Prestes a completar um ano com horário estendido, agências ainda não têm funcionários suficientes e bancários reclamam do sufoco
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Em agosto de 2004, o HSBC passou a implantar o projeto de ampliação do horário de atendimento de cerca de duzentas de suas agências no País (50 em São Paulo), para das 9h às 18h. Desde lá, o Sindicato negocia com o HSBC a contratação de mais bancários, mas até agora o número de empregos gerados (24 pessoas em São Paulo) não corresponde à necessidade. Resultado: sobrecarga de trabalho, assédio moral e irregularidades cometidas contra os direitos dos trabalhadores.
O número de denúncias junto ao Sindicato tem aumentado nos últimos dias, razão pela qual a Comissão de Organização dos Empregados se reuniu durante a Reunião Conjunta das Redes Sindicais dos Bancos Internacionais, para elaborar várias ações para pressionar o banco a resolver o problema.
“O HSBC toma decisões rápidas para, por exemplo, cortar despesas com o vale-transporte, mas não assume postura tão efetiva na hora de contratar pessoal. A ampliação do horário só é positiva quando há a criação de dois turnos de trabalho com a contratação de mais pessoas”, afirma Paulo Rogério Cavalcante Alves, do Sindicato.
Segundo ele, o Sindicato vai novamente solicitar negociações sobre contratações e, desta vez, espera que haja uma resposta positiva.
Jair Rosa
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