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Produção de petróleo e gás no pré-sal bate recorde e ultrapassa 200 mil barris de média diária em julho

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A produção média diária do pré-sal em julho foi 172,8 mil barris por dia de petróleo e 5,7 milhões de metros cúbicos diários de gás natural, totalizando 208,9 mil barris de óleo equivalentes por dia – um crescimento de 9% em comparação ao mês anterior, quando a produção chegou a 191,2 mil barris de óleo equivalente de média diária.

Essa foi a maior produção já registrada nos reservatórios do pré-sal, que pela segunda vez ultrapassa a marca dos 200 mil barris de petróleo equivalente de média diária. A primeira vez foi em dezembro de 2011, quando a produção média diária foi 200,6 mil barris de petróleo equivalente.

Segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção recorde foi oriunda dos dez poços localizados nos campos de Lula (5); Jubarte, Caratinga, Barracuda, Marlim e Marlim Leste e Voador, com um poço produtor cada.

Dos dez poços produtores do pré-sal, sete estão entre os 30 maiores poços produtores do país. Os destaques, segundo a ANP, ficaram com os poços do Campo de Lula, dos quais três figuram entre os cinco maiores produtores do território nacional, um dos quais foi, em julho, o maior campo produtor individual do país, com vazão média de 37,2 mil barris de óleo equivalente.

Edição: Fábio Massalli

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Produção de petróleo continua em queda no país, diz ANP

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A produção de petróleo e gás natural nos campos do país continuou em queda em julho deste ano, tanto em relação ao mês de junho, quanto em comparação com o mês de julho do ano passado.

Dados divulgados hoje (04) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicam que a produção de petróleo equivalente (petróleo e gás natural) atingiu no mês de julho 2,023 milhões de barris de média diária, uma queda de 2,6% em relação a julho do ano passado e de 0,5% comparativamente a junho deste ano.

Isoladamente, a produção de gás natural chegou a 71 milhões de metros cúbicos de média diária, neste caso um crescimento de 6,1% em relação ao mesmo mês de 2011, mas uma redução de 1,4% na comparação com o mês anterior.

As informações da ANP indicam que a plataforma P-52, localizada em Roncador, foi a que produziu o maior volume do país como uma extração diária de 151,1 mil barris de petróleo equivalente. Já o maior campo produtor, tanto de petróleo quanto de gás natural foi o de Marlim Sul, na Bacia de Campos, com extração diária média de 321,9 mil barris de óleo equivalente por dia.

Já as maiores reduções de produção de petróleo e gás natural, em relação ao mês anterior, foram observadas nos campos de Marimbá e Albacora Leste, devido às paradas programadas para manutenção das plataformas P-08 (Marimbá) e P-50 (Albacora Leste).

Um dado positivo na produção de petróleo é a redução da queima de gás no processo produtivo do país. Segundo a ANP, a queima de gás natural caiu 30,7% em um ano (de julho de 2011 para julho de 2012), embora tenha se mantido praticamente estável em relação a junho desde ano, tendo atingido 3 milhões e 600 mil metros cúbicos.

A ANP informou, ainda, que no mês de julho de 2012, 308 concessões, operadas por 26 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 79 são concessões marítimas e 229 terrestres. Do total das concessões produtoras, sete encontram-se em atividades exploratórias e produzindo por meio de testes de longa duração (poços produzindo de forma transitória), e 11 são relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais (campos que produzem há algum tempo).

Edição: Fábio Massalli

NOTÍCIAS COLHIDAS NO SÍTIO http://agenciabrasil.ebc.com.br

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22/08/2012

Nova descoberta na área da Cessão Onerosa

Fizemos mais uma descoberta no pré-sal da Bacia de Santos. Confira nosso comunicado:

A Petrobras informa a descoberta de petróleo de boa qualidade no quarto poço perfurado na área da Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos. O novo poço, denominado 3-BRSA-1053-RJS (3-RJS-699), informalmente conhecido como Franco SW, está situado em profundidade d´água de 2.024 metros, a cerca de 210 km da cidade do Rio de Janeiro e a 17 km a sul do poço descobridor 2-ANP-1-RJS (Franco).

A descoberta foi comprovada por meio de amostragens de petróleo de boa qualidade (28º API) obtidas em teste a cabo. As amostras foram colhidas em reservatórios de rochas carbonáticas de espessuras similares às registradas no poço descobridor.  A descoberta comprova ainda a extensão dos reservatórios de petróleo no sul da área de Franco. A coluna de hidrocarbonetos verificada até o momento é de 295 metros.

O poço ainda está em fase de perfuração a 5.656 metros de profundidade e prosseguirá até atingir o nível estratigráfico previsto no contrato da Cessão Onerosa, a aproximadamente 6.175 metros.

