Juiz de Fora (MG) – A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, participou hoje (17) de comício em Juiz de Fora, acompanhada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em seu discurso, ela falou sobre as realizações do governo Lula, como os programas Bolsa Família, Universidade para Todos (ProUni) e Luz para Todos, além do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Dilma também destacou que o governo Lula criou 14 milhões de empregos.
“Hoje temos muitos instrumentos [as ações do governo] para combater essa tentativa de criar o medo e a desesperança, porque temos esperança no coração, força pelo que fizemos e fé no futuro”, disse a candidata do PT, ao criticar a oposição. Segundo ela, os seus adversários recorrem a essa estratégia porque estão “perdendo no voto”.
Dilma disse que a geração de 14 milhões de empregos durante o governo Lula serve como resposta para os ataques da oposição. “Isso sempre acontece 15 dias antes da eleição. Quando Lula veio candidato em 2002, o presidente foi sempre cercado de afirmações do tipo: se o Lula for eleito, o Brasil vai parar, vai ser o caos. Foi o caos? Não, o Brasil cresceu e criou 14 milhões de empregos. Naquela época, dissemos que iríamos enfrentar com a esperança nas nossas mãos”, assinalou ela.
A candidata também lembrou suas raízes mineiras – nasceu no estado – e do seu passado de luta contra a ditadura militar. Ela afirmou ainda que recebeu de Lula a “missão” de cuidar do povo brasileiro.
Em seu discurso, Lula ressaltou a competência, a sagacidade política e o caráter de Dilma. Ao falar sobre a eleição para o Senado, o presidente também criticou a postura dos senadores durante a votação sobre a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) há alguns anos e disse que alguns parlamentares só votaram contra o imposto por “ódio” contra ele e que os pobres foram os mais afetados, já que o dinheiro era usado para financiar a saúde pública.
Por Vitor Abdala – Enviado Especial. Edição: João Carlos Rodrigues.
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Brasil volta a bater recorde de empregos; quase 300 mil com carteira assinada em agosto e no ano já estão próximos de 2 milhões de novos empregos de saldo
Em agosto foram gerados no Brasil quase 300 mil novos empregos com carteira assinada, superando em 23,7% o recorde anterior. No ano, país beira a marca de 2 milhões de novos postos formais de trabalho, melhor desempenho da história
Brasília, 16/09/2010 – Em agosto foram gerados no Brasil 299.415 novos empregos com carteira assinada, recorde absoluto para o período, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, anunciados nesta quinta-feira (16) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Com o número de agosto, em 2010 o país alcança a marca também recorde de 1.954.531 novos postos de trabalho. Em 12 meses, o número chega a 2.269.607 novos empregos formais.
“O Brasil retomou a onda de crescimento registrada no segundo semestre de 2009 e no início deste ano, como já prevíamos. Teremos desempenho recorde nos próximos 3 meses e fecharemos o ano com 2,5 milhões de novos postos formais de trabalho; e chegaremos ao fim do Governo Lula com mais 15 milhões de trabalhadores empregados formalmente, o maior número de empregos gerados na história do Brasil”, afirmou Lupi.
O resultado supera em 23,7% a melhor marca já registrada para o mês, em 2009, quando foram criados 242.126 postos de trabalho. O desempenho favorável do emprego formal em agosto é sustentado pelo crescimento da economia, estimulado principalmente pelos níveis de consumo interno e também pelos investimentos públicos e privados.
Segundo o ministro Lupi, a farta geração de empregos no Brasil em todos os setores da economia e em todos os estados mostra que se trata de um crescimento consistente, como resultado de um apanhado de ações do governo.
“O Banco Central vem conduzindo bem os juros, há investimentos pesados em infraestrutura, crédito disponível, e programas como o Minha Casa, Minha Vida e o PAC, que alavancam a economia e a geração de empregos. Há também muitos investimentos privados, prova de que o empresariado está confiando na economia brasileira. Mas a principal razão do crescimento do emprego, no meu ponto de vista, é o ganho real do salário do trabalhador, que com mais dinheiro pode consumir mais e melhor, gerando mais produção e, consequentemente, mais empregos”.
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Cinco setores da economia registram saldo recorde de emprego em agosto
Serviços se destaca, superando em 34,7% o último recorde do setor no período. Comércio, Construção Civil, Extrativa Mineral e Serviço Industrial de Utilidade Pública também tiveram desempenho inédito em agosto
Brasília, 16/09/2010 – A geração recorde de emprego no mês de agosto, com a criação de 299.415 empregos com carteira assinada, foi resultado do bom desempenho dos setores, com cinco registrando resultado inédito para o período e um com o segundo melhor saldo, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os números foram apresentados nesta quinta-feira (16), pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
O setor de Serviços puxou a geração de empregos no mês, abrindo 128.232 novas vagas, superando em 34,7% o último recorde do setor para o mês de agosto, registrado em 2008, com a criação de 95.191 postos. O bom desempenho foi determinado pela expansão de todos os subsetores, com cinco deles tendo resultado recorde – Serviços de Comércio e Administração de Imóveis, Serviços de Alojamentos e Alimentação, Ensino, Serviços de Transporte e Comunicação e Serviços Médicos e Odontológicos. As instituições Financeiras, com 3.821 postos, registraram o segundo melhor desempenho para o período.
