Dia 17 de outubro de 2000 é uma data que está na mente de muitos trabalhadores paranaenses.
Data que remete a um grande pesar, o processo de privatização e a venda do Banco do Estado do Paraná S. A., o Banestado. Naquele momento, foi uma vitória da doutrina neoliberal que consagrou no Paraná, o que vinha ocorrendo pelo Brasil afora, as privatizações antiéticas, imorais e fundamentadas na corrupção e na propaganda da má gestão do estado.
O Banestado foi alvo de uma campanha coordenada por instituições financeiras em parceria com o governo Lerner, com intuito de difundir junto ao povo do Paraná a idéia de que a capacidade gerencial do Estado estava esgotada e que o banco precisava ser vendido.
A luta do Comitê Movimento União em Defesa do Banestado não foi suficiente para evitar a venda e barrar as arbitrariedades e falcatruas que estiveram presentes em todo o processo. “A privatização do Banestado foi uma mal que a sociedade paranaense não precisava”, afirma Adilson Stuzata, presidente da Federação dos Bancários da CUT-PR.
Além disto, “Significou a redução ao fomento no desenvolvimento social e econômico do povo paranaense, desemprego para cerca de 9 mil trabalhadores e migração da sede do banco do Paraná para São Paulo e com isso deslocamento de capital de um estado para o outro”, concluiu.
Porém, felizmente a resistência dos Movimentos Sociais, Sindicatos de Trabalhadores, Associações Classistas e o Movimento Estudantil, aliados aos setores progressistas da sociedade paranaense conseguiram reunir forças e no ano seguinte, evitaram a privatização da Companhia Paranense de Energia Elétrica, a Copel. Este momento sinalizou uma mudança no tom político do povo paranaense, o qual precisa ser resgatado neste período eleitoral.
FETEC-CUT-PR.
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Por Mhais• 17 de outubro de 2006• 12:40• Sem categoria
Privatização e vergonha: neste dia 17 de outubro, seis anos sem o banco Banestado
Dia 17 de outubro de 2000 é uma data que está na mente de muitos trabalhadores paranaenses.
Data que remete a um grande pesar, o processo de privatização e a venda do Banco do Estado do Paraná S. A., o Banestado. Naquele momento, foi uma vitória da doutrina neoliberal que consagrou no Paraná, o que vinha ocorrendo pelo Brasil afora, as privatizações antiéticas, imorais e fundamentadas na corrupção e na propaganda da má gestão do estado.
O Banestado foi alvo de uma campanha coordenada por instituições financeiras em parceria com o governo Lerner, com intuito de difundir junto ao povo do Paraná a idéia de que a capacidade gerencial do Estado estava esgotada e que o banco precisava ser vendido.
A luta do Comitê Movimento União em Defesa do Banestado não foi suficiente para evitar a venda e barrar as arbitrariedades e falcatruas que estiveram presentes em todo o processo. “A privatização do Banestado foi uma mal que a sociedade paranaense não precisava”, afirma Adilson Stuzata, presidente da Federação dos Bancários da CUT-PR.
Além disto, “Significou a redução ao fomento no desenvolvimento social e econômico do povo paranaense, desemprego para cerca de 9 mil trabalhadores e migração da sede do banco do Paraná para São Paulo e com isso deslocamento de capital de um estado para o outro”, concluiu.
Porém, felizmente a resistência dos Movimentos Sociais, Sindicatos de Trabalhadores, Associações Classistas e o Movimento Estudantil, aliados aos setores progressistas da sociedade paranaense conseguiram reunir forças e no ano seguinte, evitaram a privatização da Companhia Paranense de Energia Elétrica, a Copel. Este momento sinalizou uma mudança no tom político do povo paranaense, o qual precisa ser resgatado neste período eleitoral.
FETEC-CUT-PR.
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