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Financeira do Itaú quer chegar a líder até 2009

O Banco Itaú Holding Financeira espera que as operações de financiamento ao consumo atinjam o equilíbrio em 2007 e comecem a dêem lucro no segundo semestre daquele ano. O banco quer ser um dos três maiores no financiamento ao consumo antes do final da década, em 2009.

O segundo maior banco privado brasileiro resolveu, em 2004, sair do zero e montar sua própria financeira depois de ter perdido as oportunidades de compra da Losango, adquirido pelo HSBC, e do HiperCard, que ficou com o Unibanco.

Assim nasceu a Itaucred, que tem três braços de ação: a financeira Taií, com lojas próprias; a FIC, parceria meio a meio com a rede CBD, do Pão de Açúcar; e a FAI, parceria também meio a meio com a Lojas Americanas.

O presidente do Banco Itaú, Roberto Setubal, explicou que a compra de uma operação já pronta exige um desembolso elevado e imediato de dinheiro (o ágio). Ao sair do zero, o negócio exige despesas contínuas mas as receitas pingam a conta-gotas. Uma agência nova, por exemplo, leva de 12 meses a 24 meses para atingir o ponto de equilíbrio.

O crescimento orgânico, disse o banqueiro, foi a saída diante do fato de que “já não temos grandes oportunidades de aquisição. A menos que surja uma grande grande que não é visível no momento, as eventuais existentes terão menos impacto dado o porte do banco”.

Setubal comandou, ontem, a apresentação do banco à Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).

Um passo positivo, disse o vice-presidente da Itaucred, José Francisco Canepa, foi o fato de o banco ter decidido construir a financeira dentro de sua plataforma. A Taií já tem 134 lojas no Rio e em São Paulo e, no próximo ano, vai para outras regiões do país, de olho especialmente no Nordeste.

Entre outras metas da área para 2006 estão o lançamento do CDC lojista, linha de crédito direto ao consumidor para lojas; crédito pessoal para a parceria com o Pão de Açúcar, que tem 560 lojas; e cartões private label com bandeiras Visa e MasterCard para a Lojas Americanas.

Essa nova área de negócios está sendo vista pelo Itaú como importante alternativa de expansão. Da carteira de 15 milhões de clientes, um terço vieram de negócios de financiamento ao consumo, seguros, crédito de veículos e podem ser uma fonte de vendas cruzadas.

Setubal prevê para o próximo ano uma expansão de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) e, dentro desse cenário, projeta uma expansão de 20% a 25% na carteira de crédito – “mais acentuada nas linhas para pessoas físicas e menos entre as restantes”.

O presidente do Itaú observou que o mix da carteira do banco mudou nos últimos anos, crescendo mais nas linhas de maior retorno, embora de risco maior. Entre 2002 e setembro passado, a carteira de pessoas físicas passou de R$ 15,5 bilhões para R$ 31,7 bilhões; a de pequenas e médias empresas, de R$ 6,5 bilhões para R$ 14,2 bilhões; e a de grandes empresas diminuiu de R$ 38,9 bilhões para R$ 25,1 bilhões.

Pelo mesmo motivo, o banco pretende agora expandir o financiamento a veículos, que ganhou impulso em 2002 com a compra da FinÁustria, e, em 2004, da Intercap.

Setubal procurou desfazer a preocupação dos analistas com a queda dos juros nos resultados do banco: “Isso não é negativo. O que é ruim é a volatilidade”.

Por Maria Christina Carvalho – São Paulo – NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.valoronline.com.br.

Por 23:20 Notícias

Financeira do Itaú quer chegar a líder até 2009

O Banco Itaú Holding Financeira espera que as operações de financiamento ao consumo atinjam o equilíbrio em 2007 e comecem a dêem lucro no segundo semestre daquele ano. O banco quer ser um dos três maiores no financiamento ao consumo antes do final da década, em 2009.
O segundo maior banco privado brasileiro resolveu, em 2004, sair do zero e montar sua própria financeira depois de ter perdido as oportunidades de compra da Losango, adquirido pelo HSBC, e do HiperCard, que ficou com o Unibanco.
Assim nasceu a Itaucred, que tem três braços de ação: a financeira Taií, com lojas próprias; a FIC, parceria meio a meio com a rede CBD, do Pão de Açúcar; e a FAI, parceria também meio a meio com a Lojas Americanas.
O presidente do Banco Itaú, Roberto Setubal, explicou que a compra de uma operação já pronta exige um desembolso elevado e imediato de dinheiro (o ágio). Ao sair do zero, o negócio exige despesas contínuas mas as receitas pingam a conta-gotas. Uma agência nova, por exemplo, leva de 12 meses a 24 meses para atingir o ponto de equilíbrio.
O crescimento orgânico, disse o banqueiro, foi a saída diante do fato de que “já não temos grandes oportunidades de aquisição. A menos que surja uma grande grande que não é visível no momento, as eventuais existentes terão menos impacto dado o porte do banco”.
Setubal comandou, ontem, a apresentação do banco à Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).
Um passo positivo, disse o vice-presidente da Itaucred, José Francisco Canepa, foi o fato de o banco ter decidido construir a financeira dentro de sua plataforma. A Taií já tem 134 lojas no Rio e em São Paulo e, no próximo ano, vai para outras regiões do país, de olho especialmente no Nordeste.
Entre outras metas da área para 2006 estão o lançamento do CDC lojista, linha de crédito direto ao consumidor para lojas; crédito pessoal para a parceria com o Pão de Açúcar, que tem 560 lojas; e cartões private label com bandeiras Visa e MasterCard para a Lojas Americanas.
Essa nova área de negócios está sendo vista pelo Itaú como importante alternativa de expansão. Da carteira de 15 milhões de clientes, um terço vieram de negócios de financiamento ao consumo, seguros, crédito de veículos e podem ser uma fonte de vendas cruzadas.
Setubal prevê para o próximo ano uma expansão de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) e, dentro desse cenário, projeta uma expansão de 20% a 25% na carteira de crédito – “mais acentuada nas linhas para pessoas físicas e menos entre as restantes”.
O presidente do Itaú observou que o mix da carteira do banco mudou nos últimos anos, crescendo mais nas linhas de maior retorno, embora de risco maior. Entre 2002 e setembro passado, a carteira de pessoas físicas passou de R$ 15,5 bilhões para R$ 31,7 bilhões; a de pequenas e médias empresas, de R$ 6,5 bilhões para R$ 14,2 bilhões; e a de grandes empresas diminuiu de R$ 38,9 bilhões para R$ 25,1 bilhões.
Pelo mesmo motivo, o banco pretende agora expandir o financiamento a veículos, que ganhou impulso em 2002 com a compra da FinÁustria, e, em 2004, da Intercap.
Setubal procurou desfazer a preocupação dos analistas com a queda dos juros nos resultados do banco: “Isso não é negativo. O que é ruim é a volatilidade”.
Por Maria Christina Carvalho – São Paulo – NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.valoronline.com.br.

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