(São Paulo) Na primeira reunião da campanha salarial entre bancários e os representantes da Fenaban, que ocorreu nesta segunda-feira, foi garantida a data-base da categoria em 1o de setembro e estendidos os direitos da última convenção coletiva enquanto durarem as negociações.
No encontro, os representantes dos banqueiros deixaram clara sua preocupação com a campanha unificada da categoria. Para o coordenador de negociação da Fenaban, Magnus Apostólico, a campanha salarial do ano passado foi cara e “tumultuada” .
“A posição da Fenaban reafirma que nossa estratégia está certa, porque unidos ficamos mais fortes”, afirma Vagner Freitas, presidente da Confederação Nacional dos Bancários, CNB/CUT. “Deixamos claro que não houve nenhum tumulto, mas uma greve democrática que fortaleceu a categoria e assinala para uma negociação com mais conquistas para este ano.”
Ramo financeiro – Durante as negociações, os bancários reafirmaram que o acordo deve valer para todos os bancos, públicos e privados, e também para todos que trabalham no sistema financeiro. “A intenção é fazer uma convenção coletiva nacional com mais direitos para todos”, conclui Vagner.
Ficou definido que a próxima rodada de negociação ocorrerá no dia 6 de setembro e serão discutidas cláusulas econômicas, sociais e sindicais.
Fonte: Fredi Vasconcelos – CNB/CUT
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Por Mhais• 29 de agosto de 2005• 18:45• Sem categoria
Negociação começa com manutenção de direitos
(São Paulo) Na primeira reunião da campanha salarial entre bancários e os representantes da Fenaban, que ocorreu nesta segunda-feira, foi garantida a data-base da categoria em 1o de setembro e estendidos os direitos da última convenção coletiva enquanto durarem as negociações.
No encontro, os representantes dos banqueiros deixaram clara sua preocupação com a campanha unificada da categoria. Para o coordenador de negociação da Fenaban, Magnus Apostólico, a campanha salarial do ano passado foi cara e “tumultuada” .
“A posição da Fenaban reafirma que nossa estratégia está certa, porque unidos ficamos mais fortes”, afirma Vagner Freitas, presidente da Confederação Nacional dos Bancários, CNB/CUT. “Deixamos claro que não houve nenhum tumulto, mas uma greve democrática que fortaleceu a categoria e assinala para uma negociação com mais conquistas para este ano.”
Ramo financeiro – Durante as negociações, os bancários reafirmaram que o acordo deve valer para todos os bancos, públicos e privados, e também para todos que trabalham no sistema financeiro. “A intenção é fazer uma convenção coletiva nacional com mais direitos para todos”, conclui Vagner.
Ficou definido que a próxima rodada de negociação ocorrerá no dia 6 de setembro e serão discutidas cláusulas econômicas, sociais e sindicais.
Fonte: Fredi Vasconcelos – CNB/CUT
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