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BNDES vai emitir R$ 500 mi e busca pequeno investidor

As pessoas físicas vão ganhar um nova alternativa de investimento. A BNDESPar, braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vai emitir R$ 500 milhões em debêntures nas próximas semanas. Os papéis serão oferecidos aos pequenos investidores por R$ 1 mil, informou uma fonte próxima a operação. Dependendo do interesse, a emissão pode ser aumentada.

Até agora, o pequeno investidor interessado em comprar debêntures dificilmente conseguia achar papéis por menos de R$ 10 mil cada. Em alguns casos, como na emissão da Bradesco Leasing e da Vicunha Siderurgia, cada papel foi vendido a R$ 100 mil. Com isso, apenas grandes investidores como os fundos de pensão e gestoras de recursos compravam a debêntures no mercado.

A operação do BNDES provocou uma verdadeira guerra entre os bancos de investimento. Cada instituição está tentando oferecer as menores comissões para ficar com a operação, destaca o “IFR Markets”. “Esses papéis devem ter uma demanda enorme. Há ainda o prestígio de coordenar uma operação do BNDES”, diz um executivo de um banco. O Valor apurou que o Banco do Brasil já foi escolhido pelo BNDES para coordenar a operação. O outro banco seria o Bradesco, informa o IFR.

O BNDES informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o banco não pode se manifestar até que a operação seja totalmente concluída.

As debêntures do BNDES serão a primeira dentro do modelo de debêntures simplificada, criado pela Andima e pela Anbid no ano passado. Segundo o superintendente da Andima, Luiz Macaíba, a idéia do projeto é criar um modelo para facilitar a emissão dos papéis por empresas menores e estimular o mercado secundário, hoje praticamente inexistente.

Uma das regras, por exemplo, diz que os cálculos da remuneração dos papéis devem ser feitos de forma padronizada, para que qualquer investidor entenda. “As debêntures hoje têm as mais variados taxas, que dificultam a comparação dos ganhos e o entendimento”, afirma. Outra ponto diz que as empresas devem destinar, pelo menos, 20% do total da emissão para o varejo, com preços mais baixos. Assim, foi criado um modelo que as empresas interessadas em emitir preenchem, enviam para a Andima, que avalia a operação e manda para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A intenção é que, com a chancela da Andima, a aprovação da operação pela CVM seja feita de forma mais rápida.

O próprio BNDES acompanhou as reuniões para a definição do modelo. O presidente do banco, Guido Mantega, afirmou, em várias ocasiões, que a intenção do BNDES com a emissão das debêntures é criar um instrumento de incentivo aos pequenos investidores e estimular o mercado de capitais. Até agora, as iniciativas da instituição foram para estimular o mercado de renda variável, incluindo duas emissões do Papéis Índice Brasil Bovespa (PIBB), fundo de investimento reunindo as principais ações da carteira do banco. A primeira tranche do programa foi lançada em 2004 e captou R$ 600 milhões. A segunda tranche, em 2005, tinha a previsão de captar até R$ 1 bilhão, mas a demanda superou a expectativa e chegou R$ 2,3 bilhões.

A debênture simplificada foi criada como alternativa a debênture padronizada lançada pela CVM na Instrução 404. O papel, por causa de algumas exigências, como a contratação obrigatória de um formador de mercado para todas as emissões, não despertou o interesse das empresas. Por isso, a Andima e a Anbid sugeriram o novo modelo. (Colaborou Francisco Góes, da sucursal do Rio).

Por Altamiro Silva Júnior – São Paulo – NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.valoronline.com.br/veconomico.

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BNDES vai emitir R$ 500 mi e busca pequeno investidor

As pessoas físicas vão ganhar um nova alternativa de investimento. A BNDESPar, braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vai emitir R$ 500 milhões em debêntures nas próximas semanas. Os papéis serão oferecidos aos pequenos investidores por R$ 1 mil, informou uma fonte próxima a operação. Dependendo do interesse, a emissão pode ser aumentada.
Até agora, o pequeno investidor interessado em comprar debêntures dificilmente conseguia achar papéis por menos de R$ 10 mil cada. Em alguns casos, como na emissão da Bradesco Leasing e da Vicunha Siderurgia, cada papel foi vendido a R$ 100 mil. Com isso, apenas grandes investidores como os fundos de pensão e gestoras de recursos compravam a debêntures no mercado.
A operação do BNDES provocou uma verdadeira guerra entre os bancos de investimento. Cada instituição está tentando oferecer as menores comissões para ficar com a operação, destaca o “IFR Markets”. “Esses papéis devem ter uma demanda enorme. Há ainda o prestígio de coordenar uma operação do BNDES”, diz um executivo de um banco. O Valor apurou que o Banco do Brasil já foi escolhido pelo BNDES para coordenar a operação. O outro banco seria o Bradesco, informa o IFR.
O BNDES informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o banco não pode se manifestar até que a operação seja totalmente concluída.
As debêntures do BNDES serão a primeira dentro do modelo de debêntures simplificada, criado pela Andima e pela Anbid no ano passado. Segundo o superintendente da Andima, Luiz Macaíba, a idéia do projeto é criar um modelo para facilitar a emissão dos papéis por empresas menores e estimular o mercado secundário, hoje praticamente inexistente.
Uma das regras, por exemplo, diz que os cálculos da remuneração dos papéis devem ser feitos de forma padronizada, para que qualquer investidor entenda. “As debêntures hoje têm as mais variados taxas, que dificultam a comparação dos ganhos e o entendimento”, afirma. Outra ponto diz que as empresas devem destinar, pelo menos, 20% do total da emissão para o varejo, com preços mais baixos. Assim, foi criado um modelo que as empresas interessadas em emitir preenchem, enviam para a Andima, que avalia a operação e manda para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A intenção é que, com a chancela da Andima, a aprovação da operação pela CVM seja feita de forma mais rápida.
O próprio BNDES acompanhou as reuniões para a definição do modelo. O presidente do banco, Guido Mantega, afirmou, em várias ocasiões, que a intenção do BNDES com a emissão das debêntures é criar um instrumento de incentivo aos pequenos investidores e estimular o mercado de capitais. Até agora, as iniciativas da instituição foram para estimular o mercado de renda variável, incluindo duas emissões do Papéis Índice Brasil Bovespa (PIBB), fundo de investimento reunindo as principais ações da carteira do banco. A primeira tranche do programa foi lançada em 2004 e captou R$ 600 milhões. A segunda tranche, em 2005, tinha a previsão de captar até R$ 1 bilhão, mas a demanda superou a expectativa e chegou R$ 2,3 bilhões.
A debênture simplificada foi criada como alternativa a debênture padronizada lançada pela CVM na Instrução 404. O papel, por causa de algumas exigências, como a contratação obrigatória de um formador de mercado para todas as emissões, não despertou o interesse das empresas. Por isso, a Andima e a Anbid sugeriram o novo modelo. (Colaborou Francisco Góes, da sucursal do Rio).
Por Altamiro Silva Júnior – São Paulo – NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.valoronline.com.br/veconomico.

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