Assembleia de Curitiba e Região aprova greve a partir da quinta-feira, dia 19 de setembro de 2013
As bases sindicais filiadas à CUT no Paraná (Apucarana, Arapoti, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Curitiba, Guarapuava, Londrina, Paranavaí, Toledo e Umuarama e Assis Chateaubriand) terão greve da categoria bancária em suas respectivas regiões.

Em assembleia realizada na noite desta quinta-feira, 12 de setembro, mais de 300 bancários de bancos públicos e privados da base do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região rejeitaram a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), de 6,1% de reajuste, e aprovaram, por ampla maioria, indicativo de greve por tempo indeterminado a partir do dia 19 de setembro.
A proposta de 6,1% de reajuste sobre os salários e demais verbas não atende as reivindicações dos bancários, que tem como prioridades para 2013 o fim das metas abusivas e do assédio moral, a defesa do emprego e a valorização dos salários. Confira abaixo mais detalhes da minuta de reivindicações dos trabalhadores e da proposta patronal:
A proposta da Fenaban:
> Reajuste de 6,1% (reposição da inflação) sobre salários, pisos e todas as demais verbas salariais.
> PLR de 90% do salário, mais valor fixo de R$ 1.633,94, limitado a R$ 8.927,61. Parcela adicional de 2% do lucro líquido dividido linearmente entre todos os bancários, limitado a R$ 3.267,88.
> Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.
> Redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias de assédio moral encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.
> Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.
> Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.
As reivindicações dos bancários:
> Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real mais inflação).
> PLR de três salários mais R$ 5.553,15.
> Piso de R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).
> Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
> Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.
> Fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações (especialmente ao PL 4.330, que precariza as condições de trabalho), além da aprovação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.
> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS)para todos os bancários.
> Auxílio-educação com pagamento para graduação e pós-graduação.
> Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
> Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.
Por: Renata Ortega
Notícia colhida no sítio http://www.bancariosdecuritiba.org.br/noticias_detalhe.asp?id=17455&id_cat=1
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12/09/2013
Bancários rejeitam proposta dos bancos e decidem greve a partir do dia 19
Crédito: Seeb São Paulo

Assembleia dos bancários de São Paulo: unidade e mobilização
Nas assembleias realizadas nesta quinta-feira à noite em todo o país, os bancários rejeitaram a proposta de 6,1% de reajuste apresentada pela Fenaban e decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 19, conforme orientação do Comando Nacional, coordenado pela Contraf-CUT.
Além de negar aumento real nos salários, pisos, PLR e todas as verbas salariais (os 6,1% apenas recompõem a inflação do período medida pelo INPC), a proposta da Fenaban ignora todas as reivindicações dos bancários sobre emprego, saúde e condições de trabalho, segurança e igualdade de oportunidades.
“Nós advertimos os bancos na mesa de negociações que essa proposta era uma provocação. Um setor em que somente as seis maiores empresas tiveram lucro líquido de R$ 29,6 bilhões no primeiro semestre e mantêm a mais alta rentabilidade do planeta, graças ao aumento da produtividade de seus trabalhadores, acenar com uma proposta desse tipo é pra empurrar os bancários para a greve”, avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
“Apesar desse lucro recorde, os bancos estão fechando postos de trabalho e piorando as condições de trabalho, com aumento das metas abusivas e do assédio moral, o que tem provocado uma verdadeira epidemia de adoecimentos na categoria. Por falta de investimento em segurança, também cresce o número de assaltos, sequestros e mortes. Mas os banqueiros se recusam a discutir esses problemas. Por isso, a única saída da categoria é a greve”, acrescenta Cordeiro.
Intensificar a mobilização
A Contraf-CUT está orientando as entidades filiadas a intensificarem a mobilização em todo o país. “Nos últimos anos os bancários têm demonstrado um grande poder de mobilização e de pressão e por isso conquistaram aumentos reais de salários e outros avanços econômicos e sociais. Somente uma greve muito forte da categoria fará os bancos melhorarem a proposta”, conclui Carlos Cordeiro.
Segundo as informações recebidas pela Contraf-CUT até às 21h da quinta-feira, os bancários das bases dos seguintes sindicatos aprovaram a greve por tempo indeterminado a partir do dia 19:
| SINDICATO | RESULTADO |
| São Paulo | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Rio de Janeiro | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Brasília | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Belo Horizonte | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Curitiba | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Porto Alegre | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Pernambuco | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Ceará | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Bahia | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Sergipe | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Alagoas | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Acre | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Paraíba | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Piauí | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Mato Grosso | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Campo Grande | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Espírito Santo | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Rondônia | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Maranhão | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Florianópolis | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Pará | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Niterói | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Campinas – SP | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Amapá | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| ABC Paulista | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Guarulhos | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Londrina | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Uberaba | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Campina Grande | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Vitória da Conquista | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Novo Hamburgo | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Bragança Paulista | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Limeira | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Alegrete | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Mogi das Cruzes | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Vale do Ribeira | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Piracicaba | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Sul Fluminense | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Rondonópolis | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Juiz de Fora | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Campo Mourão | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Cruz Alta | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Teresópolis | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Santa Maria | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Angra dos Reis | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Campos dos Goytacazes | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Bagé | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Macaé | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Santa Cruz do Sul | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Santa Rosa | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Dourados | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Araranguá | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Vale do Caí | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Apucarana | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Vale do Paranhana | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Extremo Sul da Bahia | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Naviraí | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Cornélio Procópio | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Paranavaí | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Toledo | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Umuarama | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Guarapuava | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| Arapoti | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
| São Miguel do Oeste | Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 19 |
Calendário de luta
17 e 18 – Todos a Brasília para pressionar os deputados federais durante a audiência pública sobre o PL 4330 no plenário da Câmara.
