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Paraná gerou 40 mil empregos com carteira assinada no semestre

Pelo sexto mês consecutivo, o Paraná apresentou saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada e continua o Estado que lidera a abertura de novas vagas de trabalho no Brasil. De acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (16) pelo Ministério do Trabalho, em junho foram gerados 5.964 empregos formais no Estado, acréscimo de 0,27% sobre o total de trabalhadores com carteira assinada no Paraná. No Brasil, foram gerados 119.495. Os dados são do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Foi o melhor desempenho da Região Sul do País e melhor, proporcionalmente à população, do País. O Rio Grande do Sul, por exemplo, teve um saldo negativo de 1.394 postos de trabalho e Santa Catarina gerou 1.121 empregos. Com os números de junho, o Paraná abriu 40.511 novas vagas no semestre. Ou seja: 13,5% dos 299,5 mil empregos gerados no período no país. Já Santa Catarina e Rio Grande do Sul, juntos, geraram pouco mais de 17,4 mil empregos em 2009. Nove estados das regiões Norte e Nordeste tiveram resultado negativo no semestre.

Os setores que mais contribuíram para a geração de novos postos de trabalho em junho no Paraná foram Serviços, com a abertura de 2.445 novas vagas, e Comércio, com um saldo positivo de 2.179 empregos. No acumulado do ano, destaque para o setor de Serviços, com 20.762 empregos; Indústria de Transformação, 12.099; Construção Civil, 5.019; Comércio, 4.333; e Agricultura, 3.717.

No acumulado de 12 meses, o Paraná manteve, proporcionalmente à população, a liderança nacional, com 42.252 mil empregos (10,8% do total nacional). O Paraná só ficou atrás apenas de São Paulo, que tem uma população quatro vezes maior, e do Rio de Janeiro, Estado também mais populoso que o Paraná.

Minirreforma tributária – Na avaliação do secretário do Planejamento e Coordenação Geral, Enio Verri, a geração de empregos no Paraná é fruto, entre os principais fatores, das políticas econômicas implantadas pelo governador Roberto Requião. “O bom desempenho do Estado pode ser atribuídos à minirreforma tributária que reduziu de 25% e 18% para 12% o ICMS de 95 mil itens de consumo popular e do aumento real do salário mínimo paranaense. Com mais dinheiro no bolso o consumidor compra mais e contribui para o aumento da produção”, disse.

“Em função das outras medidas adotadas pelo Governo do Estado, com a isenção do ICMS para as pequenas e microempresas, antes mesmo da crise, o Paraná está enfrentando a turbulência econômica mundial em melhores condições que outros estados”, acrescentou Verri.

Municípios – Os municípios paranaenses que mais geraram empregos no primeiro semestre de 2009, foram: Curitiba, 6.385 empregos; Maringá, 2.941; Londrina, 2.359; Araucária, 2.450; Cascavel, 1.894; Rolândia, 1.201; Pato Branco, 819; Jacarezinho, 785; Foz do Iguaçu, 731; Cianorte, 713; Campo Mourão, 590; e Paranaguá, 579.

Com o resultado de junho, subiu para 617.563 o número de empregos formais gerados no Paraná a partir de 2003, início do governo de Roberto Requião. Para se ter uma ideia do que isso significa, o Paraná gerou nos oito anos anteriores 37.882 postos de trabalho.

TABELA COMPARATIVA

Geração de empregos no Paraná

1995 -25.327
1996 -32.805
1997 7.463
1998 -35.657
1999 -16.549
2000 28.143
2001 53.857
2002 58.857
Saldo do período: 37.882 empregos

2003 62.370
2004 122.648
2005 72.374
2006 86.396
2007 122.361
2008 110.903
2009 40.511 (até junho)

Saldo do período: 617.563 empregos

*Fonte: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Ministério do Trabalho e Emprego

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Política fiscal diminui efeitos da crise e gera empregos no Paraná

O Governo do Paraná foi o primeiro no Brasil a colocar em prática a política de redução de impostos para diminuir custos, aumentar a produtividade e gerar mais empregos e renda. O governo Roberto Requião antecipou-se ao Governo Federal na adoção de leis de incentivo às empresas, especialmente às micro e pequenas, na corrida pela competitividade. A afirmação foi feita na noite de quinta-feira (16), em Maringá, pelo vice-governador Orlando Pessuti, ao participar da solenidade de posse da nova diretoria do Sindvest (Sindicato da Indústria do Vestuário de Maringá).

