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Comissão de Empresa apresenta premissas de PCS ao BB

(São Paulo) A Comissão de Empresa dos Funcionários do BB apresentou esta tarde à direção do banco as premissas para um novo Plano de Cargos e Salários (PCS). O projeto é baseado nas conclusões do Grupo de Trabalho formado no ano passado com representantes dos bancários e do banco, além das deliberações tiradas no último Congresso do BB.

O Banco do Brasil afirmou que também está elaborando um novo plano, muito próximo ao apresentado pela Comissão de Empresa. “O projeto do banco, segundo a direção, também é baseado no trabalho apresentado pelo GT. Agendamos uma nova reunião para o próximo dia 23, quando esperamos que o banco nos apresente a sua proposta de PCS”, explicou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa.

Dentre as premissas apresentadas pelos bancários estão a elaboração de novas regras de encarreiramento e adoção de mecanismos que assegurem seu cumprimento. Os funcionários também querem a reformulação de critérios de ascensão profissional, de modo a torná-los claros e transparentes. As premissas da proposta também prevêem a valorização dos cargos atinentes às atividades fim da empresa; a valorização do PCS de forma a manter atrativa a carreira de escriturário, com a eliminação da coexistência , na empresa, de duas categorias de funcionários; a adoção de modelo de descrição de cargos (responsabilidades, pré-requisitos, experiência, formação, etc); a adoção de metodologia tecnificada quantitativa de avaliação de cargos.

Venda de folgas – O Banco do Brasil apresentou para a Comissão de Empresa uma proposta para comprar integralmente as folgas dos funcionários acumuladas até o dia 31 de março. Os representantes do BB entregaram um termo aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho do ano passado propondo a compra. No documento, está previsto que a venda das folgas ao banco é facultativa.

A Comissão de Empresa vai encaminhar a proposta aos sindicatos, que já podem acessar o termo aditivo na seção de “Comunicados”, na página principal do site da CNB. Os sindicatos devem consultar os bancários na base e passar o posicionamento para a Comissão.

Condições de Trabalho – Os sindicalistas aproveitaram a reunião com representantes do banco para cobrar melhores condições de trabalho para os funcionários do Banco do Brasil. O presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas, abriu a reunião destacando que os bancários têm muitas expectativas, mas muitas frustrações pelos posicionamentos que o BB tem adotado. “As negociações permanentes precisam gerar frutos. O governo assumiu muitos compromissos que ainda não foram cumpridos e as demandas reprimidas do funcionalismo do Banco do Brasil têm gerado muita tensão. A nossa expectativa é resolver as pendências antes da Campanha Salarial que já está começando”, afirmou.

Uma das principais reclamações dos funcionários é o programa de redução de despesas implantado pelo banco e que vem gerando muitos problemas, alguns deles até por mesquinharia por parte de alguns gestores. “É um problema desnecessário criado pelo banco”, ressaltou Eduardo Araújo, diretor do sindicato de Brasília e representante da Federação Centro Norte.

Outro problema apresentado pela Comissão de Empresa é relativo às centrais de atendimento, cujo trabalho é muito penoso e não há pausa para descanso. Os representantes dos empregados ainda pediram a redução de jornada no horário noturno.

As metas abusivas e o assédio moral voltaram à pauta da reunião. Os sindicalistas reclamaram que o projeto Superação continua de vento e popa em todo o Brasil.

Terceirização – A Comissão de Empresa também cobrou do banco um freio nas terceirizações. Em muitos lugares, o número de terceirizados chega a superar o de bancários contratado. “Atualmente o auto-atendimento das agências é quase todo feito por terceirizado, o que depõe contra a qualidade do atendimento”, afirmou José Paulo Staub, diretor do Sindicato de Curitiba e representante da FETEC Paraná.

Outro problema gerado pela terceirização é com empresas de vigilância e limpeza. Por todo o país, há empresas que não pagam os funcionários há meses e outras que não recolhem o FGTS há mais de ano. “Cobramos do banco uma atitude, já que o BB tem responsabilidade solidária nestes casos”, explicou Olivan Faustino, representante da FEEB BA/SE.

Os bancários ainda cobraram pendências relativas à Cassi e à Previ. O banco ficou de se posicionar sobre todas as reivindicações no próximo encontro do dia 23.

