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Em São Paulo, Dilma promete investir em educação e na carreira dos professores

São Paulo – Na sua primeira atividade de campanha em São Paulo, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Roussef, participou no começo da tarde de hoje (07) de uma caminhada na região central da cidade. No final do ato, na Praça da Sé, ela destacou a importância da educação em seu projeto de governo e disse que uma das suas preocupações é situação da carreira dos professores.

“Temos que dar aos professores duas coisas principais para que o país tenha uma educação de qualidade: primeiro é o reconhecimento, depois incentivo”, destacou Dilma. Quanto ao reconhecimento, a candidata afirmou que os professores precisam receber salários dignos. Já quanto ao incentivo, declarou que é preciso que os profissionais tenham melhor formação.

“Está nas pessoas, nos professores e nas professoras, a condição para que este país dê um passo à frente e faça uma das mais importantes revoluções, que é a revolução do conhecimento e da educação”, afirmou Dilma, que estava acompanhada do candidato a vice-presidente, deputado Michel Temer (PMDB), do candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Aloizio Mercadante, e dos dois concorrentes da coligação ao Senado, Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PCdoB).

Por Elaine Patrícia Cruz – Repórter da Agência Brasil. Edição: João Carlos Rodrigues.

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Dilma quer ampliar Saúde da Família e combater criminalidade

São Paulo – Ao participar hoje (7) de uma caminhada no centro de São Paulo, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse que a ampliação do Programa Saúde da Saúde da Família e o combate à criminalidade serão prioridades de seu eventual governo.

“Comprometo-me em ter uma política de saúde pública que aposte no Programa de Saúde da Família e aposte também em unidades de pronto-atendimento 24 horas, porque as pessoas não ficam doentes só no horário comercial”, afirmou Dilma, ao participar do primeiro ato de sua campanha na capital paulista.

Durante o evento, a petista também falou sobre segurança pública e o problema das drogas. Para ela, uma das principais questões do nosso país é o combate à violência, ao crime organizado e às drogas. “Temos que garantir que os nossos jovens não sejam vítimas fáceis das drogas, entre elas, o crack”.

A candidatado do PT à Presidência estava acompanhada, durante a caminhada, do candidato a vice-presidente, deputado Michel Temer (PMDB), do candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Aloizio Mercadante, e dos dois concorrentes da coligação ao Senado, Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PCdoB).

Cerca de 4 mil pessoas, segundo os organizadores, participaram da caminhada de Dilma pelo centro de são Paulo. A Polícia Militar estimou em1,3 mil o número de participantes do evento.

Por Elaine Patrícia Cruz – Repórter da Agência Brasil. Edição: João Carlos Rodrigues.

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Serra diz que ampliará Bolsa Família e aumentará valor pago por benefício

São Paulo – O candidato à Presidência da República pela coligação O Brasil Pode Mais, formada pelo PSDB, DEM, PPS, PTB e PTdoB, José Serra, reiterou hoje (7) que, se eleito, ampliará o programa Bolsa Família. Segundo ele, uma das propostas é aumentar o valor do benefício pago a cada família, que atualmente varia de R$ 22 a R$ 200. Ele não informou, entretanto, qual seria o novo valor.

Em campanha na cidade de Jundiaí, uma das principais do interior de São Paulo, Serra disse que é possível incluir mais 3 milhões de pessoas na relação de beneficiados pelo Bolsa Família, que atualmente tem cerca de 12,6 milhões de cadastrados. Segundo ele, o ideal é definir uma “política bem trabalhada”.

“Basta haver uma política bem trabalhada, como vamos fazer. É preciso termos um bom sistema de cadastramento e de distribuição e trazer os estados e municípios para o trabalho”, afirmou o candidato.

Serra passou o final da manhã e o começo da tarde em Jundiaí. Na cidade, depois de caminhar pelas ruas centrais e de fazer corpo a corpo com os eleitores, o candidato enfrentou uma pequena manifestação de professores da rede pública paulista. Eles levavam faixas em que afirmavam que o sistema educacional pede socorro.

O protesto foi pacífico e reuniu apenas alguns manifestantes na praça central de Jundiaí. Não houve confrontos. Serra visitou a cidade acompanhado por vários políticos, entre eles o candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ex-governador Orestes Quércia, do PMDB, e o deputado licenciado Aloysio Nunes Ferreira, do PSDB, que concorrem ao Senado.

Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil. Colaborou Renata Giraldi. Edição: Nádia Franco.

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Serra diz que é preciso desaparelhar o Estado brasileiro

São Paulo – O candidato à Presidência da República pela coligação O Brasil Pode Mais, formada pelo PSDB, DEM, PPS, PTB e PT do B, José Serra, criticou hoje (7) o que chamou de “aparelhamento” do Estado. De acordo com ele, isso ocorre quando há o preenchimento de cargos técnicos da administração pública por pessoas indicadas pelos partidos políticos, sem necessariamente demonstrarem capacitação profissional adequada. Para ele, esse quadro predomina no cenário político nacional e precisa ser revertido.

“Está tudo aparelhado. Toda a área de saúde e de assistência social está aparelhada, loteada entre partidos [aliados ao governo federal]”, disse o ex-governador paulista, ao participar, no início da tarde, de uma caminhada pelo centro de Jundiaí, a cerca de 90 quilômetros da capital paulista e que é administrada pelo PSDB.

