mais um fator de incremento da renda. O fim do fator corrige uma série de injustiças iniciadas em 1999, durante o governo FHC.
Deixamos claro, igualmente, que somos contrários à proposta de idade mínima, mencionada por alguns parlamentares como alternativa ao fator previdenciário. A idade mínima penalizaria quem começa a trabalhar bastante jovem.
O atual debate em torno das aposentadorias acima do mínimo poderia ter tido um resultado mais amplo e profundo, indo além do reajuste do período e criando uma política de valorização permanente das aposentadorias e pensões, a exemplo da que conquistamos para o salário mínimo – que atende 18,3 milhões de aposentados, ou 69% do total, além de outros 25 milhões de brasileiros que dele dependem direta ou indiretamente. Infelizmente, essa discussão estacionou no Congresso, desde o ano passado.
Queremos uma mesa de negociação permanente, com a participação de governo e entidades representativas dos aposentados, para construção de uma política de valorização não só das aposentadorias, mas das condições de vida dos idosos.
Não deixaremos de apresentar propostas e pressionar pela criação dessas políticas.
Executiva Nacional da CUT.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.cut.org.br.
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CUT pede que Lula confirme reajuste de 7,7% para aposentadorias
Central também espera que presidente sancione o fim do fator previdenciário; para entidades, debate poderia ter sido aprofundado
São Paulo – A executiva nacional da CUT divulgou nota por meio da qual pede ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que sancione o aumento de 7,7% para aposentadorias acima do salário mínimo e o fim do fator previdenciário. “O reajuste vai beneficiar mais de oito milhões de brasileiros e brasileiras e funcionar como mais um fator de incremento da renda.
O fim do fator corrige uma série de injustiças iniciadas em 1999, durante o governo FHC”, diz a nota da entidade. “Deixamos claro, igualmente, que somos contrários à proposta de idade mínima, mencionada por alguns parlamentares como alternativa ao fator previdenciário. A idade mínima penalizaria quem começa a trabalhar bastante jovem”, acrescenta a CUT.
Para a central, o debate sobre a correção das aposentadorias acima do mínimo “poderia ter sido mais amplo e profundo, indo além do reajuste do período e criando uma política de valorização permanente das aposentadorias e pensões, a exemplo da que conquistamos para o salário mínimo – que atende 18,3 milhões de aposentados, ou 69% do total, além de outros 25 milhões de brasileiros que dele dependem direta ou indiretamente”. Infelizmente, diz a nota, “essa discussão estacionou no Congresso, desde o ano passado”.
A CUT pede uma mesa permanente de negociação, com participação do governo e de representantes dos aposentados, “para construção de uma política de valorização não só das aposentadorias, mas das condições de vida dos idosos”. E afirma que não deixará “de apresentar propostas e pressionar pela criação dessas políticas”.
Por: Vitor Nuzzi, Rede Brasil Atual. Publicado em 25/05/2010, 14:05. Última atualização às 16:35.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.redebrasilatual.com.br.