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Wagner Gomes assume como interino e CUT debate sucessão presidencial

O metroviário Wagner Gomes, 47, assumiu interinamente a presidência da CUT, a maior central sindical do país. O cargo era ocupado por Luiz Marinho, que desde ontem está à frente do Ministério do Trabalho.

Gomes, que já é vice-presidente da CUT, deve acumular provisoriamente as duas funções até a escolha do novo presidente da central. Essa decisão deverá ser tomada durante um fórum criado especialmente para debater o futuro da CUT.

“Haverá um debate dentro desse fórum, que deverá resultar na escolha do novo presidente”, disse o secretário nacional de Comunicação da CUT, Antonio Carlos Spis.

Segundo ele, o nome do sucessor de Marinho deverá ser conhecido no próprio dia 27, último dia de debates do fórum.

Participarão da escolha do presidente da CUT representantes da Articulação Sindical, Corrente Sindical Classista e CUT Socialista e Democrática –correntes que se uniram numa única chapa na última eleição e venceram a disputa pela presidência da CUT.

Tradicionalmente, a escolha do presidente da CUT acontece nos congressos da central. Como o próximo congresso ocorrerá em maio de 2006, a CUT terá de escolher um nome para substituir Marinho até lá.

Por enquanto, não se sabe se o escolhido pelo fórum será apenas um nome provisório ou alguém com força para disputar a presidência da CUT no congresso de 2006. Qualquer que seja a resposta, a disputa pelo cargo deverá ser grande dentro da central.

Wagner Gomes

O presidente interino da CUT foi presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo de 1989 a 1995. Ele foi coordenador nacional da Corrente Sindical Classista desde 1996 e passou a integrar a Executiva Nacional da CUT a partir de 1991.

No campo político, ele entrou para a direção estadual do PCdoB de São Paulo em 1990. Ele concorreu a uma vaga no Senado em 2002 pela mesma coligação do senador Aloizio Mercadante (PT-SP).

Na formação do governo Lula, chegou-se a especular que Mercadante assumiria um ministério e que Gomes ficaria em seu lugar no Senado. Mas isso acabou não acontecendo.

Ele também não deverá ficar definitivamente na presidência da CUT, já que o cargo provavelmente ficará com alguém da Articulação Sindical e Gomes é da Corrente Sindical Classista, mais ligada à esquerda.

Fonte: Folha Online – FABIANA FUTEMA

Por 08:47 Notícias

Wagner Gomes assume como interino e CUT debate sucessão presidencial

O metroviário Wagner Gomes, 47, assumiu interinamente a presidência da CUT, a maior central sindical do país. O cargo era ocupado por Luiz Marinho, que desde ontem está à frente do Ministério do Trabalho.
Gomes, que já é vice-presidente da CUT, deve acumular provisoriamente as duas funções até a escolha do novo presidente da central. Essa decisão deverá ser tomada durante um fórum criado especialmente para debater o futuro da CUT.
“Haverá um debate dentro desse fórum, que deverá resultar na escolha do novo presidente”, disse o secretário nacional de Comunicação da CUT, Antonio Carlos Spis.
Segundo ele, o nome do sucessor de Marinho deverá ser conhecido no próprio dia 27, último dia de debates do fórum.
Participarão da escolha do presidente da CUT representantes da Articulação Sindical, Corrente Sindical Classista e CUT Socialista e Democrática –correntes que se uniram numa única chapa na última eleição e venceram a disputa pela presidência da CUT.
Tradicionalmente, a escolha do presidente da CUT acontece nos congressos da central. Como o próximo congresso ocorrerá em maio de 2006, a CUT terá de escolher um nome para substituir Marinho até lá.
Por enquanto, não se sabe se o escolhido pelo fórum será apenas um nome provisório ou alguém com força para disputar a presidência da CUT no congresso de 2006. Qualquer que seja a resposta, a disputa pelo cargo deverá ser grande dentro da central.
Wagner Gomes
O presidente interino da CUT foi presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo de 1989 a 1995. Ele foi coordenador nacional da Corrente Sindical Classista desde 1996 e passou a integrar a Executiva Nacional da CUT a partir de 1991.
No campo político, ele entrou para a direção estadual do PCdoB de São Paulo em 1990. Ele concorreu a uma vaga no Senado em 2002 pela mesma coligação do senador Aloizio Mercadante (PT-SP).
Na formação do governo Lula, chegou-se a especular que Mercadante assumiria um ministério e que Gomes ficaria em seu lugar no Senado. Mas isso acabou não acontecendo.
Ele também não deverá ficar definitivamente na presidência da CUT, já que o cargo provavelmente ficará com alguém da Articulação Sindical e Gomes é da Corrente Sindical Classista, mais ligada à esquerda.
Fonte: Folha Online – FABIANA FUTEMA

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