A Construção Civil teve o sétimo resultado recorde em 2010, com a geração de 40.138 empregos, registrando também a maior taxa de crescimento entre os oito setores, com elevação de 1,59%. O único mês em que o setor não registrou desempenho inédito este ano foi em junho, quando foram abertas 24.825 vagas, segundo melhor resultado para o período.
O Comércio criou 65.083 vagas de trabalho celetista, um crescimento de 0,86% no estoque dos trabalhadores com carteira assinada no setor. O resultado é decorrente do recorde registrado nos dois segmentos que compõe o setor, com o Comércio Varejista gerando 54.509 postos e o Comércio Atacadista com 10.574 postos. Os setores de Extrativa Mineral e Serviço Industrial de Utilidade Pública também registraram recorde no mês, com a criação de 1.704 e 2.626 postos, respectivamente.
A Indústria de Transformação apresentou o segundo melhor resultado para o período na série histórica do Caged, com a geração de 70.393 empregos, ultrapassado somente pelo verificado no mês de agosto de 2004, com foram criados 72.168 postos. O crescimento é resultado da expansão de onze dos doze ramos industriais, com cinco apresentando recorde – Indústria Metalúrgica, Indústria de Material de Transporte, Indústria Mecânica, Indústria de Minerais não Metálicos e Indústria de Papel e Papelão – e um com o segundo melhor saldo – Indústria de Madeira e Mobiliário. O único segmento que registrou resultado negativo no período foi a Indústria da Borracha devido à sazonalidade.
O único setor que teve queda na geração de emprego em agosto foi a Agricultura, com fechamento de 11.259 postos, causado pelos fatores sazonais relacionados à entressafra no centro-sul do país. Somente o cultivo de café foi responsável pelo fechamento de mais de 22 mil postos de trabalho. Já o cultivo de cana-de-açúcar registrou desempenho positivo com a criação de 2.539 novas vagas.
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Paraná gera 21 mil empregos formais em agosto e atinge recorde de 135 mil no ano
O Paraná registrou em agosto um saldo de 21.397 novos empregos com carteira assinada. Com o resultado, sobe para 135.108 o total de empregos formais gerados no Estado em 2010. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O desempenho é o melhor de toda a série histórica do Caged para o período. O Paraná apresentou o melhor desempenho da Região Sul. O Rio Grande do Sul gerou 15.675 empregos e Santa Catarina 13.982.
“Este resultado é fruto também do trabalho do Governo do Paraná, que apoia o trabalhador. Ações como o incentivo para micro e pequenas empresas, a isenção e redução de impostos e o maior salário mínimo regional do País são algumas iniciativas que dão uma condição especial ao Paraná. Tudo isso reflete na geração de empregos em todo o Estado”, avalia o secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Tércio Albuquerque.
INTERIOR – A pesquisa mostra ainda que as cidades do interior são responsáveis pelo maior número de empregos gerados no Paraná. Elas registraram 12.787 novos postos – 59,7% do total em agosto. No acumulado do ano, o interior abriu 80.882 oportunidades de emprego, respondendo por 59,8% do total no Estado. Já os 26 municípios que compõem a Região Metropolitana de Curitiba abriram 8.610 mil oportunidades, o que equivale a 40,2% do total de vagas.
Com o resultado, o total de trabalhadores com carteira assinada no Paraná subiu para 2.336.451. Destes, 781.244 conseguiram emprego a partir de 2003, início do governo de Roberto Requião e Orlando Pessuti. Isso significa, que o Paraná gerou 19 vezes mais empregos formais em sete anos e oito meses do que nos oito anos anteriores, quando foram abertos 37.882 postos de trabalho.
SETORES – O setor que apresentou maior aumento de contratações em agosto foi o de serviços. Foram 7.804 empregos formais. Destacaram-se os serviços de comércio e administração de imóveis (3.054), de alojamentos e alimentação (1.944) e de ensino (1.227). O setor de serviços também foi o que mais gerou empregos formais no acumulado do ano: 44.971.
A indústria foi o segundo setor com maior geração de empregos: 5.793 no mês de agosto, com destaque para as produções têxtil e vestuário (1.414), produção de alimentos e bebidas (1.106) e madeira e mobiliário (769). São 44.023 empregos formais desde janeiro deste ano.
