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Três opiniões

João Felício, atual presidente da entidade, Artur Henrique, secretário-geral e Wagner Gomes, vice-presidente da CUT, apresentam suas expectativas em relação ao 9º CONCUT e aos rumos da Central no próximo período.

Avançar nas conquistas – O presidente da CUT, João Felício, avalia que a a Central vai fazer um dos mais expressivos congressos de sua história. “Nossa Central sabe nesse momento articular aquilo que tem sido muito bonito na sua história: a combinação das lutas específicas de categorias por salário e emprego e, ao mesmo tempo, lutar pelas bandeiras gerais da classe trabalhadora”.

Segundo Felício, uma das tarefas do Congresso será “reafirmar a necessidade do aperfeiçoamento na forma organizativa da CUT, maior aproximação com os ramos e consolidar aquilo que sempre foi um sonho da nossa Central que é a organização no local de trabalho. Ao ajudar o sindicato a se estruturar dessa maneira, ele passa a ter presença dentro do chão da fábrica.”

Reafirmar o papel da Central – O candidato à Presidência da CUT pela Corrente Sindical Classista (CSC), Wagner Gomes, atual vice-presidente, destacou a importância do 9º Congresso como um dos mais importantes e que terá como norte a discussão política dos rumos do movimento sindical. “Estamos otimistas com o Congresso e com as resoluções que vão sair daqui; a CSC é a segunda maior força deste Congresso com cerca de 20% dos delegados. Queremos fazer o debate sobre as eleições presidenciais deste ano e de como a CUT se posicionará diante de uma provável reeleição. É o momento de nos questionarmos sobre o verdadeiro papel da Central que, mesmo apoiando um governo popular, tem que ter sua autonomia. Em nossa opinião, essa é a questão mais importante. Temos que reivindicar e mobilizar mesmo em um governo que ajudamos a eleger.”

Responsabilidade da CUT – Para o secretário geral da CUT, Artur Henrique, com o acúmulo de debates realizados nos estados, o 9º Congresso deverá aprovar resoluções que muito contribuirão para o plano de ação da Central. “A CUT tem muita responsabilidade enquanto principal instrumento de organização dos trabalhadores e deve se colocar de forma propositiva diante dos vários projetos para o país. A CUT nunca teve posição neutra e tenho certeza que a eleição presidencial deste ano será um dos pontos centrais dos debates.”

Segundo Artur, há uma pressão para que a entidade apresente uma pauta de reivindicações ao governo Lula. “Entendo que este governo é o que tem condições de implementar uma pauta de reivindicações e de mudanças.”

Fonte: CUT

Por 10:24 Notícias

Três opiniões

João Felício, atual presidente da entidade, Artur Henrique, secretário-geral e Wagner Gomes, vice-presidente da CUT, apresentam suas expectativas em relação ao 9º CONCUT e aos rumos da Central no próximo período.
Avançar nas conquistas – O presidente da CUT, João Felício, avalia que a a Central vai fazer um dos mais expressivos congressos de sua história. “Nossa Central sabe nesse momento articular aquilo que tem sido muito bonito na sua história: a combinação das lutas específicas de categorias por salário e emprego e, ao mesmo tempo, lutar pelas bandeiras gerais da classe trabalhadora”.
Segundo Felício, uma das tarefas do Congresso será “reafirmar a necessidade do aperfeiçoamento na forma organizativa da CUT, maior aproximação com os ramos e consolidar aquilo que sempre foi um sonho da nossa Central que é a organização no local de trabalho. Ao ajudar o sindicato a se estruturar dessa maneira, ele passa a ter presença dentro do chão da fábrica.”
Reafirmar o papel da Central – O candidato à Presidência da CUT pela Corrente Sindical Classista (CSC), Wagner Gomes, atual vice-presidente, destacou a importância do 9º Congresso como um dos mais importantes e que terá como norte a discussão política dos rumos do movimento sindical. “Estamos otimistas com o Congresso e com as resoluções que vão sair daqui; a CSC é a segunda maior força deste Congresso com cerca de 20% dos delegados. Queremos fazer o debate sobre as eleições presidenciais deste ano e de como a CUT se posicionará diante de uma provável reeleição. É o momento de nos questionarmos sobre o verdadeiro papel da Central que, mesmo apoiando um governo popular, tem que ter sua autonomia. Em nossa opinião, essa é a questão mais importante. Temos que reivindicar e mobilizar mesmo em um governo que ajudamos a eleger.”
Responsabilidade da CUT – Para o secretário geral da CUT, Artur Henrique, com o acúmulo de debates realizados nos estados, o 9º Congresso deverá aprovar resoluções que muito contribuirão para o plano de ação da Central. “A CUT tem muita responsabilidade enquanto principal instrumento de organização dos trabalhadores e deve se colocar de forma propositiva diante dos vários projetos para o país. A CUT nunca teve posição neutra e tenho certeza que a eleição presidencial deste ano será um dos pontos centrais dos debates.”
Segundo Artur, há uma pressão para que a entidade apresente uma pauta de reivindicações ao governo Lula. “Entendo que este governo é o que tem condições de implementar uma pauta de reivindicações e de mudanças.”
Fonte: CUT

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