da Folha Online
Os cerca de 140 integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) que invadiram na terça-feira (17) a sede da Prefeitura de Cruzeiro do Sul (500 km a noroeste de Curitiba) permanecem ocupando o local. O protesto foi uma resposta a um pedido negado pela prefeitura para a passagem do transporte escolar dentro de um acampamento do MST, onde vivem 33 famílias.
Os líderes do movimento dizem que os estudantes têm que caminhar diariamente três quilômetros para chegar ao local de parada do transporte.
O prefeito Waldemir Natal Marion (PSDB) disse ontem a Agência Folha que não pode abrir uma exceção aos sem-terra. “Não posso entrar em propriedade particular para buscar aluno. Eles precisam ir até o ponto de passagem do ônibus, como todos fazem”, afirmou.
A prefeitura aguarda uma ação da Secretaria de Segurança Pública do Estado para voltar à normalidade, já que a Justiça concedeu reintegração de posse, no final da tarde de terça-feira.
O juiz Carlos Eduardo Kockanny estipulou uma multa de R$ 500 por dia para cada manifestante invasor. Policiais militares estão no local apenas acompanhando a movimentação.
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Por Mhais• 19 de fevereiro de 2004• 13:34• Sem categoria
MST MANTÉM OCUPAÇÃO NA PREFEITURA DE CRUZEIRO DO SUL (PR)
da Folha Online
Os cerca de 140 integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) que invadiram na terça-feira (17) a sede da Prefeitura de Cruzeiro do Sul (500 km a noroeste de Curitiba) permanecem ocupando o local. O protesto foi uma resposta a um pedido negado pela prefeitura para a passagem do transporte escolar dentro de um acampamento do MST, onde vivem 33 famílias.
Os líderes do movimento dizem que os estudantes têm que caminhar diariamente três quilômetros para chegar ao local de parada do transporte.
O prefeito Waldemir Natal Marion (PSDB) disse ontem a Agência Folha que não pode abrir uma exceção aos sem-terra. “Não posso entrar em propriedade particular para buscar aluno. Eles precisam ir até o ponto de passagem do ônibus, como todos fazem”, afirmou.
A prefeitura aguarda uma ação da Secretaria de Segurança Pública do Estado para voltar à normalidade, já que a Justiça concedeu reintegração de posse, no final da tarde de terça-feira.
O juiz Carlos Eduardo Kockanny estipulou uma multa de R$ 500 por dia para cada manifestante invasor. Policiais militares estão no local apenas acompanhando a movimentação.
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