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Trabalhadores bancários rejeitam proposta e greve continua; participe da assembleia!

Marcelo Brandão
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Em nota divulgada na noite de hoje (4), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) indicou a rejeição da proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban)  e a manutenção da greve, que completou 16 dias nesta sexta-feira (4). A nota informa que o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, vai orientar os sindicatos do país a rejeitar a proposta em assembleias.

De acordo com Carlos Cordeiro, presidente da Contraf e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, os bancos podem fazer propostas mais vantajosas aos seus funcionários. “Até setores da economia muito menos lucrativos estão fazendo acordos com seus trabalhadores com reajustes salariais maiores. Os bancários estão fazendo a maior greve dos últimos 20 anos e os bancos têm condições de melhorar a proposta”.

Os bancários pedem índice de 11,93% (aumento real de 5%), piso salarial de R$ 2.860,21 e PLR de três salários base, mais parcela adicional fixa de R$ 5.553,15. Além disso, eles pedem a valorização dos vales refeição e alimentação (no valor de um salário mínimo, R$ 678,00) e melhores condições de trabalho, com o fim das metas individuais e abusivas.

Edição: Fábio Massalli

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Notícia colhida no sítio http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-04/bancarios-rejeitam-proposta-e-greve-continua

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Bancário, participe da assembleia. É você quem decide!

O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, orienta os sindicatos de todo o país a realizarem assembleias para rejeitar a nova proposta apresentada pela Fenaban nesta sexta-feira (04), que eleva de 6,1% para 7,1% o índice de reajuste sobre os salários (aumento real de 0,97%) e para 7,5% sobre o piso salarial (ganho real de 1,34%). A proposta mantém as regras da PLR do ano passado.

“Consideramos a proposta insuficiente diante do tamanho dos lucros e da rentabilidade dos bancos. Até setores da economia muito menos lucrativos estão fazendo acordos com seus trabalhadores com reajustes salariais maiores. Os bancários estão fazendo a maior greve dos últimos 20 anos e os bancos têm condições de melhorar a proposta”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

As negociações, que estavam interrompidas havia um mês, foram retomadas nesta sexta-feira, 16º dia da greve nacional dos bancários. O Comando Nacional encaminhou documento à Fenaban reafirmando “a necessidade de os bancos apresentarem uma nova proposta que de fato atenda às reivindicações econômicas e sociais dos bancários”.

Participe da assembleia de avaliação e deliberação sobre a proposta.

A nova proposta dos bancos
– Reajuste de 7,1% (0,97% de aumento real) sobre os salários.

– Reajuste de 7,5% (ganho real de 1,34%) no piso.
Piso de portaria após 90 dias: R$ 1.138,38.
Piso de escriturário após 90 dias: R$ 1.632,93.
Piso de caixa após 90 dias: R$ 2.209,01 (que inclui R$ 391,13 de gratificação de caixa e R$ 184,95 de outras verbas).

– PLR regra básica: 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.694,00 (reajuste de 10%), limitado a R$ 9.011,76.

– PLR parcela adicional: 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, limitado a R$ 3.388,00 (10% de reajuste ).

– Auxílio-refeição de R$ 21,46 para R$ 22,98 por dia.

– Cesta-alimentação de R$ 367,92 para R$ 394,04.

– 13ª cesta-alimentação de R$ 367,92 para R$ 394,04.

– Auxílio-creche/babá de R$ 306,21 para R$ 327,95 (para filhos até 71 meses). E de R$ 261,95 para R$ 280,55.

– Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.

– Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho: redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.

– Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.

– Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.

As principais reivindicações dos bancários
> Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação).

> PLR de três salários mais R$ 5.553,15.

> Piso de R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).

> Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá de R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).

> Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.

> Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.

> Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.

> Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós-graduação.

> Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.

> Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.

Contraf-CUT

Notícia colhida no sítio http://www.bancariosdecuritiba.org.br/noticias_detalhe.asp?id=17665&id_cat=1

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Assembleias da categoria em Apucarana e Londrina analisam a proposta

Assembleias da categoria em Apucarana e Londrina analisam a proposta

sexta-feira, 04 de outubro de 2013Os Sindicatos de Apucarana e de Londrina já agendaram as Assembleias Gerais da categoria em suas respectivas bases territoriais para que a categoria analise e delibere a respeito da proposta apresentada na tarde de hoje (4/10), em São Paulo, ao Comando Nacional dos Bancários.