Também contribuíram significativamente para os resultados os setores do Comércio (+4.516 postos) e Construção Civil (+2.789 postos).
BOX – DADOS COMPARATIVOS
Geração de empregos no Paraná, por ano
1995: -25.327
1996: -32.805
1997: 7.463
1998: -35.657
1999: -16.549
2000: 28.143
2001: 53.857
2002: 58.857
Saldo do período: 37.882 empregos
2003: 62.370
2004: 122.648
2005: 72.374
2006: 86.396
2007: 122.361
2008: 110.903
2009: 69.084
2010: 135.108 (até agosto)
Saldo do período: 781.244 empregos
Fonte: Caged – Ministério do Trabalho e Emprego
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Região Sul tem geração recorde de empregos
Criação de mais de 50 mil novos postos de trabalho decorreu do recorde nos três estados da região
Brasília, 16/09/2010 – Na Região Sul foram gerados 51.054 empregos celetistas em agosto, crescimento de 0,81% em relação ao estoque registrado em julho. O resultado recorde da região é decorrente do desempenho recorde de todos os estados da região, conforme demonstram dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). De janeiro a agosto foram gerados 350.578 e nos últimos 12 meses 427.942.
O estado do Paraná foi o que mais contribuiu para a performance, com 21.397 vagas formais, equivalente a um crescimento de 0,92% em relação ao estoque de assalariados registrado em julho. Em termos absolutos, esse foi o melhor desempenho do estado paraense, em toda a série histórica do Caged, para o mês, alavancado pelos Serviços (7.804 postos), Indústria de Transformação (5.793), Comércio (4.516) e Construção Civil (2.789).
O Rio Grande do Sul gerou 15.675 empregos celetistas, no mês de agosto. Equivalente a um crescimento de 0,68% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês de julho. Esse desempenho, o melhor de toda a série histórica do Caged, para o período, foi causado principalmente pelo crescimento do emprego formal nos setores de Serviços (7.177 postos), Comércio (4.195 postos), Indústria de Transformação (1.904 postos) e Construção Civil (1.323 postos).
Santa Catarina criou 13.982 vagas de empregos formais, em agosto, crescimento de 0,82% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada registrado em julho. Em termos absolutos, esse desempenho foi o melhor de toda a série histórica do Caged, para o período, e foi motivado, especialmente, pelo desenvolvimento do emprego na Indústria de Transformação (4.209 postos), nos Serviços (3.959 postos), no Comércio (3.690 postos) e na Construção Civil (1.645postos).
Brasil – Em agosto foram gerados no Brasil quase 300 mil novos empregos com carteira assinada, superando em 23,7% o recorde anterior. No ano, a geração de emrepgos no país chega perto da marca de 2 milhões de novos postos formais de trabalho, melhor desempenho da história.
De acordo com o ministro Carlos Lupi o desempenho do Brasil na geração de empregos formais é resultado da política do Banco Central em relação aos juros, de investimentos pesados em infraestrutura, da disponibilização de crédito e de programas como o Minha Casa, Minha Vida e o PAC, “que alavancam a economia e a geração de empregos”, assim como de investimentos privados, “prova de que o empresariado está confiando na economia brasileira”, ressaltou Lupi.
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Sudeste tem geração recorde de emprego em agosto
Com mais de 149 mil postos abertos, região segue líder nas contratações
Brasília, 16/09/2010 – Das cinco regiões brasileiras, a Sudeste foi a que mais se destacou na geração de empregos com registro em carteira no mês de agosto, com 149.277 postos, variação positiva de 0,78%, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O estado de São Paulo manteve liderança absoluta com 90.633 novos empregos em agosto e saldo de quase 700 mil no acumulado do ano. Boa parte do desempenho positivo ocorreu no Setor de Serviços, onde foram abertas 39.410 vagas (0,83%) no mês, seguido de Comércio, com 28.557 (1,23%). Devido às festas de final de ano, o Setor de Serviços é o que mais tem aberto contratações nesse período, fazendo ainda com que subsetores, como o de Turismo, comecem a se organizar para atender demanda.
“São Paulo tem muito a crescer e essa é minha expectativa. O estado obteve a maior geração de empregos da Região Sudeste”, ressaltou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
Em Minas Gerais foram abertas 29.253 postos em agosto, expansão de 0,78% em relação ao estoque do mês anterior. Novamente o setor de Serviços possibilitou a abertura de novos postos, com 23.336 (1,72%) empregos, seguido pela Indústria da Transformação, com 10.194 contratações e alta de 1,25%.
