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51 municípios do PR perdem verba da merenda

Dos 399 municípios do Paraná, 51 estão com pendências na documentação de prestação de contas enviada ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O fundo é responsável pela transferência de recursos federais para a alimentação escolar dos alunos da educação infantil (creches e pré-escola) e do ensino fundamental.

Sem a regularização das pendências, os recursos federais da merenda escolar não são enviados às prefeituras. O levantamento foi feito na última semana pelo deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) junto ao Ministério da Educação. “Alguns dos municípios paranaenses sequer enviaram os documentos exigidos. Outros, mandaram documentos incompletos”, informa Dr. Rosinha. “Houve até casos de documentos enviados sem nenhuma assinatura.”

O parlamentar petista apela para que as secretarias municipais de Educação entrem, com urgência, em contato com o ministério para regularizar a situação. “Fomos informados que os técnicos do FNDE estão tendo dificuldades para obter o retorno das administrações municipais”, afirma Dr. Rosinha.

Em dezembro de 2002, o governo federal repassava, por aluno matriculado, R$ 0,13 por dia para a merenda escolar. No caso da pré-escola, o valor era de R$ 0,06. Esses valores permaneceram congelados durante os dois mandatos do ex-presidente FHC. Assim que o governo Lula assumiu, em 2003, o repasse foi reajustado para R$ 0,42 no caso das escolas indígenas e de quilombolas, e para R$ 0,22 no caso das creches, repasses que não existiam durante a era FHC. Para o ensino fundamental, o valor passou para R$ 0,18. O mesmo valor foi estendido à pré-escola.

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação é um complemento para a alimentação diária das 37 milhões de crianças de escolas públicas. O programa foi criado para suplementar a alimentação e garantir 15% das necessidades nutricionais. O repasse é feito em dez parcelas anuais, de fevereiro a novembro. Por lei, o recurso maior deveria ser das prefeituras, mas muitas vezes o dinheiro do governo federal é o principal, quando não é o único.

Seu objetivo é atender às necessidades nutricionais dos alunos durante sua permanência em sala de aula. O repasse é feito diretamente aos estados e municípios, com base no censo escolar realizado no ano anterior ao do atendimento.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.parana-online.com.br.

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51 municípios do PR perdem verba da merenda

Dos 399 municípios do Paraná, 51 estão com pendências na documentação de prestação de contas enviada ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O fundo é responsável pela transferência de recursos federais para a alimentação escolar dos alunos da educação infantil (creches e pré-escola) e do ensino fundamental.
Sem a regularização das pendências, os recursos federais da merenda escolar não são enviados às prefeituras. O levantamento foi feito na última semana pelo deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) junto ao Ministério da Educação. “Alguns dos municípios paranaenses sequer enviaram os documentos exigidos. Outros, mandaram documentos incompletos”, informa Dr. Rosinha. “Houve até casos de documentos enviados sem nenhuma assinatura.”
O parlamentar petista apela para que as secretarias municipais de Educação entrem, com urgência, em contato com o ministério para regularizar a situação. “Fomos informados que os técnicos do FNDE estão tendo dificuldades para obter o retorno das administrações municipais”, afirma Dr. Rosinha.
Em dezembro de 2002, o governo federal repassava, por aluno matriculado, R$ 0,13 por dia para a merenda escolar. No caso da pré-escola, o valor era de R$ 0,06. Esses valores permaneceram congelados durante os dois mandatos do ex-presidente FHC. Assim que o governo Lula assumiu, em 2003, o repasse foi reajustado para R$ 0,42 no caso das escolas indígenas e de quilombolas, e para R$ 0,22 no caso das creches, repasses que não existiam durante a era FHC. Para o ensino fundamental, o valor passou para R$ 0,18. O mesmo valor foi estendido à pré-escola.
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação é um complemento para a alimentação diária das 37 milhões de crianças de escolas públicas. O programa foi criado para suplementar a alimentação e garantir 15% das necessidades nutricionais. O repasse é feito em dez parcelas anuais, de fevereiro a novembro. Por lei, o recurso maior deveria ser das prefeituras, mas muitas vezes o dinheiro do governo federal é o principal, quando não é o único.
Seu objetivo é atender às necessidades nutricionais dos alunos durante sua permanência em sala de aula. O repasse é feito diretamente aos estados e municípios, com base no censo escolar realizado no ano anterior ao do atendimento.
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