Resolução da CUT sobre o 2º turno das Eleições 2010
São Paulo, 08 de outubro de 2010.
A Executiva nacional da CUT, reunida na cidade de São Paulo no dia 08 de outubro de 2010, aprovou a seguinte resolução de conjuntura.
Militância nas ruas para garantir a vitória de Dilma Presidente
A CUT reafirma o voto em Dilma no 2º turno pelas reivindicações dos trabalhadores e das trabalhadoras e do povo brasileiro.
Os resultados das eleições do 1º turno em 3 de outubro não deixam dúvidas: o povo brasileiro não quer a volta do PSDB.
Em luta por suas legítimas reivindicações de redução da jornada para 40 horas, de reforma agrária, por um salário mínimo valorizado, por melhores aposentadorias e em defesa dos serviços públicos, os trabalhadores e o povo colocaram Dilma em 1º lugar com aproximadamente 48 milhões de votos (47%), e ao mesmo tempo elegeram uma Câmara de Deputados e um Senado onde as bancadas privatistas do PSDB-DEM foram reduzidas.
Nesta reta final, nossa militância deve fortalecer sua presença nas ruas e locais de trabalho, ampliando a articulação junto ao conjunto dos movimentos sociais, para barrar a possibilidade de retrocesso, expresso na candidatura do PSDB/DEM, vinculada ao passado de privatização e entrega das empresas públicas, desmonte do serviço público e ataque aos direitos sociais e trabalhistas. Tentaram acabar com as férias, o 13º salário, a licença-maternidade, entre outras conquistas, ao mesmo tempo em que ampliaram o arrocho salarial e bateram recordes de desemprego.
É hora de massificar a denúncia da proposta expressa por Serra de realizar uma violenta reforma da Previdência, destruindo direitos históricos dos trabalhadores e o próprio sistema previdenciário, começando com a elevação da idade mínima para a aposentadoria. Nossa batalha é para acabar com a herança neoliberal, a exemplo do fator previdenciário.
Da mesma forma, é preciso desmascarar a mentira de que foi o candidato do PSDB/DEM o criador do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do seguro desemprego; e relembrar a repressão e truculência contra os movimentos sociais, como a agressão covarde aos professores paulistas, funcionários de escola e policiais civis.
Como já apontado pela nossa Central no primeiro turno, a candidatura que expressa a continuidade do processo de transformações em curso no país, das quais a política de valorização do salário mínimo é uma das principais expressões, é a de Dilma Rousseff. A política permanente de valorização do salário mínimo, acordada até 2023, negociada pelas centrais sindicais com o governo, tem sido essencial para o combate às desigualdades sociais e regionais e não pode ser reduzida ao vale tudo da demagogia eleitoral, como vem fazendo o candidato da direita.
Tal como na disputa de 2006, quando Lula desmascarou os tucanos e sua política de privatizar e retirar direitos dos trabalhadores, neste segundo turno de 2010 novamente enfrentamos uma forte disputa de projetos de Sociedade e de Estado.
Não será o herdeiro de FHC que vai avançar na reforma agrária, na recuperação do petróleo para a nação ou na integração soberana da América Latina!
A CUT reafirma que é a mobilização da classe trabalhadora que garantirá a vitória no 2º turno, que significará a continuidade do projeto democrático e popular expresso em nossa Plataforma da Classe Trabalhadora, de defesa de um projeto nacional de desenvolvimento sustentável, com valorização do trabalho; igualdade, distribuição de renda e inclusão social e do Estado democrático com caráter público e participação ativa da sociedade.
Finalmente, conclamamos a todos os trabalhadores e trabalhadoras, independentemente da opção feita no primeiro turno – o voto em Marina, Plínio, Zé Maria e os demais candidatos – a refletirem sobre a importância do seu voto e também dos de seus amigos e familiares para derrotar a candidatura da direita e avançarmos na consolidação de um Brasil, justo, democrático e soberano.
Central Única dos Trabalhadores
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Com Dilma para o Brasil seguir mudando
Lideranças culturais da periferia de São Paulo lançam manifesto pró-Dilma
Há muito tempo as periferias de todo o Brasil deixaram de ser meras expectadoras para ocupar o lugar de protagonistas.
Nas eleições desse ano não poderia ser diferente. A periferia paulistana acaba de dar um belo exemplo e mostrou que tem lado: o da continuidade das mudanças sociais iniciadas pelo presidente Lula e que precisam prosseguir com a companheira Dilma.
Leia o manifesto para que você também possa assinar.
