Brasília – A segunda rodada de debates do 1º Fórum Nacional de TVs Públicas será realizada amanhã (9), no Palácio Capanema, no Rio de Janeiro, quando será lançado o segundo caderno com as conclusões da primeira parte da discussão. O encontro envolve representantes de tevês legislativas, universitárias, comunitárias, estatais e educativas, além do governo e da sociedade civil.
Membro do grupo executivo do evento, Mário Borgneth está confiante no resultado do processo de discussão sobre as tevês públicas do país, cujas plenárias finais serão realizadas de 8 a 11 de maio, em Brasília.
“Estamos tendo condições, nunca antes produzidas, de conhecimento da nossa realidade [das TVs públicas] e, sobretudo, daquilo que desejamos. O fórum vai permitir ao governo pautar com mais segurança os projetos e as políticas para o novo cenário da comunicação social brasileira, com a chegada da tevê e do rádio digitais. Isso obriga um rearranjo institucional, marcos regulatórios dos modelos de gestão e de produção”, sublinha Borgneth.
Os segmentos envolvidos trazem dúvidas, preocupações e reclamações para essa segunda rodada de debates, segundo representantes ouvidos pela Agência Brasil – leia mais ao lado. Uma delas é a possível perda de espaço das tevês comunitárias com a migração do atual sistema analógico para o digital. Outros são a falta de financiamento aos canais comunitários e universitários por parte do governo e a dúvida sobre dar abertura ou não às verbas publicitárias vindas da iniciativa privada.
O anúncio da criação do fórum ocorreu em setembro passado. Os organizadores tiveram uma fase preparatória, quando elaboraram diagnósticos dos diversos segmentos ligados à televisão pública no país, que resultaram no primeiro caderno de debates. Este foi apresentado em novembro, durante a cerimônia de abertura do fórum.
A partir daí, foram formados oito grupos de trabalho com os seguintes eixos: missão e finalidade das tevês públicas, configuração jurídica institucional, marcos regulatórios, infra-estrutura e tecnologia, migração digital, programação e modelo de negócio, financiamento, relações institucionais. O resultado desse trabalho é o segundo caderno de debates.
Os ministros da Cultura, Gilberto Gil, e da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, participam da abertura da segunda rodada do Fórum Nacional de TVs Públicas, além de representantes das tevês públicas e outros setores ligados ao segmento audiovisual.
Por Ivan Richard e José Carlos Mattedi – Da Agência Brasil.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br.
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Por Mhais• 9 de abril de 2007• 08:47• Sem categoria
Segunda rodada do Fórum Nacional de TVs Públicas começa no Rio de Janeiro
Brasília – A segunda rodada de debates do 1º Fórum Nacional de TVs Públicas será realizada amanhã (9), no Palácio Capanema, no Rio de Janeiro, quando será lançado o segundo caderno com as conclusões da primeira parte da discussão. O encontro envolve representantes de tevês legislativas, universitárias, comunitárias, estatais e educativas, além do governo e da sociedade civil.
Membro do grupo executivo do evento, Mário Borgneth está confiante no resultado do processo de discussão sobre as tevês públicas do país, cujas plenárias finais serão realizadas de 8 a 11 de maio, em Brasília.
“Estamos tendo condições, nunca antes produzidas, de conhecimento da nossa realidade [das TVs públicas] e, sobretudo, daquilo que desejamos. O fórum vai permitir ao governo pautar com mais segurança os projetos e as políticas para o novo cenário da comunicação social brasileira, com a chegada da tevê e do rádio digitais. Isso obriga um rearranjo institucional, marcos regulatórios dos modelos de gestão e de produção”, sublinha Borgneth.
Os segmentos envolvidos trazem dúvidas, preocupações e reclamações para essa segunda rodada de debates, segundo representantes ouvidos pela Agência Brasil – leia mais ao lado. Uma delas é a possível perda de espaço das tevês comunitárias com a migração do atual sistema analógico para o digital. Outros são a falta de financiamento aos canais comunitários e universitários por parte do governo e a dúvida sobre dar abertura ou não às verbas publicitárias vindas da iniciativa privada.
O anúncio da criação do fórum ocorreu em setembro passado. Os organizadores tiveram uma fase preparatória, quando elaboraram diagnósticos dos diversos segmentos ligados à televisão pública no país, que resultaram no primeiro caderno de debates. Este foi apresentado em novembro, durante a cerimônia de abertura do fórum.
A partir daí, foram formados oito grupos de trabalho com os seguintes eixos: missão e finalidade das tevês públicas, configuração jurídica institucional, marcos regulatórios, infra-estrutura e tecnologia, migração digital, programação e modelo de negócio, financiamento, relações institucionais. O resultado desse trabalho é o segundo caderno de debates.
Os ministros da Cultura, Gilberto Gil, e da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, participam da abertura da segunda rodada do Fórum Nacional de TVs Públicas, além de representantes das tevês públicas e outros setores ligados ao segmento audiovisual.
Por Ivan Richard e José Carlos Mattedi – Da Agência Brasil.
NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.agenciabrasil.gov.br.
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