Em Apucarana, a Assembleia ocorrerá no domingo (6/10), às 10h00, na sede do Sindicato (Rua Osório Ribas de Paula, 432 – sala 303).

A Assembleia do Sindicato de Londrina será realizada na segunda-feira (7/10), às 19h00, no Crystal Palace Hotel, que fica na Rua Quintino Bocaiúva, 15.

A nova proposta prevê reajuste de 7,1% nos salários e demais verbas, o que representa um aumento real de 0,97%, aplicação de 7,5% no piso, além de 10% na parte fixa da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e no teto da parcela adicional da PLR, sem alteração no percentual do lucro líquido. Fica mantido o modelo atual.

A orientação do Comando Nacional é para que as Assembleias rejeitem a proposta e mantenham a greve nacional por avanços mais significativos.

Por Armando Duarte Jr. 

Notícia colhida no sítio http://www.vidabancaria.com.br/Noticia.aspx?id=633

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Bases dos Sindicatos de Arapoti e Cornélio votam proposta na segunda 7/10

No 16º dia de greve na base de Cornélio Procópio foram paralisadas 38 agências, com adesão de 86,37% da categoria

PARTICIPE! Bases dos Sindicatos de Arapoti e Cornélio votam proposta na segunda 7/10

sexta-feira, 04 de outubro de 2013A proposta apresentada hoje (4/10) pela Fenaban ao Comando Nacional dos Bancários, em São Paulo, será avaliada e votada nas Assembleias dos Sindicatos de Arapoti e de Cornélio Procópio na segunda-feira (7/10).

O Comando avaliou como insuficiente o índice de reajuste de 7,1% oferecido pelos bancos, levando em conta a rentabilidade alcançada pelas instituições financeiras no primeiro semestre deste ano e também as negociações fechadas por outras categorias, com ganhos reais superiores ao que foi apresentado.

O índice de 7,1% representará um aumento real de apenas 0,97% nos salários e de 1,34% no piso. A categoria reivindica, entre outros pontos, reajuste de 11,93%, que inclui a resposição das perdas com a inflação desde setembro de 2012, mais 5% a título de aumento real nos salários.

AGENDA DAS ASSEMBLEIAS

ARAPOTI: 17h00, na sede do Sindicato (Av. dos Expedicionários, 625).

CORNÉLIO PROCÓPIO:  19h00, na sede do Sindicato (Av. XV de Novembro, 315).

Notícia colhida no sítio http://www.vidabancaria.com.br/Noticia.aspx?id=634

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Sindicatos do Pactu

Nesta sexta-feira, 04/10, os sindicatos do Pactu se mantiveram firmes na maior greve da categoria nos últimos vinte anos, ampliando o número de agências paralisadas de 222 para 227.

Clique aqui e veja as imagens da greve nos sindicatos do Pactu nesta sexta.

Os bancários de Paranavaí, Campo Mourão, Toledo, Umuarama e Guarapuava devem ficar atentos, pois seus respectivos sindicatos, durante a próxima segunda-feira, 07/10, devem divulgar local e horários de suas respectivas assembleias.

Notícia colhida no sítio http://www.pactu.org.br/noticia.php?id=1364

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Fenaban propõe menos de 1% de aumento real

Comando Nacional considera proposta insuficiente e recomenda rejeição nas assembleias. Greve continua

São Paulo – Os bancos propõe pagar 7,1% de reajuste salarial para a categoria. O índice corresponde a 0,97% de aumento real para os salários e demais verbas, como vales e auxílios, e foi considerado insuficiente pelo Comando Nacional dos Bancários. Assim, a greve, que completou 16 dias na sexta 4, continua por tempo indeterminado.

