O Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, reunido nesta terça-feira, em São Paulo, considerou a necessidade de os sindicatos ampliarem a mobilização rumo à construção da greve da categoria. A indicação leva em conta os quase 15 dias sem qualquer negociação agendada.
Para o Comando, os banqueiros mantêm-se na ‘moita’, uma vez que não possuem argumentos para refutar as reivindicações dos bancários frente a novos recordes nos lucros registrados no primeiro semestre de 2006.
“A falta de negociação e de propostas por parte dos banqueiros por si só já coloca a campanha em um impasse. Só que a situação é ainda pior com a discriminação praticada pelo Bradesco, Unibanco e Itaú, que distribuíram parte de seus lucros aos executivos e deixando a grande maioria dos bancários sem qualquer perspectiva. Isso exige de nós preparação para enfrentamento ainda maior”, avisa o diretor de Bancos Privados da FETEC/CUT-SP, Pedro Sardi.
Jornalista: Lucimar Cruz Beraldo
Fonte: Fetec/CUT/SP
Notícias recentes
- Plenária estadual para aprovação da minuta de reivindicação 2026. Acesse os links aqui
- Seminário discute os perigos da pejotização para os trabalhadores
- Moraes vai decidir se Bolsonaro continuará em prisão domiciliar
- Redução de impostos e equilíbrio fiscal são prioridades, aponta CNI
- BC: “melhores práticas” recomendam não reagir a choques de oferta
Comentários
Por Mhais• 13 de setembro de 2006• 10:21• Sem categoria
Comando aponta para construção da greve
O Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, reunido nesta terça-feira, em São Paulo, considerou a necessidade de os sindicatos ampliarem a mobilização rumo à construção da greve da categoria. A indicação leva em conta os quase 15 dias sem qualquer negociação agendada.
Para o Comando, os banqueiros mantêm-se na ‘moita’, uma vez que não possuem argumentos para refutar as reivindicações dos bancários frente a novos recordes nos lucros registrados no primeiro semestre de 2006.
“A falta de negociação e de propostas por parte dos banqueiros por si só já coloca a campanha em um impasse. Só que a situação é ainda pior com a discriminação praticada pelo Bradesco, Unibanco e Itaú, que distribuíram parte de seus lucros aos executivos e deixando a grande maioria dos bancários sem qualquer perspectiva. Isso exige de nós preparação para enfrentamento ainda maior”, avisa o diretor de Bancos Privados da FETEC/CUT-SP, Pedro Sardi.
Jornalista: Lucimar Cruz Beraldo
Fonte: Fetec/CUT/SP
Deixe um comentário