18 – Assembleia organizativa para encaminhar a greve.
19 – Deflagração da greve nacional dos bancários por tempo indeterminado.
A proposta da Fenaban
Reajuste – 6,1% (inflação do período pelo INPC) sobre salários, pisos e todas as verbas salariais (auxílio-refeição, cesta-alimentação, auxílio-creche/babá etc.)
PLR – 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.633,94, limitado a R$ 8.927,61 (o que significa reajuste de 6,1% sobre os valores da PLR do ano passado).
Parcela adicional da PLR – 2% do lucro líquido dividido linearmente a todos os bancários, limitado a R$ 3.267,88.
Adiantamento emergencial – Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.
Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho – Redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.
Adoecimento de bancários – Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.
Inovações tecnológicas – Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.
As reivindicações dos bancários
> Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)
> PLR: três salários mais R$ 5.553,15.
> Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).
> Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
> Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.
> Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.
> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
> Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós-graduação.
> Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
> Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.
Fonte: Contraf-CUT
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Bancários rejeitam proposta dos bancos e decidem greve a partir do dia 19
Crédito: Seeb São Paulo
Assembleia dos bancários de São Paulo: unidade e mobilização
Nas assembleias realizadas nesta quinta-feira à noite em todo o país, os bancários rejeitaram a proposta de 6,1% de reajuste apresentada pela Fenaban e decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 19, conforme orientação do Comando Nacional, coordenado pela Contraf-CUT.
Além de negar aumento real nos salários, pisos, PLR e todas as verbas salariais (os 6,1% apenas recompõem a inflação do período medida pelo INPC), a proposta da Fenaban ignora todas as reivindicações dos bancários sobre emprego, saúde e condições de trabalho, segurança e igualdade de oportunidades.
“Nós advertimos os bancos na mesa de negociações que essa proposta era uma provocação. Um setor em que somente as seis maiores empresas tiveram lucro líquido de R$ 29,6 bilhões no primeiro semestre e mantêm a mais alta rentabilidade do planeta, graças ao aumento da produtividade de seus trabalhadores, acenar com uma proposta desse tipo é pra empurrar os bancários para a greve”, avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
“Apesar desse lucro recorde, os bancos estão fechando postos de trabalho e piorando as condições de trabalho, com aumento das metas abusivas e do assédio moral, o que tem provocado uma verdadeira epidemia de adoecimentos na categoria. Por falta de investimento em segurança, também cresce o número de assaltos, sequestros e mortes. Mas os banqueiros se recusam a discutir esses problemas. Por isso, a única saída da categoria é a greve”, acrescenta Cordeiro.
Intensificar a mobilização
A Contraf-CUT está orientando as entidades filiadas a intensificarem a mobilização em todo o país. “Nos últimos anos os bancários têm demonstrado um grande poder de mobilização e de pressão e por isso conquistaram aumentos reais de salários e outros avanços econômicos e sociais. Somente uma greve muito forte da categoria fará os bancos melhorarem a proposta”, conclui Carlos Cordeiro.
Segundo as informações recebidas pela Contraf-CUT até as 21h00, os bancários das bases dos seguintes sindicatos haviam aprovado a greve por tempo indeterminado a partir do dia 19:
São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Pernambuco, Ceará, Bahia, Sergipe, Alagoas, Acre, Paraíba, Piauí, Campo Grande, Mato Grosso, Florianópolis, Espírito Santo, Pará, Maranhão, Rondônia, Niterói, Amapá, Campinas, ABC paulista, Guarulhos, Londrina, Uberaba, Campina Grande, Vitória da Conquista, Novo Hamburgo, Bragança Paulista, Limeira, Alegrete, Mogi das Cruzes, Vale do Ribeira, Piracicaba, Sul Fluminense, Rondonópolis, Juiz de Fora, Campo Mourão, Cruz Alta, Teresópolis, Santa Maria, Angra dos Reis, Campos dos Goytacazes, Bagé, Macaé, Santa Cruz do Sul, Santa Rosa, Dourados, Araranguá, Vale do Caí, Apucarana, Vale do Paranhana, Extremo Sul da Bahia, Naviraí, Cornélio Procópio, Paranavaí, Toledo, Umuarama, Guarapuava, Arapoti, São Miguel do Oeste.
Calendário de luta
17 e 18 – Todos a Brasília para pressionar os deputados federais durante a audiência pública sobre o PL 4330 no plenário da Câmara.
18 – Assembleia organizativa para encaminhar a greve.
19 – Deflagração da greve nacional dos bancários por tempo indeterminado.
A proposta da Fenaban
Reajuste – 6,1% (inflação do período pelo INPC) sobre salários, pisos e todas as verbas salariais (auxílio-refeição, cesta-alimentação, auxílio-creche/babá etc.)
PLR – 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.633,94, limitado a R$ 8.927,61 (o que significa reajuste de 6,1% sobre os valores da PLR do ano passado).
Parcela adicional da PLR – 2% do lucro líquido dividido linearmente a todos os bancários, limitado a R$ 3.267,88.
Adiantamento emergencial – Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.
Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho – Redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.
Adoecimento de bancários – Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.
Inovações tecnológicas – Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.
As reivindicações dos bancários
> Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)
> PLR: três salários mais R$ 5.553,15.
> Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).
> Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
> Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.
> Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.
> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
> Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós-graduação.
> Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
> Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.
Fonte: Contraf-CUT
