Seeb CE
Além do risco de demissões, os bancários são vítimas constantes de assédio moral
Os bancos privados continuam demitindo em massa. Somente no início do mês foram 369 cortes em apenas dois bancos: Bradesco e Unibanco. No Santander, já foram mais de 600 desde o começo do ano.
O Bradesco demitiu 200 bancários paulistas no início do mês e, mesmo assim, continua negando que exista demissão em massa.
A direção do banco alega que os pedidos são dos próprios funcionários. Para o presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas, “o setor financeiro não pode demitir. É o único setor que consegue uma lucratividade mais alta a cada ano”, afirmou.
No Unibanco foram 169 demitidos no Nordeste e no Sudeste. A CNB já solicitou negociação com a Fenaban para debater o tema. Quanto ao Santander, houve dia 9/3 uma negociação entre entidades funcionais e o banco para discutir as demissões.
Assédio – Além das demissões, o que se observa nos bancos privados é o alto índice de assédio moral (crime, conforme a lei federal 6161/02).
Na agência do ABN/Real Montese, a gerente Carmem Sílvia usa termos depreciativos e humilhantes para chamar a atenção dos funcionários. Quanto às demissões, foram 26 em 2003 e 9 este ano só no Ceará.
“A COE ABN/REAL, a CNB/CUT e o SEEB/SP têm tentado discutir as demissões, porém o banco se nega a falar sobre o assunto”, afirmou o diretor do SEEB/CE, Eugênio Silva.
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Por Mhais• 19 de março de 2004• 12:25• Sem categoria
BRADESCO E UNIBANCO DEMITEM 369 BANCÁRIOS EM UMA SEMANA
Seeb CE
Além do risco de demissões, os bancários são vítimas constantes de assédio moral
Os bancos privados continuam demitindo em massa. Somente no início do mês foram 369 cortes em apenas dois bancos: Bradesco e Unibanco. No Santander, já foram mais de 600 desde o começo do ano.
O Bradesco demitiu 200 bancários paulistas no início do mês e, mesmo assim, continua negando que exista demissão em massa.
A direção do banco alega que os pedidos são dos próprios funcionários. Para o presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas, “o setor financeiro não pode demitir. É o único setor que consegue uma lucratividade mais alta a cada ano”, afirmou.
No Unibanco foram 169 demitidos no Nordeste e no Sudeste. A CNB já solicitou negociação com a Fenaban para debater o tema. Quanto ao Santander, houve dia 9/3 uma negociação entre entidades funcionais e o banco para discutir as demissões.
Assédio – Além das demissões, o que se observa nos bancos privados é o alto índice de assédio moral (crime, conforme a lei federal 6161/02).
Na agência do ABN/Real Montese, a gerente Carmem Sílvia usa termos depreciativos e humilhantes para chamar a atenção dos funcionários. Quanto às demissões, foram 26 em 2003 e 9 este ano só no Ceará.
“A COE ABN/REAL, a CNB/CUT e o SEEB/SP têm tentado discutir as demissões, porém o banco se nega a falar sobre o assunto”, afirmou o diretor do SEEB/CE, Eugênio Silva.
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