Fonte: CNB – Fábio Jammal Makhoul

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Comissão de Empresa apresenta premissas de PCS ao BB

(São Paulo) A Comissão de Empresa dos Funcionários do BB apresentou esta tarde à direção do banco as premissas para um novo Plano de Cargos e Salários (PCS). O projeto é baseado nas conclusões do Grupo de Trabalho formado no ano passado com representantes dos bancários e do banco, além das deliberações tiradas no último Congresso do BB.
O Banco do Brasil afirmou que também está elaborando um novo plano, muito próximo ao apresentado pela Comissão de Empresa. “O projeto do banco, segundo a direção, também é baseado no trabalho apresentado pelo GT. Agendamos uma nova reunião para o próximo dia 23, quando esperamos que o banco nos apresente a sua proposta de PCS”, explicou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa.
Dentre as premissas apresentadas pelos bancários estão a elaboração de novas regras de encarreiramento e adoção de mecanismos que assegurem seu cumprimento. Os funcionários também querem a reformulação de critérios de ascensão profissional, de modo a torná-los claros e transparentes. As premissas da proposta também prevêem a valorização dos cargos atinentes às atividades fim da empresa; a valorização do PCS de forma a manter atrativa a carreira de escriturário, com a eliminação da coexistência , na empresa, de duas categorias de funcionários; a adoção de modelo de descrição de cargos (responsabilidades, pré-requisitos, experiência, formação, etc); a adoção de metodologia tecnificada quantitativa de avaliação de cargos.
Venda de folgas – O Banco do Brasil apresentou para a Comissão de Empresa uma proposta para comprar integralmente as folgas dos funcionários acumuladas até o dia 31 de março. Os representantes do BB entregaram um termo aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho do ano passado propondo a compra. No documento, está previsto que a venda das folgas ao banco é facultativa.
A Comissão de Empresa vai encaminhar a proposta aos sindicatos, que já podem acessar o termo aditivo na seção de “Comunicados”, na página principal do site da CNB. Os sindicatos devem consultar os bancários na base e passar o posicionamento para a Comissão.
Condições de Trabalho – Os sindicalistas aproveitaram a reunião com representantes do banco para cobrar melhores condições de trabalho para os funcionários do Banco do Brasil. O presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas, abriu a reunião destacando que os bancários têm muitas expectativas, mas muitas frustrações pelos posicionamentos que o BB tem adotado. “As negociações permanentes precisam gerar frutos. O governo assumiu muitos compromissos que ainda não foram cumpridos e as demandas reprimidas do funcionalismo do Banco do Brasil têm gerado muita tensão. A nossa expectativa é resolver as pendências antes da Campanha Salarial que já está começando”, afirmou.
Uma das principais reclamações dos funcionários é o programa de redução de despesas implantado pelo banco e que vem gerando muitos problemas, alguns deles até por mesquinharia por parte de alguns gestores. “É um problema desnecessário criado pelo banco”, ressaltou Eduardo Araújo, diretor do sindicato de Brasília e representante da Federação Centro Norte.
Outro problema apresentado pela Comissão de Empresa é relativo às centrais de atendimento, cujo trabalho é muito penoso e não há pausa para descanso. Os representantes dos empregados ainda pediram a redução de jornada no horário noturno.
As metas abusivas e o assédio moral voltaram à pauta da reunião. Os sindicalistas reclamaram que o projeto Superação continua de vento e popa em todo o Brasil.
Terceirização – A Comissão de Empresa também cobrou do banco um freio nas terceirizações. Em muitos lugares, o número de terceirizados chega a superar o de bancários contratado. “Atualmente o auto-atendimento das agências é quase todo feito por terceirizado, o que depõe contra a qualidade do atendimento”, afirmou José Paulo Staub, diretor do Sindicato de Curitiba e representante da FETEC Paraná.
Outro problema gerado pela terceirização é com empresas de vigilância e limpeza. Por todo o país, há empresas que não pagam os funcionários há meses e outras que não recolhem o FGTS há mais de ano. “Cobramos do banco uma atitude, já que o BB tem responsabilidade solidária nestes casos”, explicou Olivan Faustino, representante da FEEB BA/SE.
Os bancários ainda cobraram pendências relativas à Cassi e à Previ. O banco ficou de se posicionar sobre todas as reivindicações no próximo encontro do dia 23.
Fonte: CNB – Fábio Jammal Makhoul

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