A queda da taxa básica de juros em 0,75% é bem-vinda, pois mantém o declínio iniciado em setembro de 2005. A redução da taxa certamente minimiza parte dos obstáculos à geração de mais empregos e melhores salários, como há tempos vem defendendo a CUT, abrindo espaço para um crescimento sustentado.
Porém, os juros básicos brasileiros continuam sendo os mais altos do mundo. Os indicadores econômicos do país demonstram que há espaço para uma redução bem mais acentuada, absolutamente necessária. Vamos continuar a defendê-la, pois sem isso não atingiremos o crescimento desejado em 2006, em torno de 5% a 6% ao ano.
Para tanto, propomos a ampliação do Conselho Monetário Nacional (CMN), com a inclusão de representantes de trabalhadores e empresários. Propomos a fixação, por parte do governo federal, de metas de geração de emprego e de crescimento econômico, que mereçam a mesma obstinação hoje dedicada às metas de inflação e superávit primário.
João Antonio Felicio
Presidente nacional da CUT
Fonte: CUT
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Comentários
Por Mhais• 19 de janeiro de 2006• 14:24• Sem categoria
0,75% é pouco. CUT quer queda mais acelerada
A queda da taxa básica de juros em 0,75% é bem-vinda, pois mantém o declínio iniciado em setembro de 2005. A redução da taxa certamente minimiza parte dos obstáculos à geração de mais empregos e melhores salários, como há tempos vem defendendo a CUT, abrindo espaço para um crescimento sustentado.
Porém, os juros básicos brasileiros continuam sendo os mais altos do mundo. Os indicadores econômicos do país demonstram que há espaço para uma redução bem mais acentuada, absolutamente necessária. Vamos continuar a defendê-la, pois sem isso não atingiremos o crescimento desejado em 2006, em torno de 5% a 6% ao ano.
Para tanto, propomos a ampliação do Conselho Monetário Nacional (CMN), com a inclusão de representantes de trabalhadores e empresários. Propomos a fixação, por parte do governo federal, de metas de geração de emprego e de crescimento econômico, que mereçam a mesma obstinação hoje dedicada às metas de inflação e superávit primário.
João Antonio Felicio
Presidente nacional da CUT
Fonte: CUT
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