Segundo Pessuti, o governo Requião concede cerca de 100 benefícios fiscais em forma de leis, atos e resoluções em favor das micro, pequenas, médias e até das grandes empresas. “Sempre trabalhamos visando eliminar a alta carga tributária, ao mesmo tempo em que oferecemos linhas de crédito por meio da Agência de Fomento e de outros parceiros. A finalidade é garantir a sustentabilidade econômica dos negócios e aumentar a oferta de empregos”, disse Pessuti.

Resultados – O vice-governador também lembrou que pelo sexto mês consecutivo, o Paraná apresentou saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada e continua como o Estado que lidera a abertura de novas vagas de trabalho no Brasil.

De acordo com pesquisa divulgada pelo Ministério do Trabalho, em junho foram gerados 5.964 empregos formais no Estado. Foi o melhor desempenho do País proporcionalmente à população. Com os números do mês, o Paraná chegou a 40.511 novas vagas no semestre. Agora, o total de empregos formais gerados no Paraná desde 2003, início do governo Roberto Requião, é de 617.563.

Pessuti também aponta como medida fundamental do Governo do Paraná a que diminuiu de 25% e 18% para 12% o ICMS de 95 mil itens de consumo popular. O aumento real do salário mínimo paranaense também contribuiu para melhorar a renda dos trabalhadores paranaenses, impulsionando as compras e a produção.

O vice-governador acredita que, por causa das políticas econômicas estaduais, as micro e pequenas empresas paranaenses são as menos afetadas pela crise mundial. Segundo estudo feito pelo Sebrae, 63% dos empresários brasileiros tiveram problemas com a crise. Porém, entre os empresários paranaenses, o índice de contaminação pela crise foi menor: 60%.

No Paraná, 40% dos micro e pequenos empresários pretendem aumentar investimentos nos próximos meses. Quanto a esta intenção, o índice médio nacional não passa de 35%.

Das 218 mil micro e pequenas empresas no estado, 172 mil nada pagam ou tiveram redução nas alíquotas de ICMS, segundo projeto elaborado pelo Governo do Estado e aprovado pela Assembléia Legislativa. Por causa da forte política de incentivos estaduais, a cada dia útil, são abertas cerca de 200 novas empresas, conforme revela a Junta Comercial do Paraná.

Na cerimônia de posse da nova diretoria do Sindvest, o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Rodrigo Rocha Loures, ressaltou o empreendedorismo, a criatividade e o espírito associativo do segmento de confecções. Também falou o deputado federal Ricardo Barros. A solenidade serviu, ainda, para o lançamento da 9ª edição do concurso Talentos da Moda Paranaense da FIEP (Criando Moda) e da Maringá Modamix Coleção Primavera/Verão 2010.

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São Paulo gerou 139.605 novos postos no semestre
De acordo com dados do Caged, divulgados pelo ministro Carlos Lupi, em junho de 2009 foram gerados no estado 27.602 empregos celetistas, o que representou expansão de 0,26%

Brasília, 16/07/2009 – Em termos absolutos, São Paulo continua liderando a geração de empregos na Região Sudeste e no país. No primeiro semestre desse ano, houve acréscimo de 139.605 postos, o que corresponde a aumento de 1,33%. Nos últimos 12 meses, verificou-se crescimento de 0,83% no nível de emprego, com geração de 87.467 postos de trabalho.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje em Brasília pelo ministro Carlos Lupi, em junho de 2009 foram gerados no estado 27.602 empregos celetistas, o que representou expansão de 0,26% em relação ao total de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Foram 412.413 admissões e 384.811 desligamentos. Tal resultado provém principalmente da geração de empregos nos setores da Agropecuária que gerou 14.136 postos e de Serviços que criou 8.361 postos

No Brasil, o setor Agrícola gerou 57.169 postos de trabalho, um aumento de 3,51%, evidenciando a continuidade do processo de recuperação iniciado em fevereiro de 2009. Tal comportamento está influenciado por fatores sazonais relacionados ao cultivo de café, uva e frutas cítricas.

