(São Paulo) A segunda rodada de negociações da mesa temática sobre saúde aproximou pela primeira vez os bancários do conceito proposto no preâmbulo da Constituição da OMS (Organização Mundial de Saúde), que fala em “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas na ausência de doença ou de enfermidade”. Após a reunião com a Fenaban, realizada nesta terça-feira, os bancários saíram otimistas e com a sensação de que a falta de condições de trabalho, que tanto adoece a categoria, pode mudar.
“Nesta primeira negociação após a Campanha Nacional, reafirmamos as nossas três reivindicações prioritárias, que são a isonomia entre os bancários afastados por problemas de saúde e os trabalhadores da ativa, a reabilitação do funcionário adoecido e a prevenção. Os banqueiros mostraram interesse em negociar esses três temas e disseram que há espaço para avançar nas nossas reivindicações. Ficou acertado que as discussões começarão pela reabilitação do bancário e este será o tema central da próxima rodada de negociações, agendada para o dia 8 de dezembro”, disse Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro já apresentou para a Fenaban uma proposta de Programa de Reabilitação Ocupacional (PRO). “Reafirmamos nossas reivindicações para a Fenaban, que ficou de analisar. Eles também já nos apresentaram um projeto, mas com problemas e que não atende nossas reivindicações. Agora vamos discutir profundamente esta questão para tentarmos chegar a um consenso”, explica Plínio.
O dirigente ressalta que, para haver avanços nas próximas rodadas de negociação, os bancários precisam acompanhar de perto as reuniões e se mobilizar. “A Contraf-CUT vai propor um calendário de mobilizações para que os sindicatos desenvolvam atividades em suas bases. Embora a Fenaban tenha mostrado disposição em negociar, não podemos esquecer que estamos lidando com os banqueiros e, sem pressão, eles não cedem”, finalizou Plínio.
Fonte: Contraf-CUT.
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Por Mhais• 8 de novembro de 2006• 21:46• Sem categoria
Mesa temática sobre Saúde dos Trabalhahores Bancários requer avanços profundos
(São Paulo) A segunda rodada de negociações da mesa temática sobre saúde aproximou pela primeira vez os bancários do conceito proposto no preâmbulo da Constituição da OMS (Organização Mundial de Saúde), que fala em “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas na ausência de doença ou de enfermidade”. Após a reunião com a Fenaban, realizada nesta terça-feira, os bancários saíram otimistas e com a sensação de que a falta de condições de trabalho, que tanto adoece a categoria, pode mudar.
“Nesta primeira negociação após a Campanha Nacional, reafirmamos as nossas três reivindicações prioritárias, que são a isonomia entre os bancários afastados por problemas de saúde e os trabalhadores da ativa, a reabilitação do funcionário adoecido e a prevenção. Os banqueiros mostraram interesse em negociar esses três temas e disseram que há espaço para avançar nas nossas reivindicações. Ficou acertado que as discussões começarão pela reabilitação do bancário e este será o tema central da próxima rodada de negociações, agendada para o dia 8 de dezembro”, disse Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro já apresentou para a Fenaban uma proposta de Programa de Reabilitação Ocupacional (PRO). “Reafirmamos nossas reivindicações para a Fenaban, que ficou de analisar. Eles também já nos apresentaram um projeto, mas com problemas e que não atende nossas reivindicações. Agora vamos discutir profundamente esta questão para tentarmos chegar a um consenso”, explica Plínio.
O dirigente ressalta que, para haver avanços nas próximas rodadas de negociação, os bancários precisam acompanhar de perto as reuniões e se mobilizar. “A Contraf-CUT vai propor um calendário de mobilizações para que os sindicatos desenvolvam atividades em suas bases. Embora a Fenaban tenha mostrado disposição em negociar, não podemos esquecer que estamos lidando com os banqueiros e, sem pressão, eles não cedem”, finalizou Plínio.
Fonte: Contraf-CUT.
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