Concluída essa fase, a Petrobras dará continuidade às atividades e investimentos previstos no Programa Exploratório Obrigatório (PEO) do contrato de Cessão Onerosa, incluindo a conclusão da campanha de aquisição de dados sísmicos em 3D para essa área.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://www.petrobras.com.br/pt/noticias/nova-descoberta-na-area-da-cessao-onerosa/

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Produção Mensal de Óleo e Gás Natural – Brasil e Internacional

Rio de Janeiro, 29 de agosto de 2012 – Petróleo Brasileiro S.A. – A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras em julho, no Brasil e no exterior, foi de 2.554.263 barris de óleo equivalente por dia (boed). Nos campos localizados no Brasil foram produzidos 2.314.871 boed. A produção total teve uma redução de 1,12% quando comparada ao mês anterior. A produção no exterior foi de 239.392 boed, correspondendo a um recuo de 2,13% em relação a junho.

Do total produzido no Brasil, 1.940.409 barris/dia foram exclusivamente de petróleo. A parada programada para manutenção na plataforma P-8 (campo de Marimbá, na Bacia de Campos) foi um dos fatores responsáveis pela redução de 1% na comparação com o mês anterior. A produção de gás natural, sem liquefeito, alcançou em julho 59 milhões 535 mil metros cúbicos, indicando uma redução de 1,2%.

No exterior, a produção média exclusiva de petróleo, no mês, chegou a 147.014 barris/dia, correspondendo a um recuo de 1,06% na comparação com o mês anterior. A produção de gás natural chegou a 15 milhões 695 mil metros cúbicos/dia, com um declínio de 3,94% em relação a junho. A diminuição ocorreu em função da menor demanda pelo gás boliviano, parada do compressor de gás em Santa Cruz I e redução da produção no campo de El Tordillo, ambos na Argentina.

Produção Média 12 Jul 12 Jun 12 Mai 12
Produção de óleo e LGN (Mbpd)
Brasil 2.007,0 1.940,4 1.959,7 1.989,2
Mar 1.796,6 1.728,6 1.744,9 1.775,2
Bacia de Campos 1.649,0 1.569,1 1.584,1 1.628,2
Outras 147,6 159,5 160,7 147,0
Terra 210,4 211,8 214,9 214,0
Internacional (***) 148,5 147,0 148,6 149,7
Consolidada
AMERICA DO SUL 78,6 76,3 79,5 79,7
AMERICA DO NORTE 7,7 8,4 8,8 10,0
AFRICA 55,6 55,8 53,5 54,1
Não-Consolidada
AMERICA DO SUL 6,6 6,5 6,8 6,0
Produção total de óleo e LGN (Mbpd) 2.155,5 2.087,4 2.108,3 2.139,0
Produção de gás natural sem liqüefeito (Mm³/d) (*)
Brasil 57.940,6 59.534,8 60.271,9 57.436,7
Mar 42.416,0 44.036,1 44.144,1 41.613,6
Bacia de Campos 23.114,1 22.698,3 22.484,3 22.599,0
Outras 19.301,9 21.337,8 21.659,8 19.014,6
Terra 15.524,6 15.498,7 16.127,9 15.823,1
Internacional 16.528,6 15.695,1 16.314,0 17.161,1
Consolidada
AMERICA DO SUL 15.825,6 15.142,1 15.617,3 16.343,9
AMERICA DO NORTE 619,4 450,4 591,4 738,2
Não-Consolidada
AMERICA DO SUL 83,6 102,7 105,3 79,0
Produção total de gás natural sem liqüefeito (Mm³/d) 74.469,3 75.229,9 76.585,9 74.597,8
Produção total de gás natural (Mboe/d) (**) 461,7 466,8 475,1 462,3
Produção total de óleo, LGN e de gás natural (Mboe/d) 2.617,2 2.554,3 2.583,4 2.601,2

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://www.investidorpetrobras.com.br/pt/destaques-operacionais/producao/producao-mensal-de-oleo-e-gas-natural-brasil-e-internacional/producao-mensal-de-oleo-e-gas-natural-brasil-e-internacional.htm

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Bacia de Campos comemora 35 anos pronta para os desafios do futuro

Responsável por mais de 80% da produção de petróleo no Brasil, a Bacia de Campos chega aos 35 anos renovada e preparada para ampliar ainda mais sua produção, que hoje já supera 1,7 milhão de barris de óleo e 28,5 milhões de metros cúbicos de gás por dia. O potencial dessa província petrolífera e sua importância para a Petrobras e a economia brasileira foram reforçados na última terça-feira (14/08), durante comemoração realizada na base da Companhia, em Macaé (RJ).

Durante o evento, os diretores de Exploração e Produção, José Miranda Formigli Filho, e de Engenharia, Tecnologia e Materiais, José Antônio de Figueiredo, destacaram o papel da Bacia de Campos no desenvolvimento tecnológico e estratégico da Companhia, além do potencial de produção dos campos e a infraestrutura já instalada na região, que contribui diretamente para as operações.

“A descoberta de petróleo na Bacia de Campos representou um grande desafio para a Petrobras e o Brasil”, relembrou Formigli, ao mencionar que tratava-se de um novo cenário e que requeria recursos tecnológicos que possibilitassem extrair petróleo, na época, a pouco mais de 100 metros de profundidade.

