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BNDES cria linha de crédito para empresas investirem no social

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou uma linha de crédito para estimular o investimento das empresas nas comunidades que ficam no entorno de suas áreas de atuação. Segundo o diretor de Inclusão Social e Crédito do banco, Élvio Gaspar, o objetivo do financiamento é ajudar a reduzir as desigualdades sociais e fazer com que a comunidade acompanhe o crescimento das empresas situadas em sua região. Os empréstimos para investimentos voltados para a comunidade terão taxa zero e a participação pode chegar a 100% do orçamento total. Já para os investimentos no âmbito da empresa, o juro básico será de 1%, sem cobrança de taxa de risco, e o nível de participação do banco será de até 80% do valor da operação. As expectativas para o novo programa, que substitui o Programa de Apoio a Investimentos Sociais de Empresas (PAIS), segundo Gaspar, apontam para uma carteira de R$ 500 milhões.

Na avaliação do deputado Carlito Merss (PT-SC), a iniciativa do BNDES é muito importante. Segundo o parlamentar, na medida em que as empresas investem na região onde estão instaladas, há um desenvolvimento da região e mais geração de empregos. “Esta linha de crédito garante às empresas possibilidades de investimentos no desenvolvimento local. Com isso, há uma valorização dos produtos e serviços locais, o que resulta em inclusão social e geração de oportunidades para a comunidade”, disse.

De acordo com Élvio Gaspar, a empresa, ao se instalar em determinada cidade, produz um aumento de riqueza que muitas vezes não é aproveitado pela comunidade. “Ao incentivar uma empresa a tomar um empréstimo adicional de 1% ou 1,5 % do valor do empréstimo total para que ela faça projetos para a comunidade, ela vai distribuindo parte da riqueza produzida através de programas de inclusão digital, alfabetização de adultos, entre outros”, explicou.

A nova linha de financiamento também pode ser voltada para ações que beneficiem funcionários da própria empresa e seus dependentes e familiares. Dados do BNDES revelam que os financiamentos aprovados para projetos sociais das empresas já somam R$ 353 milhões, a maior parte destinada ao setor de comércio, que respondeu por 33% do total aprovado, com investimentos de R$ 117,4 milhões. O setor agropecuário aplicou R$ 66,6 milhões em ações voltadas para a área social, equivalentes a 19% dos recursos. O terceiro maior volume de projetos foi o de celulose e papel, que respondeu por 16% do total dos financiamentos, com R$ 56 milhões.

Fonte: Informes

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BNDES cria linha de crédito para empresas investirem no social

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou uma linha de crédito para estimular o investimento das empresas nas comunidades que ficam no entorno de suas áreas de atuação. Segundo o diretor de Inclusão Social e Crédito do banco, Élvio Gaspar, o objetivo do financiamento é ajudar a reduzir as desigualdades sociais e fazer com que a comunidade acompanhe o crescimento das empresas situadas em sua região. Os empréstimos para investimentos voltados para a comunidade terão taxa zero e a participação pode chegar a 100% do orçamento total. Já para os investimentos no âmbito da empresa, o juro básico será de 1%, sem cobrança de taxa de risco, e o nível de participação do banco será de até 80% do valor da operação. As expectativas para o novo programa, que substitui o Programa de Apoio a Investimentos Sociais de Empresas (PAIS), segundo Gaspar, apontam para uma carteira de R$ 500 milhões.
Na avaliação do deputado Carlito Merss (PT-SC), a iniciativa do BNDES é muito importante. Segundo o parlamentar, na medida em que as empresas investem na região onde estão instaladas, há um desenvolvimento da região e mais geração de empregos. “Esta linha de crédito garante às empresas possibilidades de investimentos no desenvolvimento local. Com isso, há uma valorização dos produtos e serviços locais, o que resulta em inclusão social e geração de oportunidades para a comunidade”, disse.
De acordo com Élvio Gaspar, a empresa, ao se instalar em determinada cidade, produz um aumento de riqueza que muitas vezes não é aproveitado pela comunidade. “Ao incentivar uma empresa a tomar um empréstimo adicional de 1% ou 1,5 % do valor do empréstimo total para que ela faça projetos para a comunidade, ela vai distribuindo parte da riqueza produzida através de programas de inclusão digital, alfabetização de adultos, entre outros”, explicou.
A nova linha de financiamento também pode ser voltada para ações que beneficiem funcionários da própria empresa e seus dependentes e familiares. Dados do BNDES revelam que os financiamentos aprovados para projetos sociais das empresas já somam R$ 353 milhões, a maior parte destinada ao setor de comércio, que respondeu por 33% do total aprovado, com investimentos de R$ 117,4 milhões. O setor agropecuário aplicou R$ 66,6 milhões em ações voltadas para a área social, equivalentes a 19% dos recursos. O terceiro maior volume de projetos foi o de celulose e papel, que respondeu por 16% do total dos financiamentos, com R$ 56 milhões.
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