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Fundo da Caixa se prepara para cobrir rombo

A Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal) obteve superávit de R$ 1,75 bilhão no ano passado, mas já transferiu todo o recurso para uma reserva, formada a partir de 2003, destinada a cobrir deficiência nas contas da fundação.

Apesar de já ter acumulado R$ 5,3 bilhões para essa finalidade, incluindo a parcela referente a 2004, a Funcef ainda não sabe se o dinheiro será suficiente para ajustar a situação financeira do fundo. Ou seja, não está descartada a possibilidade de a CEF (patrocinadora) ter que injetar dinheiro na fundação. “Uns acham que o dinheiro será suficiente, outros acham que não”, disse ontem o presidente da Funcef, Guilherme de Lacerda.

Nos próximos meses, a Funcef concluirá atualização de ativos (bens e direitos) e passivos (dívidas e obrigações) e a correção de premissas levadas em consideração para o pagamento dos benefícios, como a expectativa de vida dos participantes dos planos de aposentadoria complementar. Já se sabe que a redução do número de associados por mortes hoje é menor do que se esperava há alguns anos –ou seja, os benefícios pagos são maiores do que se imaginava.

A correção dessa premissa levou a Petros (dos funcionários da Petrobras) a anunciar em janeiro déficit de R$ 8 bilhões.
Fora isso, a atual administração da Funcef constatou em 2003, quando assumiu a gestão do fundo, que problemas ocorridos no passado teriam de ser reparados. Seis anos atrás a fundação criou um plano misto para promover a migração de participantes da modalidade do benefício definido para a da contribuição definida. Nesse processo, muitas contestações judiciais foram feitas, com grande probabilidade de êxito.

O pagamento dessas ações mais a correção das premissas do cálculo atuarial vão gerar deficiência financeira de R$ 6 bilhões, aproximadamente. Já prevendo essa situação, a Funcef começou a formar, desde 2003, uma reserva para cobrir o buraco nas contas do fundo.

No ano passado, a Funcef teve um resultado positivo de R$ 3,34 bilhões.

Descontada a meta atuarial de 12,61% (rendimento mínimo a ser obtido num ano), o superávit foi de R$ 1,75 bilhão, contra R$ 73 milhões em 2003.

Fonte: Folha de S. Paulo – LEONARDO SOUZA

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Fundo da Caixa se prepara para cobrir rombo

A Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal) obteve superávit de R$ 1,75 bilhão no ano passado, mas já transferiu todo o recurso para uma reserva, formada a partir de 2003, destinada a cobrir deficiência nas contas da fundação.
Apesar de já ter acumulado R$ 5,3 bilhões para essa finalidade, incluindo a parcela referente a 2004, a Funcef ainda não sabe se o dinheiro será suficiente para ajustar a situação financeira do fundo. Ou seja, não está descartada a possibilidade de a CEF (patrocinadora) ter que injetar dinheiro na fundação. “Uns acham que o dinheiro será suficiente, outros acham que não”, disse ontem o presidente da Funcef, Guilherme de Lacerda.
Nos próximos meses, a Funcef concluirá atualização de ativos (bens e direitos) e passivos (dívidas e obrigações) e a correção de premissas levadas em consideração para o pagamento dos benefícios, como a expectativa de vida dos participantes dos planos de aposentadoria complementar. Já se sabe que a redução do número de associados por mortes hoje é menor do que se esperava há alguns anos –ou seja, os benefícios pagos são maiores do que se imaginava.
A correção dessa premissa levou a Petros (dos funcionários da Petrobras) a anunciar em janeiro déficit de R$ 8 bilhões.
Fora isso, a atual administração da Funcef constatou em 2003, quando assumiu a gestão do fundo, que problemas ocorridos no passado teriam de ser reparados. Seis anos atrás a fundação criou um plano misto para promover a migração de participantes da modalidade do benefício definido para a da contribuição definida. Nesse processo, muitas contestações judiciais foram feitas, com grande probabilidade de êxito.
O pagamento dessas ações mais a correção das premissas do cálculo atuarial vão gerar deficiência financeira de R$ 6 bilhões, aproximadamente. Já prevendo essa situação, a Funcef começou a formar, desde 2003, uma reserva para cobrir o buraco nas contas do fundo.
No ano passado, a Funcef teve um resultado positivo de R$ 3,34 bilhões.
Descontada a meta atuarial de 12,61% (rendimento mínimo a ser obtido num ano), o superávit foi de R$ 1,75 bilhão, contra R$ 73 milhões em 2003.
Fonte: Folha de S. Paulo – LEONARDO SOUZA

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