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BB quer esperar o acórdão para retomar as negociações

O Banco do Brasil anunciou hoje que vai reabrir as negociações específicas com o movimento sindical após a publicação do acórdão com a decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre o dissídio coletivo – em que concedeu mais R$ 1000 de abono, além de manter o índice de reajuste. A informação foi passada para o funcionalismo por meio do sistema interno de comunicações do banco.
No comunicado, o BB diz que os próximos passos para o acordo coletivo são retomar as discussões com os trabalhadores. Na sexta-feira, um dia após o julgamento, a Executiva Nacional dos Bancários encaminhou um pedido de retomada das negociações. Com o julgamento do índice de reajuste salarial todas as outras 46 cláusulas do acordo anterior, acrescidas de mais oito novas cláusulas já negociadas este ano, precisam ser debatidas.
A última proposta apresentada pelo banco será o patamar mínimo das discussões. O movimento sindical, além disso, não irá aceitar de forma alguma a retirada de qualquer cláusula e o rebaixamento da proposta. “Sempre destacamos que o dissídio não era uma boa saída, porque o TST só julgou o índice de reajuste, ficando de fora 54 cláusulas já negociadas e de extrema importância para o funcionalismo”, afirma o diretor do Sindicato José Paulo Staub. Ele lembra que os bancários devem se manter mobilizados, pois a Campanha Salarial ainda não acabou. “Temos de lutar para que o BB mantenha todas as demais cláusulas que não foram julgadas”, disse.
Intransigência – uma prova da falta de diálogo do banco é o desconto de cinco dias parados extra folha de pagamento, neste mês. No último dia 18, a Comissão de Empresa se reuniu com o banco e solicitou que o BB se abstivesse de qualquer desconto e aguardasse o julgamento do TST. Mas o banco, intransigentemente, efetuou o desconto e agora teve que se submeter ao constrangimento de estorná-lo.
Fonte: SEEB Curitiba

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BB quer esperar o acórdão para retomar as negociações

O Banco do Brasil anunciou hoje que vai reabrir as negociações específicas com o movimento sindical após a publicação do acórdão com a decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre o dissídio coletivo – em que concedeu mais R$ 1000 de abono, além de manter o índice de reajuste. A informação foi passada para o funcionalismo por meio do sistema interno de comunicações do banco.

No comunicado, o BB diz que os próximos passos para o acordo coletivo são retomar as discussões com os trabalhadores. Na sexta-feira, um dia após o julgamento, a Executiva Nacional dos Bancários encaminhou um pedido de retomada das negociações. Com o julgamento do índice de reajuste salarial todas as outras 46 cláusulas do acordo anterior, acrescidas de mais oito novas cláusulas já negociadas este ano, precisam ser debatidas.

A última proposta apresentada pelo banco será o patamar mínimo das discussões. O movimento sindical, além disso, não irá aceitar de forma alguma a retirada de qualquer cláusula e o rebaixamento da proposta. “Sempre destacamos que o dissídio não era uma boa saída, porque o TST só julgou o índice de reajuste, ficando de fora 54 cláusulas já negociadas e de extrema importância para o funcionalismo”, afirma o diretor do Sindicato José Paulo Staub. Ele lembra que os bancários devem se manter mobilizados, pois a Campanha Salarial ainda não acabou. “Temos de lutar para que o BB mantenha todas as demais cláusulas que não foram julgadas”, disse.

Intransigência – uma prova da falta de diálogo do banco é o desconto de cinco dias parados extra folha de pagamento, neste mês. No último dia 18, a Comissão de Empresa se reuniu com o banco e solicitou que o BB se abstivesse de qualquer desconto e aguardasse o julgamento do TST. Mas o banco, intransigentemente, efetuou o desconto e agora teve que se submeter ao constrangimento de estorná-lo.

Fonte: SEEB Curitiba

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