MANIFESTO PRÓ-DILMA
ASSINE VOCÊ TAMBÉM! (acesse o endereço eletrônico http://colecionadordepedras1.blogspot.com/2010/10/manifesto-pro-dilma.html)
Povo lindo, povo inteligente,
Não dá para assistir a tudo que está ocorrendo na política brasileira neste momento e fingir que nada está acontecendo. A Imprensa assumiu que é Serra, a direita também. Ora se eles tem o direito de manifestar, porque não manifestamos também?
Todo mundo sabe que se a Dilma perder, os maiores prejudicados serão as pessoas da periferia, das favelas, da região norte-nordeste, os negros e as pessoas esclarecidas da classe média.
Aliás, “nunca antes na história deste pais” um governo, como o do Lula, investiu tanto na cultura, e principalmente em projetos oriundos da periferia, e se este rocesso for interrompido, nós artistas e agentes da cultura perdemos também, todo mundo sabe disto. Então, por que o silêncio?
O Artista é a última linha da sociedade, quando ele desiste, ou se entrega, é porque já não resta mais nada.
“A periferia nos une pela dor, pela cor e pelo amor”
Assinado:
Sergio Vaz – poeta/Cooperifa
Alex Pereira
Paulinho VL
Janaína Monteiro
Tiago Paixão
Ronaldo Vaz
Luiz Flavio Lima
Euller Alves (UMOJA)
MH2 Revolucionário
Ed Trawtmam
Avelina Martinez Gallego
Dani Ciasca
Wilsom Cunha Junior
Leandro Machado
Filósofo do Caos
@ral Hip Hop Style
Cíntia Naomi
Arthur Dantas Rocha
Clara Sato
Renato Rovai (Revista Fórum)
Natasha Nunes de Moraes
Neia Oliveira
Fernanda Rüntzel
Edilene Borges
Marta Celestino
Nilson de Vix
Janaína Leite
Antonio Arles
Marisa Zanir
Lu Magalhães
Geovane Neves
Jessica Figueiró
Leandro Possadagua
Sylvia Tavares
Sacolinha – Escritor
Ricarda Goldoni
Leiah Carillo
Rose Dorea – Cooperifa
Sonia Gramacho Vaz
Jairo Periafricania
Vicente D Figueiredo
Viviane – Cooperifa
Ricardinho
Paulo de Toledo
Thaynã Dias Neri
Jaqueline Silva
Luciana C. B. Silva
Cia. Daraus – Arte e Cultura – Zona Leste-SP
Monica
André Ebner
João Claudio de Sena
Paula Morgado
Rodrigo Ciríaco
Ester do Nascimento – NH
Edilene Santos
De Lourdes
Djalma Oliveira
Ali Sati
Raphael
Japão – Viela 17
Sales Azevedo – Cooperifa
Elvio Fernandes
Indiara
Tatiana Otrowski
Bruna Daniele Piacentini
Camila Borsari
Cleber Arruda
Nicole Quaresma
Rafael XT
Enkel
Rafael Gimenes
João Locke
Gil Mendes
Viviane Cardoso
Edson Baptista de Santana – Vice – UNE – RJ
Mats Oliveira
Rafael Ferreira
Werner Lucas
Maria Isabel
Gutto FS
Galdino – O Teatro Mágico
Fernando Gomes
Augusto Cesar
Daniel Michoni
Adriano Sinistro
Adriana Aquino
Bruna Mata Cavassani
Thaís Karam – Mc Curitiba
GOG – RAPPER
Juliana de Freitas Pinheiro
Will B P
Érica Zuzatti da Silva
Rodrigo Vidal Batista Celestino
Rafael Mendonça
Jaime Balbino Gonçakves Silva
Allan Silvério de Paula
Vivian Bárbara Camargo – Florianópolis
André Ruas de Aguiar – Pontão de Cultura UFSC
Jeferson Mariano Silva
Escadinha
Guilherme Varella
Lucas Farinela Pretti
Prof. Silvio Bonilha
Victor Rodrigues
Andrio Candido
Mariane Nascimento – DF
Danilo César
Gilberto Yoshinaga
Crônica Mendes
André Carvalho – jornalista ( couro de cabrito)
Marcelo Ribeiro
Eduardo Ribas – Blog Per Raps
Mara Farias – RN
Agatha Gomes Almeida
André Pinto Teixeira
Prof. Kuiz Antônio Andrade Raymundo
Camila de Jesus
Thaís Peixoto
Jandira Queiroz – Centro Cultural casa da mãe
Julio Dario
Antonio Neto – Jornalista
Leonardo Brito
Bia Peppe
Joceline Gomes
Mariana Brandão
Luiz Alberto Ramirez
Felipe Lindoso
André Luiz Vasconcelos
Por Blog do Artur Henrique, presidente da CUT.
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