“Com o início da produção em 13 de agosto de 1977, no Campo de Enchova, a Bacia de Campos começou uma história de progresso, tanto econômico quanto de desenvolvimento de tecnologias de suporte às nossas atividades. E as perspectivas para o futuro são ainda mais animadoras. Com o Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef), alcançaremos índices operacionais bastante expressivos. Ainda há áreas a serem exploradas, são novas fronteiras que, com conhecimento, tecnologia e o empenho de sempre dos profissionais que trabalham aqui, sem dúvida levarão a Bacia de Campos a continuar sendo um celeiro importantíssimo para a Petrobras e para o Brasil. Como prova de sua juventude, temos uma nova unidade recém chegada à Bacia de Campos, o FPSO Cidade de Anchieta, com capacidade de produzir 100 mil barris por dia, que acrescentará, até o final de agosto, óleo novo à curva de produção da Companhia”, acrescentou.

Figueiredo reforçou a importância dos programas e projetos que visam à produtividade da Bacia de Campos. Pontuou ainda a influência da Petrobras nas regiões onde ela atua e as iniciativas apoiadas pela Companhia e que não estão diretamente ligadas à sua atividade-fim: “As operações da Petrobras refletem na vida das comunidades do seu entorno, principalmente na economia. Temos um compromisso empresarial de produzir petróleo, mas não nos restringimos a isso. Por meio de nossas ações, contribuímos ainda em projetos sociais, de formação profissional, entre outros”.

Para o gerente geral da UO-BC, Joelson Falcão Mendes, aos 35 anos, a Bacia de Campos se mostra ainda mais desafiadora e promissora. “Somos mundialmente reconhecidos como uma grande província. Temos muitas oportunidades e contamos com nossa expertise para evoluir e construir um futuro de grandes realizações. Ao longo destas três décadas e meia, a região se transformou num celeiro intelectual e tecnológico, onde são aplicados mecanismos e programas que servem de exemplo para as demais unidades da Companhia”, afirmou.

Além dos diretores e gerentes gerais, participaram do evento os gerentes executivos Erardo Gomes Barbosa Filho (Sul e Sudeste), Marcos Isaac Assayag (Cenpes), Solange da Silva Guedes (Engenharia de Produção), José Luis Roque (Construção de Poços Marítimos) e Cristina Pinho (Serviços).

Homenagem

Em seu resgate histórico, o diretor Formigli reforçou o empenho dos profissionais que trabalharam na exploração e produção da província no início de sua história e os descreveu como “desbravadores”.

Representando todos os desbravadores que fizeram a história da Bacia de Campos, a Petrobras homenageou o engenheiro Zephyrino Lavenère Machado Filho, falecido no último dia 31 de julho, batizando o Porto de Imbetiba, que agora passa a se chamar Porto Engenheiro Zephyrino Lavenère Machado Filho. O engenheiro foi coordenador da equipe que extraiu o primeiro óleo comercial da Bacia de Campos e participou ativamente da evolução e desenvolvimento da engenharia submarina, que viabilizou a produção de petróleo em águas profundas.

Sobre a Bacia de Campos

A Bacia de Campos é uma bacia sedimentar com cerca de 100 mil km², do Espírito Santo (próximo à cidade de Vitória) até Arraial do Cabo (RJ), abrangendo 13 municípios do litoral fluminense. Formada há 100 milhões de anos, a partir do processo de separação dos continentes sul-americano e africano, esta região acabou se tornando um “aterro natural” formado por sedimentos despejados no Oceano Atlântico ao longo do tempo que, sob variados níveis de pressão e temperatura, entrariam em processo de decomposição, originando as reservas de petróleo e gás natural, dentro de rochas porosas no subsolo marinho.

Em 1974, a Petrobras encontrou acúmulo de óleo num reservatório marinho que nomeou de Campo de Garoupa. Três anos depois, no dia 13 de agosto de 1977, a 124 metros de lâmina d’água, era iniciada a produção de petróleo na Bacia de Campos. O poço escolhido foi o 3-EN-1-RJS, no Campo de Enchova (terceiro campo descoberto, depois de Garoupa e Namorado), com vazão superior a 10 mil barris diários de óleo, através do Sistema de Produção Antecipada instalado na plataforma Sedco 135-D.

O Sistema de Produção Antecipada de Enchova (SPA) representou para a Petrobras o primeiro marco tecnológico da produção de petróleo em mar, num trabalho em direção a águas cada vez mais profundas. Ao tornar possível o início da produção de óleo enquanto eram construídas as plataformas fixas, que depois seriam instaladas constituindo os sistemas definitivos, o SPA representou grande agilidade, flexibilidade operacional e economia para as operações no mar, já que reduziu o tempo gasto entre a descoberta de petróleo e o início da produção comercial.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2012/08/15/bacia-de-campos-comemora-35-anos-pronta-para-os-desafios-do-futuro/

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