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Renda e emprego puxam alta no faturamento do comércio no Paraná

O faturamento real do comércio paranaense registrou expansão de 7% em julho de 2013 em relação o mês de 2012, já descontada a inflação. O resultado foi apresentado nesta quinta-feira (12/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou a versão ampliada da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). Esta avaliação contempla, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças e de materiais de construção.

O desempenho do comércio no Paraná ficou bastante acima da média do Brasil, que apresentou crescimento de 3,7%. No Estado, o incremento das vendas foi puxado por eletrodomésticos (25,3%), livros, jornais, revistas e papelaria (22,6%), artigos de uso pessoal e doméstico (15,5%), material de construção (13,6%) e combustíveis e lubrificantes (12,7%).

“A expansão do comércio do Paraná denota a maior disponibilidade de renda da população, aliado ao aquecimento do mercado de trabalho regional, que segue gerando empregos mais nobres, especialmente no interior”, afirma a economista Ana Silvia Martins Franco, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). “Além disso, a Região Metropolitana de Curitiba registra o maior salário médio entre as regiões pesquisadas”.

ANO – Entre janeiro a julho de 2013, o comércio paranaense apresentou a melhor performance entre os estados do Sul e Sudeste, com avanço de 6,9% das vendas reais, ante acréscimo de 3,7% para o País. O resultado foi influenciado pelos setores de combustíveis e lubrificantes (11,4%), veículos, motocicletas, partes e peças (10,2%), artigos de uso pessoal e doméstico (10,1%), artigos farmacêuticos e de perfumaria (9,5%) e material de construção (7,6%).

Em doze meses, encerrados em julho de 2013, as vendas reais do comércio varejista regional se mantiveram acima da média nacional (5,8%), com crescimento de 6,8%. Foi o segundo melhor desempenho entre os estados do Sul e Sudeste, atrás apenas do Rio Grande do Sul (7,7%).

No período, as principais contribuições positivas vieram dos segmentos de artigos de uso pessoal e doméstico (13,9%), artigos farmacêuticos e de perfumaria (12,4%), combustíveis e lubrificantes (11,2%) e veículos, motocicletas, partes e peças (9,8%).

Na mensuração restrita – que exclui os ramos de veículos, motos e material de construção -, o volume de vendas no Estado mostrou evolução de 8,8% no mês de julho, 4,4% no acumulado do ano e 5,4% em doze meses (terminados em julho). No Brasil, o faturamento comercial mostrou variação de 6% no mês, 3,5% no ano e 5,4% em doze meses.

Para Ana Silvia, os resultados positivos do varejo paranaense devem permanecer no restante de 2013, apesar da elevação dos juros e inflação alta, que no mês de julho afetou principalmente o comércio de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação.

Ela explica que o bom desempenho do setor será mantido em razão da combinação entre o acréscimo da renda gerada pela supersafra de grãos, a política de atração de investimentos e de valorização do setor produtivo, por conta do Programa Paraná Competitivo, e os impactos das obras de infraestrutura, sobretudo na malha de transportes, realizadas pelo governo estadual.

Notícia colhida no sítio http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=76629#

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Em julho, vendas no varejo crescem 1,9%

Em julho, o comércio varejista do país cresceu 1,9% no volume de vendas e 2,0% na receita nominal, ambas na série com ajuste sazonal. Para o volume de vendas é o maior resultado desde janeiro de 2012 (2,8%), e para a receita nominal, é a maior variação desde junho de 2012 (2,4%). Na série sem ajuste sazonal, o volume de vendas cresceu 6,0% sobre julho de 2012, 3,5% no acumulado dos sete primeiros meses do ano e 5,4% no acumulado em 12 meses. Nas mesmas comparações, a receita nominal de vendas cresceu 13,8%, 11,6% e 12,2%, respectivamente. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/comercio/pmc/.

Entre as dez atividades, oito têm variação positiva

Na série com ajuste sazonal, oito das dez atividades obtiveram variações positivas em volume de vendas: Tecidos, vestuário e calçados (5,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,9%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,5%); Móveis e eletrodomésticos (2,6%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,8%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,3%); Material de construção (0,8%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (0,6%). As variações negativas ocorreram em Combustíveis e lubrificantes (-0,4%) e Veículos e motos, partes e peças (-3,5%).

Já na comparação com julho de 2012, todas as atividades cresceram. Os resultados, por ordem de importância na formação da taxa global, foram: Móveis e eletrodomésticos (11,0%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,6%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (12,0%); Combustíveis e lubrificante (7,5%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (11,6%); Tecidos, vestuário e calçados (5,9%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (8,1%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (1,4%).

