A Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT) vai enviar nesta sexta-feira um grupo de dirigentes à Brasília para denunciar a truculência do Bradesco. O maior banco privado do país está se utilizando da habitual violência da Polícia Militar para impedir que seus funcionários exerçam o livre direito à greve. Os bancários querem uma audiência com o ministro da Justiça, Márcio Tomás Bastos, e com o ministro do Trabalho, Luis Marinho.
“No Brasil inteiro os bancários estão tendo problemas com a Polícia e é só no Bradesco. Queremos estas audiências com os ministros para denunciar a ação das PMs e do banco, pois a violência está demais. A Polícia tem se utilizado de gás pimenta, cachorro e muito mais… Não queremos que aconteça com os bancários a mesma violência que houve no Rio Grande do Sul, onde um sindicalista foi covardemente morto pela Polícia”, afirmou Carlos Cordeiro, secretário-geral da CNB/CUT.
Para o sindicalista, a CNB quer tentar abrir um diálogo com os Ministérios da Justiça e do Trabalho justamente para evitar que a violência do Bradesco aumente e termine em tragédia. “Tememos porque a polícia está sendo extremamente agressiva, como ocorreu hoje em São Paulo, Belo Horizonte, Assis, Araraquara. Semana passada foi a mesma coisa, o banco atenta contra a democracia e incita a violência. Se o banco realmente quer que os bancários encerrem a greve é simples: basta oferecer na mesa da Fenaban um reajuste digno, com aumento real e uma PLR melhor. Porque prender sindicalista, bater em bancário e jogar pimenta nos olhos dos outros é coisa de gente que não é flor que se cheire”, finalizou Cordeiro.
Fonte: CNB/CUT
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Por Mhais• 6 de outubro de 2005• 15:21• Sem categoria
Bancários vão denunciar violência do Bradesco e da PM
A Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT) vai enviar nesta sexta-feira um grupo de dirigentes à Brasília para denunciar a truculência do Bradesco. O maior banco privado do país está se utilizando da habitual violência da Polícia Militar para impedir que seus funcionários exerçam o livre direito à greve. Os bancários querem uma audiência com o ministro da Justiça, Márcio Tomás Bastos, e com o ministro do Trabalho, Luis Marinho.
“No Brasil inteiro os bancários estão tendo problemas com a Polícia e é só no Bradesco. Queremos estas audiências com os ministros para denunciar a ação das PMs e do banco, pois a violência está demais. A Polícia tem se utilizado de gás pimenta, cachorro e muito mais… Não queremos que aconteça com os bancários a mesma violência que houve no Rio Grande do Sul, onde um sindicalista foi covardemente morto pela Polícia”, afirmou Carlos Cordeiro, secretário-geral da CNB/CUT.
Para o sindicalista, a CNB quer tentar abrir um diálogo com os Ministérios da Justiça e do Trabalho justamente para evitar que a violência do Bradesco aumente e termine em tragédia. “Tememos porque a polícia está sendo extremamente agressiva, como ocorreu hoje em São Paulo, Belo Horizonte, Assis, Araraquara. Semana passada foi a mesma coisa, o banco atenta contra a democracia e incita a violência. Se o banco realmente quer que os bancários encerrem a greve é simples: basta oferecer na mesa da Fenaban um reajuste digno, com aumento real e uma PLR melhor. Porque prender sindicalista, bater em bancário e jogar pimenta nos olhos dos outros é coisa de gente que não é flor que se cheire”, finalizou Cordeiro.
Fonte: CNB/CUT
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