O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está fiscalizando bancos de todo o País para verificar a situação da terceirização bancária no Brasil. Auditores Fiscais do Trabalho da Delegacia Regional do Trabalho no Paraná (DRT/PR), juntamente com dois fiscais do MTE, de Brasília, fiscalizaram durante o início de agosto as empresas que terceirizam mão-de-obra para os bancos.
Cerca de 400 trabalhadores estavam irregulares, segundo o auditor fiscal Cezar Natal Paiva Pereira, que participou da ação. A principal irregularidade encontrada foi a contratação de trabalhadores não como bancários, mas sim como escriturários, por meio de outras empresas, na qualidade de terceirizados. Nesses casos, o trabalhador não recebe um salário de acordo com o sindicato dos bancários, e sim de outro sindicato, que acaba tendo um piso salarial bastante inferior.
Além do salário reduzido, Pereira lembra que o empregado ainda perde outros benefícios como a remuneração das férias e o 13.º, além do FGTS incidente sobre estes direitos. “O trabalhador, infelizmente, acaba sendo altamente prejudicado”, afirma o auditor.
As empresas e bancos fiscalizados foram notificados a comparecer na DRT e apresentar a documentação exigida. “Este tipo de auditoria continuará ocorrendo em todo País até que se tenha um diagnóstico da situação global, quando então haverá novas ações”, enfatiza Pereira.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.parana-online.com.br.
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Por Mhais• 9 de setembro de 2006• 11:22• Sem categoria
Delegacia Regional do Trabalho fiscaliza terceirizados em bancos
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está fiscalizando bancos de todo o País para verificar a situação da terceirização bancária no Brasil. Auditores Fiscais do Trabalho da Delegacia Regional do Trabalho no Paraná (DRT/PR), juntamente com dois fiscais do MTE, de Brasília, fiscalizaram durante o início de agosto as empresas que terceirizam mão-de-obra para os bancos.
Cerca de 400 trabalhadores estavam irregulares, segundo o auditor fiscal Cezar Natal Paiva Pereira, que participou da ação. A principal irregularidade encontrada foi a contratação de trabalhadores não como bancários, mas sim como escriturários, por meio de outras empresas, na qualidade de terceirizados. Nesses casos, o trabalhador não recebe um salário de acordo com o sindicato dos bancários, e sim de outro sindicato, que acaba tendo um piso salarial bastante inferior.
Além do salário reduzido, Pereira lembra que o empregado ainda perde outros benefícios como a remuneração das férias e o 13.º, além do FGTS incidente sobre estes direitos. “O trabalhador, infelizmente, acaba sendo altamente prejudicado”, afirma o auditor.
As empresas e bancos fiscalizados foram notificados a comparecer na DRT e apresentar a documentação exigida. “Este tipo de auditoria continuará ocorrendo em todo País até que se tenha um diagnóstico da situação global, quando então haverá novas ações”, enfatiza Pereira.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.parana-online.com.br.
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