Em termos de impacto no resultado do mês, no que se refere ao volume de vendas, a atividade de Móveis e eletrodomésticos, com aumento de 11,0% no volume de vendas em relação a julho do ano passado, foi responsável pela maior participação (22,4%) da taxa global do varejo. A atividade vem apresentando taxas de crescimento positivas devido à política de incentivo do governo ao consumo, através da manutenção de alíquotas de IPI reduzidas. Nas taxas acumuladas, as variações foram de 4,8% no ano e 7,1% em 12 meses.

Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo,com variação de 2,6% em julho, sobre igual mês do ano anterior, foram responsáveis pela segunda maior participação no resultado do varejo (21,8%). A atividade apresenta desempenho abaixo da média, em função do comportamento dos preços dos alimentos, que cresceram acima do índice geral no período de 12 meses: 11,9% no grupo alimentação no domicilio, contra 6,3% da inflação global, segundo o IPCA. Nos resultados acumulados, as taxas foram de 0,6% para o acumulado dos primeiros sete meses do ano, e 3,7% no dos últimos 12 meses.

A atividade de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba segmentos como lojas de departamentos, ótica, joalheria, artigos esportivos e brinquedos, registrou crescimento de 12,0% no volume de vendas em relação a julho de 2012, exercendo, com isto, o terceiro maior impacto (18,9%) na formação da taxa do varejo. Em termos de acumulados as variações foram de 10,0% no ano e de 10,7% nos últimos 12 meses.

Varejo ampliado varia 0,6% no volume de vendas e 0,8% na receita nominal

O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, registrou em relação ao mês anterior variação de 0,6% para o volume de vendas e de 0,8% para a receita nominal na série com ajuste sazonal. Comparado com o mesmo mês do ano anterior (sem ajuste sazonal), as variações foram de 3,7% para o volume de vendas e de 9,6% para a receita nominal. No acumulado do ano e dos últimos 12 meses o setor apresentou taxas de variação de 3,7% e 5,8% para o volume e de 8,7% e 9,4% para a receita nominal de vendas, respectivamente.

Veículos, motos, partes e peças registrou queda de -3,5% em relação a junho. Comparando com julho do ano anterior, a variação foi de -1,8%. Nos acumulados, as variações foram de 3,2% nos sete primeiros meses e 6,2% nos últimos 12 meses. Quanto a Material de construção, as variações para o volume de vendas foram de 0,8% sobre o mês anterior e de 10,6% em relação a julho de 2012. Nos resultados acumulados, as variações foram de 7,4% nos sete primeiros meses e 7,2% nos últimos 12 meses.

Na comparação com julho de 2012, resultado negativo apenas no Acre

Das 27 unidades da federação, apenas o Acre obteve resultado negativo, em julho, com queda de -1,7% no volume de vendas em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os destaques em termos de taxa de crescimento foram Mato Grosso do Sul (15,7%), Paraíba (13,8%), Rio Grande do Norte (10,9%), Rondônia (10,9%) e Pernambuco (10,7%). Quanto à participação na composição da taxa do comércio varejista, destacaram-se São Paulo (5,7%), Rio de Janeiro (6,4%), Paraná (8,8%), Rio Grande do Sul (7,9%) e Santa Catarina (8,0%).

Em relação ao varejo ampliado, 21 unidades da federação apresentaram variação positiva no mesmo período de comparação. As maiores taxas de desempenho no volume de vendas ocorreram na Paraíba (15,1%), Mato Grosso do Sul (11,3%), Rio Grande do Norte (10,0%), Rio Grande do Sul (9,9%) e Piauí (9,7%). Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram para o Rio de Janeiro (7,9%), Rio Grande do Sul (9,9%), São Paulo (1,6%), Paraná (7,0%) e Santa Catarina (5,1%).

Ainda por unidades da federação, os resultados sobre o mês anterior com ajuste sazonal, para o volume de vendas, foram positivos em 21 unidades da federação, sendo destaques as taxas do Mato Grosso do Sul (6,0%), São Paulo (3,2%), Rio de Janeiro (2,6%), Rio Grande do Sul (2,6%) e Santa Catarina (2,5%). As maiores quedas foram registradas em Roraima (-1,4%), Mato Grosso (-1,4%) e Tocantins (-0,9%).

Comunicação Social
12 de setembro de 2013

Notícia colhida no sítio http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=2467

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