Na classificação nacional, estado aparece em 4º lugar. Setor que mais contribui para o aumento de postos de trabalho no mês de agosto foi o de Serviços
Brasília, 16/09/2009 – Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em agosto foram criados no Paraná 14.437 empregos celetistas, equivalente crescimento de 0,66% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Os setores de atividade que mais contribuíram para este resultado foram Serviços (5.475), Indústria de Transformação (3.864), Comércio (3.116) e Construção Civil (2.025). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (16), pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em Brasília.
O Paraná apresentou o melhor resultado da Região Sul no mês de agosto e o 4º em nível nacional, ficando atrás de São Paulo (77.983), Pernambuco (18.990), Rio de Janeiro (15.841). Já nos primeiros oito meses do ano, houve acréscimo de 61.870 postos, o melhor desempenho da Região Sul.
“Em 2010 teremos o melhor ano do Governo Lula na Economia e na geração de empregos. O que garante o crescimento econômico é a massa salarial do trabalhador, que é o maior consumidor do país e faz o dinheiro circular. Por isso eu digo que, levando em conta os dados econômicos e o panorama que se apresenta, é possível que tenhamos recorde absoluto de empregos em 2010”, prevê o ministro Lupi.
Municípios – A análise da evolução do emprego formal nos municípios com mais de 30 mil habitantes mostrou Curitiba na primeira posição, com 3.427 trabalhadores com carteira assinada, seguida por Londrina, com 1.351; e Maringá, com 886 novas vagas.
Brasil – A geração de 242.126 empregos com carteira assinada em agosto é recorde da série histórica para o período e melhor resultado do ano. Em 2009 já foram criados 680.034 novos empregos. Com a expansão de 0,75% – em relação a julho – sobre o estoque de trabalhadores formais, o Brasil alcança a segunda maior marca da história, com 32.673.336 empregados celetistas e estatutários; número apenas 15.733 menor que o registrado em outubro de 2008, 32.689.069.
O Caged é um banco de dados constituído por informações fornecidas pelos empregadores, a partir do número de carteiras de trabalho assinadas e das demissões registradas no documento, portanto os dados são numéricos e não apenas estatísticos.
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Geração de empregos nas Regiões Metropolitanas supera a do interior
Em agosto, nove regiões geraram juntas mais de 100 mil empregos, enquanto no interior foram cerca de 78 mil
Brasilia, 16/09/2009 – O emprego com registro em carteira nas regiões metropolitanas dos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo foi recorde no mês de agosto. Juntas, estas regiões abriram 100.819 postos formais no período, resultado superior aos 78.107 postos criados no interior destes mesmos estados.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Nas áreas metropolitanas, houve crescimento recorde nas regiões de Belém, com 2.648 postos; Fortaleza, 6.654; Recife, 8.684; Salvador, 7.370 e Porto Alegre, com 7.721 vagas.
São Paulo, por sua vez, destacou-se tanto na Região Metropolitana, com a abertura de 39.092 postos quanto no interior, com 38.891 empregos.
No interior, o segundo melhor saldo de empregos ocorreu em Pernambuco: foram 10.306 novas vagas; seguido pelo Paraná, com 8.938. A única baixa ocorreu em Minas Gerais, com o decréscimo de 2.345 postos.
No entanto, de janeiro a agosto, as regiões metropolitanas somam 196.227 empregos, resultado inferior ao contabilizado pelo interior: disparado, já acumula 355.078 postos.
Setores – Na região metropolitana de São Paulo, o setor de serviços abriu 16.590 vagas; comércio 11.294 e construção civil, 6.268. Dos empregos gerados em Recife, 2.433 foram por conta de serviços. As informações estão disponiveis no site do Ministério do Trabalho e Emprego. http://estatistica.caged.gov.br
Brasil – Em todo o país, a criação de emprego com registro em carteira em agosto bateu recorde para o período. Foram 242.126 postos com carteira assinada, sendo também o melhor resultado do ano.