> Juvândia: eles podem melhorar proposta
> Bancários fecham semana mobilizados

Em negociação na tarde de sexta 4, a federação dos bancos (Fenaban) apresentou proposta que prevê, ainda, 7,5% de reajuste para o piso (1,35% de aumento real) e não altera o modelo da PLR (Participação nos Lucros e Resultados de 90% do salário-base mais valor fixo e valor adicional de 2% do lucro líquido distribuído linearmente entre os funcionários). Apenas reajusta em 10% a parte fixa e o teto da parcela adicional, sem alteração nos percentuais do lucro líquido distribuído. A maioria dos trabalhadores não seria beneficiada com a mudança.

Sociais – A proposta apresentada nessa sexta também não dialoga com um dos principais problemas da categoria que é a pressão por metas. Nem atende a reivindicação por novas conquistas.

Em relação às demais cláusulas, permanece o que foi apresentado no dia 5, quando os bancos aceitaram reduzir o prazo de apuração do instrumento de combate ao assédio moral de até 60 para até 45 dias, além de criar um grupo de trabalho para análise das causas dos afastamentos por doença ocupacional no setor.

Na ocasião, também foi debatida a realização de um seminário para discutir as mudanças tecnológicas nos bancos com o objetivo de debater o impacto da tecnologia sobre o trabalho do bancário.

Também foi proposta a não devolução do adiantamento emergencial de salário dos afastados por doença ocupacional que o INSS considera apto e o banco inapto ao trabalho. Trata-se da cláusula 59, parágrafo 1º, alínea b, que hoje prevê a devolução desse adiantamento com limite mensal de 30% da remuneração líquida. De acordo com o proposto, os bancários não terão mais de devolver esse adiantamento.

Insuficiente – A presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, reforça a importância da retomada das negociações e explica porque o Comando Nacional considerou a proposta insuficiente. “O aumento real está aquém do que os bancos podem pagar. Setores menos rentáveis estão fechando acordos com aumento real maior”, exemplifica a dirigente.

“Também é preciso deixar claro que o reajuste na parte fixa da PLR não significa necessariamente melhor distribuição do lucro entre os bancários e não fará qualquer diferença para a maioria dos trabalhadores como os do Bradesco, Santander e HSBC”, afirma Juvandia, que é uma das coordenadoras do Comando.

O Sindicato está convocando os bancários a participar da assembleia desta segunda-feira 7, para rejeitar a proposta e cobrar dos bancos nova negociação. “Sem mais avanços, inclusive nas cláusulas sociais, não encerraremos a campanha. A greve deve continuar”, reforça a dirigente. A assembleia será na Quadra (Rua Tabatinguera, 192, Sé), a partir das 17h. Para participar é necessário apresentar crachá do banco ou holerite acompanhado de documento com foto. Nesse mesmo dia, o Comando de Greve se reúne a partir das 16h, também na Quadra.

O Comando Nacional encaminhou documento à Fenaban reafirmando “a necessidade de os bancos apresentarem uma nova proposta que de fato atenda às reivindicações econômicas e sociais dos bancários.

Piso – Em nota, a Fenaban afirma que o piso salarial da categoria subiu mais de 75% nos últimos sete anos, com aumento real de 23,21%.  “É um momento de se preservar conquistas e não de aumentar custos”, afirmou Magnus Ribas Apostólico, negociador da Fenaban.

A presidenta do Sindicato lembra, no entanto, que somente nos sete maiores bancos o lucro cresceu 120% no mesmo período de sete anos: 55% acima da inflação.

“Há uma margem muito grande de lucro sendo apropriada somente pelos bancos. A sociedade quer sua parte, na forma de melhores serviços, e os bancários na forma de melhores salários e condições dignas de trabalho. Por isso cobramos além de um reajuste maior, propostas mais concretas para acabar com a pressão que adoece a categoria e mais contratações para melhorar o atendimento e reduzir a sobrecarga de trabalho”, completa a dirigente.

Bancos públicos – Não há qualquer avanço nem data prevista para a retomada das negociações no Banco do Brasil e na Caixa Federal. “Também cobramos que as direções desses bancos voltem à mesa para debater as questões específicas dos seus empregados”, diz Juvandia.

Claudia Motta – 4/10/2013
(Atualizada às 18h04)

Notícia colhida no sítio http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=5908

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