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Por 11:12 Notícias

Representantes de Curitiba e Região participam das negociações

A partir das 15h de hoje, 29 de agosto, inicia a primeira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Comissão de Negociação da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
O encontro contará com a presença dos nossos representantes. O presidente da FETEC-CUT-PR, Adilson Stuzata, e a presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, Marisa Stedile, já estão em São Paulo, local das negociações.
O Comando Nacional dos Bancários representa 400 mil bancários em todo o país. A categoria pede reajuste de 11,77% – sendo 5,69% da inflação projetada pelo ICV do Dieese mais 5,75% de aumento real -, além de 14º salário e reajuste automático de salários sempre que a inflação acumulada alcançar 3%.
Na pauta dos funcionários dos bancos também está a PLR (Participação nos Lucros e Resultados), no valor de um salário do empregado mais R$788 fixos e mais 5% do lucro líquido do banco distribuído de forma linear pelos empregados.
“As notícias de lucros cada vez maiores por parte dos bancos já virou uma constante. Também é uma clara evidência de que os bancos podem pagar mais aos trabalhadores. Nós não estamos reivindicando nada além do justo”, enfatiza Adilson Stuzata.

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Representantes de Curitiba e Região participam das negociações

A partir das 15h de hoje, 29 de agosto, inicia a primeira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Comissão de Negociação da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

O encontro contará com a presença dos nossos representantes. O presidente da FETEC-CUT-PR, Adilson Stuzata, e a presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, Marisa Stedile, já estão em São Paulo, local das negociações.

O Comando Nacional dos Bancários representa 400 mil bancários em todo o país. A categoria pede reajuste de 11,77% – sendo 5,69% da inflação projetada pelo ICV do Dieese mais 5,75% de aumento real -, além de 14º salário e reajuste automático de salários sempre que a inflação acumulada alcançar 3%.

Na pauta dos funcionários dos bancos também está a PLR (Participação nos Lucros e Resultados), no valor de um salário do empregado mais R$788 fixos e mais 5% do lucro líquido do banco distribuído de forma linear pelos empregados.
“As notícias de lucros cada vez maiores por parte dos bancos já virou uma constante. Também é uma clara evidência de que os bancos podem pagar mais aos trabalhadores. Nós não estamos reivindicando nada além do justo”, enfatiza Adilson Stuzata.

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