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Geração de empregos dispara no país
Em agosto foram gerados 242.126 novos empregos no Brasil. Setor de Serviços é o que mais gera empregos e São Paulo é o estado que mais contrata. Construção Civil bate recorde
Brasília, 16/09/2009 – A geração de 242.126 empregos com carteira assinada em agosto é recorde da série histórica para o período e melhor resultado do ano. Em 2009 já foram criados 680.034 novos empregos. Com a expansão de 0,75% – em relação a julho – sobre o estoque de trabalhadores formais, o Brasil alcança a segunda maior marca da história, com 32.673.336 empregados celetistas e estatutários; número apenas 15.733 menor que o registrado em outubro de 2008, 32.689.069.
“Em 2010 teremos o melhor ano do Governo Lula na Economia e na geração de empregos. O que garante o crescimento econômico é a massa salarial do trabalhador, que é o maior consumidor do país e faz o dinheiro circular. Por isso eu digo que, levando em conta os dados econômicos e o panorama que se apresenta, é possível que tenhamos recorde absoluto de empregos em 2010”, prevê Lupi.
As medidas adotadas pelo governo surtem efeito na Construção Civil, onde foram criados 39.957 postos de trabalho, recorde para toda a série do Caged e maior taxa de crescimento entre todos os setores (1,96%). “Os setores da Construção Civil, Serviços e Comércio vão dar sustentabilidade para o crescimento. A indústria automobilística foi insensível durante o processo de crise e agora paga o preço pagando duas contas, uma para demitir e outra para recontratar”, comentou o ministro.
Setores – Com 85.568 empregos gerados (0,66%), o setor de Serviços obteve o segundo maior saldo da série para o mês, decorrente da expansão de todos os segmentos que integram o setor, com destaque para os Serviços de Comércio e Administração de Imóveis (25.732), Serviços de Alojamentos e Alimentação (21.885) e Serviços de Ensino (19.156).
A Indústria de Transformação foi o segundo setor a gerar mais empregos, com incremento de 66.564 postos de trabalho (0,92%), segundo melhor desempenho da série histórica do Caged para o período e o melhor mês do ano. Os destaques são a Indústria de Produtos Alimentícios (22.614), Indústria Têxtil (9.238), Indústria de Calçados (8.974) e Indústria Metalúrgica (5.982), que apresentaram o segundo melhor desempenho para o período. As indústrias Química (5.866) e de Papel e Papelão (2.023) revelaram saldos recordes no período.
“Os empresários viram que a crise no Brasil não foi tão grande quanto pintaram, e agora estão recontratando trabalhadores para não perder espaço no mercado. As empresas que não demitiram agora estão em vantagem, e nós estamos desde o início do ano avisando que isso aconteceria. Demos isenção do IPI e mesmo assim a Indústria Automobilística demitiu seus trabalhadores; agora é preciso analisar o índice de contratações no setor para ver se são merecidos novos incentivos”, afirmou Lupi.
O setor Comércio (56.813) obteve o melhor resultado da série histórica do Caged para o período, resultado da geração recorde do emprego do Comércio Varejista (47.282) e Atacadista (9.531). O único setor com saldo negativo foi a Agropecuária (-11.249), devido fatores sazonais relacionados à entressafra no Centro-Sul.
Recorte geográfico – O Caged de agosto aponta elevação expressiva do emprego nas cinco Regiões: Nordeste (65.751 postos ou 1,38%) e Norte (18.673 postos ou 1,41%), ambas com geração recorde para o período, Sudeste (106.085 postos ou 0,59%) e Sul (37.408 postos ou 0,63%), os segundos maiores saldos, e Centro-Oeste (14.209 postos ou 0,59%), o terceiro melhor desempenho histórico para o mês.
Em termos absolutos, os destaques por Unidade da Federação foram São Paulo (77.983), segundo maior saldo da série para o mês; Pernambuco (18.990), saldo recorde no período; Rio de Janeiro (15.841) e Paraná (14.437), ambos com o terceiro maior saldo; e Ceará (13.790), resultado recorde no período. Apresentaram também recordes para o mês os estados da Bahia (11.085), Rio Grande do Sul (10.983), Amazonas (6.549), Rondônia (3.401), Piauí (2.765) e Acre (841).
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