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Financiários avaliam proposta até esta sexta-feira

(São Paulo) Termina nesta sexta-feira, dia 24 o prazo para que os financiários avaliem a proposta da Fenacrefi para o fechamento do acordo e da Campanha Salarial 2006. Vários sindicatos já realizaram as assembléias. São Paulo, por exemplo, aprovou.

A Contraf-CUT orienta a aceitação da proposta da Fenacrefi. Passados cinco meses desde o início das negociações, os patrões propuseram o mesmo reajuste dos bancários: 3,5%, o que representa aumento real de salários. A PLR é de 80% do salário mais uma parte fixa de R$ 1.000, com teto de R$ 5.600. O valor fixo não seria descontado dos programas próprios e a metade (R$ 500) deve ser paga em até 15 dias após a assinatura do acordo.

“A proposta é boa porque conseguimos arrancar o mesmo reajuste dos bancários, com a mesma lógica de reposição da inflação com aumento real de salários. Também melhoramos a PLR dos financiários em 67% em relação a do ano passado. A parte fixa, que era de R$ 600, passou para R$ 1000 e não será descontada dos programas próprios”, analisa o diretor-executivo da Contraf-CUT, Sergio Siqueira.

Com a aprovação da proposta da Fenacrefi, o acordo dos financiários deve ser assinado no dia 27 de novembro. As diferenças salariais seriam depositadas na folha de pagamento de dezembro. “Vale lembrar que a data-base dos financiários é em 1º de junho, portanto as diferenças salariais serão retroativas à essa data”, finalizou Siqueira.

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Financiários avaliam proposta até esta sexta-feira

(São Paulo) Termina nesta sexta-feira, dia 24 o prazo para que os financiários avaliem a proposta da Fenacrefi para o fechamento do acordo e da Campanha Salarial 2006. Vários sindicatos já realizaram as assembléias. São Paulo, por exemplo, aprovou.
A Contraf-CUT orienta a aceitação da proposta da Fenacrefi. Passados cinco meses desde o início das negociações, os patrões propuseram o mesmo reajuste dos bancários: 3,5%, o que representa aumento real de salários. A PLR é de 80% do salário mais uma parte fixa de R$ 1.000, com teto de R$ 5.600. O valor fixo não seria descontado dos programas próprios e a metade (R$ 500) deve ser paga em até 15 dias após a assinatura do acordo.
“A proposta é boa porque conseguimos arrancar o mesmo reajuste dos bancários, com a mesma lógica de reposição da inflação com aumento real de salários. Também melhoramos a PLR dos financiários em 67% em relação a do ano passado. A parte fixa, que era de R$ 600, passou para R$ 1000 e não será descontada dos programas próprios”, analisa o diretor-executivo da Contraf-CUT, Sergio Siqueira.
Com a aprovação da proposta da Fenacrefi, o acordo dos financiários deve ser assinado no dia 27 de novembro. As diferenças salariais seriam depositadas na folha de pagamento de dezembro. “Vale lembrar que a data-base dos financiários é em 1º de junho, portanto as diferenças salariais serão retroativas à essa data”, finalizou Siqueira.

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