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Nova oferta formal pelo ABN e apetite mundial de banco estadunidense revelam uma tendência concentradora; isto é bom para a sociedade ?

Consórcio de bancos faz oferta formal de US$98,2 bi pelo ABN

AMSTERDÃ (Reuters) – O consórcio de bancos liderado pelo Royal Bank of Scotland anunciou nesta sexta-feira ter lançado formalmente sua oferta de 71,1 bilhões de euros (98,2 bilhões de dólares) pelo holandês ABN Amro.

O grupo tenta superar proposta feita pelo rival britânico Barclays, na maior aquisição da história do setor bancário. O consórcio, que inclui o espanhol Santander e o grupo belga-holandês Fortis, informou que o período inicial da oferta vai de 23 de julho até 5 de outubro.

O grupo divulgou ainda que sua oferta equivale a 38,40 euros por ação do ABN, com um componente em dinheiro de 93 por cento da oferta.

O Barclays, que inicialmente oferecia somente ações como pagamento, informou na quinta-feira que pode colocar dinheiro na proposta para melhorar sua oferta de 65 bilhões de euros (90 bilhões de dólares) pelo ABN.

A oferta do grupo de bancos é cerca de 10 por cento maior que a proposta do Barclays, de cerca de 35 euros por ação do ABN, atualmente.

O conselho de administração do ABN recomendou a aceitação da oferta do Barclays, mas o banco holandês informou na quarta-feira que planeja discutir a oferta do consórcio e do Barclays, criando especulações de que poderia alterar sua recomendação.

Se o ABN decidir mudar de idéia, será obrigado a notificar o Barclays, que terá cinco dias para responder, segundo documentos enviados ao órgão regulador do mercado acionário dos EUA.

Por Agência Reuters.
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Lucro do Citigroup sobe 18% com expansão internacional

NOVA YORK (Reuters) – O Citigroup, maior banco dos Estados Unidos, divulgou nesta sexta-feira forte crescimento internacional que impulsionou o lucro do segundo trimestre em 18 por cento, resultado acima das expectativas do mercado.

A receita subiu num ritmo superior às despesas pelo segundo trimestre consecutivo. O presidente-executivo do banco, Charles Prince, continuou a enfatizar o controle de custos em meio a pressões de acionistas por uma reorganização da instituição.

As perdas com crédito aumentaram, mas numa taxa em linha com os níveis apresentados por outros bancos norte-americanos.

O lucro líquido do Citigroup no segundo trimestre totalizou 6,23 bilhões de dólares, ou 1,24 dólar por ação, ante 5,27 bilhões de dólares, ou 1,05 dólar por ação, um ano antes.

A receita saltou 20 por cento, para 26,63 bilhões de dólares, enquanto as receitas operacionais cresceram 16 por cento na mesma base de comparação. Excluindo aquisições, a receita evoluiu 16 por cento e os custos, 12 por cento.

Sem considerar itens extraordinários, o lucro por ação foi de 1,18 dólar por ação, 0,05 dólar acima da previsão média de analistas, de acordo com a Reuters Estimates.

Os números do último trimestre incluem os primeiros impactos de um plano de corte de custos anunciado em abril para eliminar 17 mil postos de trabalho e reduzir as despesas em 4,58 bilhões de dólares.

(Por Jonathan Stempel).

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