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Por 21:13 Sem categoria

Encontro definiu a construção de uma plataforma unificada e grande mobilização; esta é uma conclusão da Plenária Nacional da Coordenação dos Movimentos Sociais

A Plenária Nacional da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) ocorreu no dia 18 de abril, em São Paulo, e reuniu cerca de 85 participantes de 13 estados – entre eles – entidades sindicais, estudantis, comunitárias, femininas e do movimento popular.

O encontro, na Apeoesp, definiu o rumo da coordenação em 2008 além de fazer um balanço das atividades realizadas desde sua fundação em abril de 2003.

Foi consenso entre as entidades a necessidade de construção de uma plataforma e uma agenda unificada de mobilização, frente a isso, foi definida a realização de uma grande mobilização que dê amplitude a pauta que priorize o desenvolvimento econômico no país, que ainda terá data definida. Outras bandeiras importantes como agrária, educacional e democratização dos meios de comunicação foram ressaltadas.

O secretário geral da CUT, Quintino Severo, fez uma análise da conjuntura nacional e internacional. Em sua avaliação destacou a importância do fortalecimento estadual e nacional da CMS como ferramenta de um projeto político para país baseado nas necessidades dos movimentos sociais, já que esse é um ano eleitoral.

Quintino falou sobre a crise econômica nos Estados Unidos e alertou que quem pagará a conta são os países periféricos. “O Brasil conseguiu nos últimos anos abrir mercado, principalmente, do continente africano.

Portanto, há uma perspectiva de que essa crise não atinja o nosso país. Hoje, temos uma política de fortalecimento do mercado interno. O momento que vivemos é positivo por conta desse crescimento econômico, mas por outro lado temos a alta dos juros, que é um sinal de desaceleração da produção e que favorece um cenário de achatamento do emprego – e é nele que a burguesia vai apostar. Nós dos movimentos sociais temos que ter essa clareza.

Nossa pauta tem que ir de encontro a esses interesses – por isso a redução da jornada de trabalho sem redução de salário, a democratização das relações de trabalho – a convenção 151 (negociação no serviço público) e 158 da OIT (demissão imotivada) são fundamentais”, enfatizou.

Em 2007, a CMS participou de momentos políticos significativos e demonstrou sua força como no protesto “Fora Bush e sua política, do Brasil e da América Latina”, e em 2005, foi a vez do “Projeto Brasil” (carta dos movimentos sociais que exigia mudanças no panorama político).

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.cut.org.br.

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