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Manifesto da Contec confunde empregados

Mais uma vez a Contec, confederação que representa uma minoria de bancários, tenta dividir a categoria. Passando por cima da decisão do congresso dos empregados da Caixa, da 7ª Conferência Nacional dos Bancários e das assembléias por todo o país, que decidiram pela campanha salarial unificada com mesa para decidir os problemas específicos.

Para isso está soltando um manifesto e abaixo-assinado pedindo negociações salariais desvinculadas da mesa da Fenaban. “Qual é a lógica de fazer uma campanha separada, só dos empregados da Caixa? Todas as nossas conquistas sempre ocorreram nos momentos em que nos unimos, nos mobilizamos e pressionamos a direção do banco”, afirma Plínio Pavão, diretor de Saúde da Confederação Nacional dos Bancários, CNB/CUT, e empregado da Caixa.

Para ele, a prova de que a campanha salarial unificada é a melhor estratégia são os resultados alcançados nos últimos tempos, como o reajuste, a conquista da cesta-alimentação, a PLR com os mesmos critérios dos bancos privados em lugar do PRX e as melhoras em várias cláusulas como as de saúde e de segurança.

“Os únicos que estão contra a campanha unificada são os banqueiros, que deixaram isso claro na mesa de negociação da Fenaban, e a Contec. E isso não é à toa, basta lembrar que sempre fizeram o jogo sujo na época que o governo FHC congelava salários e assinava ‘acordos’ com a Contec”.

Plínio lembra também o que fez a Contec no ano passado, junto com o PSTU, quando passaram por cima da decisão das assembléias e entraram com dissídio na Justiça do Trabalho, pondo em risco todas as cláusulas do acordo, já que o Tribunal julgou apenas cláusulas econômicas. Como isso o banco poderia rasgar o acordo conquistado em anos de luta dos bancários. “Isso não aconteceu porque os setores que realmente representam a categoria negociaram a manutenção e a assinatura do acordo coletivo”, afirma Plínio.

“É importante frisar também que as coisas não são excludentes, queremos unificação com a categoria em relação às conquistas gerais e, na mesa específica, ampliarmos os itens que dizem respeito somente aos empregados da Caixa, como foi em 2003 e 2004”, completa.

Nova negociação
A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa se reúne na próxima quinta, dia 15, com a direção do banco em nova rodada de negociação dos pontos específicos da campanha salarial.

Fonte: www.fenae.org.br

Por 09:43 Notícias

Manifesto da Contec confunde empregados

Mais uma vez a Contec, confederação que representa uma minoria de bancários, tenta dividir a categoria. Passando por cima da decisão do congresso dos empregados da Caixa, da 7ª Conferência Nacional dos Bancários e das assembléias por todo o país, que decidiram pela campanha salarial unificada com mesa para decidir os problemas específicos.
Para isso está soltando um manifesto e abaixo-assinado pedindo negociações salariais desvinculadas da mesa da Fenaban. “Qual é a lógica de fazer uma campanha separada, só dos empregados da Caixa? Todas as nossas conquistas sempre ocorreram nos momentos em que nos unimos, nos mobilizamos e pressionamos a direção do banco”, afirma Plínio Pavão, diretor de Saúde da Confederação Nacional dos Bancários, CNB/CUT, e empregado da Caixa.
Para ele, a prova de que a campanha salarial unificada é a melhor estratégia são os resultados alcançados nos últimos tempos, como o reajuste, a conquista da cesta-alimentação, a PLR com os mesmos critérios dos bancos privados em lugar do PRX e as melhoras em várias cláusulas como as de saúde e de segurança.
“Os únicos que estão contra a campanha unificada são os banqueiros, que deixaram isso claro na mesa de negociação da Fenaban, e a Contec. E isso não é à toa, basta lembrar que sempre fizeram o jogo sujo na época que o governo FHC congelava salários e assinava ‘acordos’ com a Contec”.
Plínio lembra também o que fez a Contec no ano passado, junto com o PSTU, quando passaram por cima da decisão das assembléias e entraram com dissídio na Justiça do Trabalho, pondo em risco todas as cláusulas do acordo, já que o Tribunal julgou apenas cláusulas econômicas. Como isso o banco poderia rasgar o acordo conquistado em anos de luta dos bancários. “Isso não aconteceu porque os setores que realmente representam a categoria negociaram a manutenção e a assinatura do acordo coletivo”, afirma Plínio.
“É importante frisar também que as coisas não são excludentes, queremos unificação com a categoria em relação às conquistas gerais e, na mesa específica, ampliarmos os itens que dizem respeito somente aos empregados da Caixa, como foi em 2003 e 2004”, completa.
Nova negociação
A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa se reúne na próxima quinta, dia 15, com a direção do banco em nova rodada de negociação dos pontos específicos da campanha salarial.
Fonte: www.fenae.org.br

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