Na atividade de cultivo de café, o estado de São Paulo criou 4.167 postos de trabalho. O estado gerou também 8.154 novos postos de trabalho na atividade de cultivo de frutas cítricas, sendo que em todo o país houve um aumento de 9.184 postos na atividade de cultivo dessas frutas.

Municípios – Entre as cidades com mais de 10 mil habitantes, a capital foi a que mais gerou postos com carteira assinada em junho de 2009: foram 7.606 (alta de 0,21%). Monte Azul Paulista veio em segundo lugar no período, com 2.327 vagas criadas e expressiva taxa de crescimento de 65,4% em relação ao estoque do mês anterior. Em seguida veio Bebedouro (1.984).

Brasil – De acordo com dados do Caged foram gerados no mês de junho 119.495 empregos formais celetistas. O que representou uma elevação de 0,37% em relação ao estoque do mês anterior. Esse resultado constituiu o quinto mês consecutivo de expansão e o segundo melhor saldo mensal do ano. Foram 1.356.349 admitidos e 1.236.854 desligados no mês. Durante o primeiro semestre o saldo foi de 299.506, representando uma expansão de 0,94%, tomando como referência o mês de dezembro de 2008. Nos últimos 12 meses, verificou-se a criação de 390.322 postos de trabalho, equivalente à expansão de 1,22% no contingente de empregados celetistas do país.

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

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Minas Gerais é o estado líder do ranking do emprego em junho
Foram 45.596 novos empregos celetistas, equivalentes à expansão de 1,32% em relação ao total de assalariados com carteira assinada do mês anterior

Brasília, 16/07/2009 – Minas Gerais obteve a maior geração de empregos da Região Sudeste e do país do mês de junho. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram gerados 45.596 empregos celetistas, equivalentes à expansão de 1,32% em relação ao total de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Houve 196.940 admissões e 151.344 desligamentos no mês.

No primeiro semestre desse ano, houve acréscimo de 80.446 postos no estado, o que representa um aumento de 2,36%, que em termos absolutos. Foi o segundo melhor desempenho semestral da Região Sudeste e do país, ficando atrás apenas do estado de São Paulo. No mês de junho, a região Sudeste gerou 72.002 postos de trabalho, um aumento de 0,40% em relação ao mês anterior.

Em termos setoriais, o melhor desempenho ocorreu no setor da Agropecuária com a geração de 37.391 empregos. A atividade foi a que mais se destacou obteve uma variação absoluta de 37.391 e uma variação relativa de 11,96%.

No Brasil, o setor Agrícola gerou 57.169 postos de trabalho, um aumento de 3,51%, evidenciando a continuidade do processo de recuperação iniciado em fevereiro de 2009. Tal comportamento está influenciado por fatores sazonais relacionados ao cultivo de café, uva e frutas cítricas. No estado de Minas Gerais, o cultivo de café gerou 30.961 postos de trabalho.

Brasil – De acordo com dados do Caged foram gerados no mês de junho 119.495 empregos formais celetistas. O que representou uma elevação de 0,37% em relação ao estoque do mês anterior. Esse resultado constituiu o quinto mês consecutivo de expansão e o segundo melhor saldo mensal do ano. Foram 1.356.349 admitidos e 1.236.854 desligados no mês. Durante o primeiro semestre o saldo foi de 299.506, representando uma expansão de 0,94%, tomando como referência o mês de dezembro de 2008. Nos últimos 12 meses, verificou-se a criação de 390.322 postos de trabalho, equivalente à expansão de 1,22% no contingente de empregados celetistas do país.

Assessoria de Imprensa do MTE
(61) 3317-6537 – acs@mte.gov.br

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