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DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA CRESCE 55,3% EM 1 ANO E ATINGE R$ 26,4 BI

JOÃO SANDRINI
da Folha Online, em Brasília

A Previdência Social teve déficit de R$ 26,4 bilhões em 2003, o que representa um crescimento de 55,3% sobre o ano anterior. Em relação ao PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas de um país), o déficit da Previdência saltou de 1,26% para 1,73%.

Explica a explosão do saldo negativo principalmente a inclusão de 800 mil pessoas nos pagamentos de benefícios da Previdência no ano passado. No geral, as despesas cresceram de 6,54% do PIB em 2002 para 7% em 2003.

Já as receitas da Previdência permaneceram estáveis em 5,27% do PIB.
Apesar de mais pessoas terem entrado no mercado de trabalho, as receitas foram prejudicadas pelo aumento do desemprego e do emprego informal e pela queda da renda –os trabalhadores contribuem com base nos salários.

Para 2004, o secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy, explicou que a reforma previdenciária aprovada pelo Congresso terá pouca influência sobre o resultado, uma vez que boa parte das mudanças, como o aumento da idade mínima para a aposentadoria de servidores, só será sentida daqui a alguns anos.

Por outro lado, Levy aposta que, por ser um ano de crescimento econômico, a massa salarial deve crescer e, consequentemente, elevar as receitas da Previdência.

Ele disse, entretanto, não ser um especialista em Previdência e não quis fazer uma estimativa sobre os resultados de 2004.

Por 11:06 Notícias

DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA CRESCE 55,3% EM 1 ANO E ATINGE R$ 26,4 BI

JOÃO SANDRINI
da Folha Online, em Brasília
A Previdência Social teve déficit de R$ 26,4 bilhões em 2003, o que representa um crescimento de 55,3% sobre o ano anterior. Em relação ao PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas de um país), o déficit da Previdência saltou de 1,26% para 1,73%.
Explica a explosão do saldo negativo principalmente a inclusão de 800 mil pessoas nos pagamentos de benefícios da Previdência no ano passado. No geral, as despesas cresceram de 6,54% do PIB em 2002 para 7% em 2003.
Já as receitas da Previdência permaneceram estáveis em 5,27% do PIB.
Apesar de mais pessoas terem entrado no mercado de trabalho, as receitas foram prejudicadas pelo aumento do desemprego e do emprego informal e pela queda da renda –os trabalhadores contribuem com base nos salários.
Para 2004, o secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy, explicou que a reforma previdenciária aprovada pelo Congresso terá pouca influência sobre o resultado, uma vez que boa parte das mudanças, como o aumento da idade mínima para a aposentadoria de servidores, só será sentida daqui a alguns anos.
Por outro lado, Levy aposta que, por ser um ano de crescimento econômico, a massa salarial deve crescer e, consequentemente, elevar as receitas da Previdência.
Ele disse, entretanto, não ser um especialista em Previdência e não quis fazer uma estimativa sobre os resultados de 2004.

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