Até a próxima terça-feira, dia 23 de novembro, os funcionários do Banco do Brasil realizam assembléias em todo o país para avaliar a proposta de acordo coletivo apresentada pela direção do BB. A orientação da Executiva Nacional dos Bancários e da Comissão de Empresa dos Funcionários é pela aceitação da proposta, que está sendo considerada muito similar à apresentada pelo banco antes da deflagração da recente greve nacional da categoria bancária.
Os itens econômicos, como o reajuste de 8,5% para todos os funcionários e mais R$ 30 para quem ganha até R$ 1.500, além de abono de R$ 1.000, foram estabelecidos pelo dissídio coletivo julgado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho). As demais cláusulas foram negociadas entre a direção do BB e a representação nacional dos bancários.
O BB também se compromete a seguir um formato parecido aos dos bancos privados para a distribuição da PLR. A diferença é que o pagamento terá como base o lucro semestral. Assim, o BB creditará para todos os funcionários em atividade 40% do salário mais parcela fixa de R$ 352,50, além do módulo-bônus para todos os bancários. O benefício também será estendido para todos os funcionários afastados por acidente de trabalho. Outra conquista diz respeito aos parâmetros da Parcela Previ (fundo de pensão dos funcionários do BB), com a revisão para valores entre R$ 1.480 e R$ 1.520.
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Por Mhais• 19 de novembro de 2004• 09:52• Sem categoria
Funcionários avaliam proposta de acordo coletivo do BB
Até a próxima terça-feira, dia 23 de novembro, os funcionários do Banco do Brasil realizam assembléias em todo o país para avaliar a proposta de acordo coletivo apresentada pela direção do BB. A orientação da Executiva Nacional dos Bancários e da Comissão de Empresa dos Funcionários é pela aceitação da proposta, que está sendo considerada muito similar à apresentada pelo banco antes da deflagração da recente greve nacional da categoria bancária.
Os itens econômicos, como o reajuste de 8,5% para todos os funcionários e mais R$ 30 para quem ganha até R$ 1.500, além de abono de R$ 1.000, foram estabelecidos pelo dissídio coletivo julgado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho). As demais cláusulas foram negociadas entre a direção do BB e a representação nacional dos bancários.
O BB também se compromete a seguir um formato parecido aos dos bancos privados para a distribuição da PLR. A diferença é que o pagamento terá como base o lucro semestral. Assim, o BB creditará para todos os funcionários em atividade 40% do salário mais parcela fixa de R$ 352,50, além do módulo-bônus para todos os bancários. O benefício também será estendido para todos os funcionários afastados por acidente de trabalho. Outra conquista diz respeito aos parâmetros da Parcela Previ (fundo de pensão dos funcionários do BB), com a revisão para valores entre R$ 1.480 e R$ 1.520.
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