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Bradesco recorre a polícia e a Justiça para obrigar abertura de agências

Em Curitiba e em Londrina, o banco Bradesco demonstrou mais uma vez desrespeito com o movimento grevista dos trabalhadores bancários. Com truculência, os policiais de Londrina exigiram a abertura de uma agência do Bradesco no centro da cidade. Em Curitiba duas agências do Bradesco, na Rua Marechal Deodoro e na Rua Monsenhor Celso, foram abertas por oficial de justiça acompanhada por policiais.

“Os policiais forçaram a entrada e abriram a agência”, conta Paulo Lima, diretor do Sindicato dos Bancários de Londrina e Região.

Vários bancos privados em Londrina conseguiram interditos proibitórios que são ações judiciais movidas pelos bancos, que temem ser “molestados” na posse de seus bens e solicitam que a Justiça os “proteja”.

Em Curitiba, durante toda a manhã, diversos bancários sofreram represálias e pressão policial para abrir as agências. “Isto é abuso de autoridade. Os bancários tem direito a fazer greve e pressionar a Fenaban para uma melhor proposta nas mesas de negociação”, completa Adilson Stuzata, presidente da Federação dos Bancários da CUT/PR.

Patrícia Meyer
FETEC-CUT-PR

Por 14:00 Notícias

Bradesco recorre a polícia e a Justiça para obrigar abertura de agências

Em Curitiba e em Londrina, o banco Bradesco demonstrou mais uma vez desrespeito com o movimento grevista dos trabalhadores bancários. Com truculência, os policiais de Londrina exigiram a abertura de uma agência do Bradesco no centro da cidade. Em Curitiba duas agências do Bradesco, na Rua Marechal Deodoro e na Rua Monsenhor Celso, foram abertas por oficial de justiça acompanhada por policiais.
“Os policiais forçaram a entrada e abriram a agência”, conta Paulo Lima, diretor do Sindicato dos Bancários de Londrina e Região.
Vários bancos privados em Londrina conseguiram interditos proibitórios que são ações judiciais movidas pelos bancos, que temem ser “molestados” na posse de seus bens e solicitam que a Justiça os “proteja”.
Em Curitiba, durante toda a manhã, diversos bancários sofreram represálias e pressão policial para abrir as agências. “Isto é abuso de autoridade. Os bancários tem direito a fazer greve e pressionar a Fenaban para uma melhor proposta nas mesas de negociação”, completa Adilson Stuzata, presidente da Federação dos Bancários da CUT/PR.
Patrícia Meyer
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