Porém, Serra reconheceu que a responsabilidade não pode ser atribuída exclusivamente ao PT e aliados. “O PT não inventou o aparelhamento, mas que reforçou, reforçou. Hoje [os cargos] são ocupados não pela capacidade ou pela experiência [do indicado], mas sim por seu posicionamento político. Se usa coisas públicas para fins privados”, disse Serra. Ele passou o final da manhã e o começo da tarde em Jundiaí. Depois seguiu para a Campinas.

Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil. Colaborou Renata Giraldi. Edição: João Carlos Rodrigues.

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Educação com qualidade é uma de suas prioridades, diz Marina

São Paulo – A candidata do Partido Verde (PV) à Presidência da República, Marina Silva, disse hoje (7), em São Paulo, que a educação com qualidade será uma de suas prioridades de governo. Ela fez questão de destacar que teve muita clareza sobre tudo que foi colocado no programa. “É o momento de cada candidato afirmar seu programa. Eu prefiro afirmar o meu, prioridade na educação de qualidade, na implementação do Sistema Único de Saúde, no uso com sabedoria dos recursos naturais. A plataforma que foi colocada foi debatida pelo partido, pelos simpatizantes, militantes, e agora está na internet para que as pessoas possam debater”.

Marina acha preocupante os candidatos assumirem compromissos para depois não poderem sustentá-los. “Eu vejo que isso nessa campanha acontece muito, porque os mesmos que estão dizendo que agora vão fazer isenção de impostos são os mesmos que ficaram e não fizeram nos últimos 16 anos. Durante o período eleitoral, as pessoas colocam propostas para agradar determinados setores e depois vem a repercussão negativa e mudam de opinião. Eu só me preocupo em dizer aquilo que eu sei, que é possível estar comprometido com a sociedade e que se for para mudar que seja no debate”.

Marina Silva também falou sobre a importância dos programas sociais ao ser perguntada sobre a disputa pela “paternidade” do Bolsa Família. Para a candidata do PV, quando se tem compromisso com o combate à pobreza não é preciso fazer concorrência para mostrar quem é mais comprometido com os pobres. “O compromisso com o combate à pobreza é algo que se tem no DNA, por isso não faço essa concorrência. As pessoas sabem quem tem compromisso e quem fica falando no período eleitoral”. Segundo ela, o Bolsa Família é uma política social que deve ser mantida e aperfeiçoada com programas sociais de terceira geração.

A candidata do PV visitou hoje a 42ª Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios (Francal), em São Paulo, quando destacou a importância da indústria calçadista para a geração de empregos no país. Ela disse que há uma necessidade de políticas que incentivem e aperfeiçoem o setor para que ele seja cada vez mais competitivo. “A ideia aqui é conversar com os representantes do setor para discutir como vamos fazer para controlar os mecanismos de combate à concorrência desleal para promovermos os produtos brasileiros no mercado internacional”, disse.

Após visitar a feira a candidata embarcou para Belo Horizonte onde cumpre agenda eleitoral até amanhã (8). Ela tem compromissos nas cidades de Uberaba, Uberlândia e Araguari.

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil. Edição: Aécio Amado.

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Marina critica novo Código Florestal aprovado pela Câmara

Brasília e São Paulo – A candidata à Presidência da República pelo Partido Verde, Marina Silva, conclamou a sociedade a se mobilizar para evitar que as mudanças promovidas pela comissão especial da Câmara no Código Florestal Brasileiro sejam aprovadas, também, no Senado. Para Marina, a pressão sobre os parlamentares deve ser na intensidade que permitiu acelerar e aprovar o Projeto de Lei da Ficha Limpa.

“Na Câmara, são 513 deputados e no Senado, 81 senadores. Espero que a sociedade brasileira possa dialogar com cada um como fez com o [projeto] Ficha Limpa para que a gente não continue sujando as fichas das nossas florestas com esse tipo de retrocesso”, disse a candidata do PV. A entrevista foi concedida pela manhã ao visitar a 42ª Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios (Francal), em São Paulo.

Sobre as alterações propostas pelo relator do projeto, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), a candidata disse que, da forma como está, as mudanças propostas pelo parlamentar abrem mão das conquistas previstas na Constituição de 1988, que coloca as florestas como de interesse de todos os brasileiros.

Marina disse, ainda, que somente a “mobilização social” será capaz de revogar as propostas de mudanças ao Código Florestal. Perguntada se vetaria as mudanças na lei pretendidas pelos representantes da bancada ruralista na Câmara, a candidata foi direta. “Se fosse presidente, vetaria o projeto de lei como está porque é um desserviço ao setor agrícola que não pode em hipótese alguma lutar para ampliar a expansão de fronteiras agrícolas. Tem que lutar para aumentar a produção usando novas tecnologias.”

A candidata começou hoje a intensificar sua agenda de campanha em outros estados. Ainda hoje ela tem um compromisso em Belo Horizonte. Em Minas Gerais, a candidata do PV deve permanecer também amanhã, onde tem compromissos nas cidades de Uberaba, Uberlândia e Araguari.

Na sexta-feira (9), de acordo com a assessoria, a agenda de Marina será no Rio de Janeiro onde cumpre agenda no Morro do Cantagalo. No sábado (10), já de volta a São Paulo, a candidata fará uma visita à Represa de Guarapiranga.

Por Marcos Chagas e Flávia Albuquerque – Repórteres da Agência Brasil. Edição: Talita Cavalcante.

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br.

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