Na terceira posição do ranking regional está o Rio de Janeiro, que, em agosto, bateu recorde de empregos para o período. Impulsionado também por Serviços, o estado proporcionou 24.921 contrações no referido mês (0,76%). “O Rio de Janeiro está recebendo muitos investimentos, inclusive para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas. É a pujança da economia e também as festas de final de ano”, avaliou Lupi.
Com menos contratações, mas com variação relativa bem próxima dos demais estados, o Espírito Santo abriu 4.420 novos postos de trabalho no mês, equivalentes a uma taxa de 0,64% no período. As maiores admissões ocorreram em Serviços (2.314); Indústria da Transformação (998); Construção Civil (965) e Comércio (265).
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Nordeste tem geração recorde de empregos
Região registra a maior taxa de crescimento do país
Brasília, 16/09/2010 – O Nordeste apresentou saldo recorde de geração de empregos para o mês, com 69.562 postos de trabalho em agosto, e obteve a maior taxa de crescimento entre as regiões geográficas (1,32%). Entre os estados, a Paraíba registrou maior variação (2,81%). O estado gerou 8.464 postos de trabalho.
Na região Nordeste, quatro estados obtiveram recordes e três ficaram com o segundo lugar. Pernambuco foi o estado que mais surpreendeu apresentando saldo de 21.799 empregos em agosto.
Pernambuco apresentou aumento de 2,08% em relação ao estoque anterior. Este resultado foi o melhor de toda a série histórica do CAGED para o período, em termos absolutos.
A indústria da transformação foi a atividade que mais se destacou em Pernambuco. Em agosto foram criados 8.086 empregos nessa área, apresentando um aumento de 4,25% em relação ao mês anterior. Em segundo lugar ficaram Construção Civil e Serviços, com mais de 4 mil empregos cada um. No setor da agricultura, o estado criou 2.354 empregos no cultivo da cana de açúcar.
Nos primeiros 8 meses deste ano, houve acréscimo de 41.677 postos em Pernambuco, acréscimo de 4,05%. Nos últimos 12 meses, foi verificado crescimento de 9,06% no nível de emprego, com geração de 88.991 postos de trabalho no estado. Este resultado foi o segundo melhor da Região Nordeste para este período, em termos absolutos, sendo superado somente pelo observado na Bahia, que foi de 107.873 postos.
O Ceará apresentou o segundo melhor saldo do nordeste no mês, sendo responsável por 12.321 empregos. Com destaque para Serviços, que criou 3.915 postos de trabalho. O Ceará gerou também 1.097 empregos no cultivo de outros produtos de lavoura temporária.
O estado da Bahia ficou em terceiro com 11.207 postos de trabalho. Uma das razões para essa colocação foi porque o estado perdeu 2.303 postos de trabalho na agricultura devido a fatores sazonais, na Agropecuária foi registrado em agosto saldo de -1.743 postos. Contudo a Bahia continua na liderança do ranking no acumulado de janeiro a agosto e no acumulado dos últimos 12 meses.
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Região Centro-Oeste gera mais de 13 mil empregos celetistas em agosto
Entre janeiro e agosto a região central do país gerou 159,7 mil vagas de trabalho formal
Brasília, 16/09/2010 – Em agosto a região Centro-Oeste gerou 13.076 empregos celetistas, crescimento de 0,51% em relação a estoque de assalariados registrado no mês de julho. O estado de Goiás foi quem mais contribuiu para o resultado a criar 6.805 vagas com carteira assinada, no período.
O crescimento no nível de emprego apresentado pelo estado goiano foi impulsionado pelo setor de Serviços (3.167 postos), Comércio (1.754 postos) e Indústria de Transformação (1.409 postos). Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados esta quinta-feira (16), pelo ministro Carlos Lupi.
No Mato Grosso foram criados 2.277 empregos celetistas, no mesmo mês, equivalente a um crescimento de 0,44% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada registrado no mês julho. Essa expansão deveu-se principalmente ao crescimento da contratação formal nos setores de Serviços (998 postos), Construção Civil (879 postos) e Comércio (500 postos).
No mesmo período foram geradas 2.046 colocações celetistas no Distrito Federal, crescimento de 0,32% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada registrado no mês agosto. Os Serviços, que geraram (1.740 postos), o Comércio (169 postos) e a Indústria de Transformação (116 postos) foram os setores responsáveis pela performance.
O estado do Mato Grosso do Sul contribuiu com a criação de 1.948 empregos celetistas para o acúmulo de empregos na região Centro-Oeste, registrado em agosto, crescimento equivalente 0,48% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Em termos absolutos, esse desempenho é o terceiro melhor de toda a série histórica do Caged, para o período, sendo superado apenas pelo ocorrido em 2004 (2.975 postos) e 2001 (2.047 postos). A Indústria de Transformação (782 postos), o Comércio (665 postos), os Serviços (633 postos) e a Construção Civil (442 postos) foram os setores de atividade que mais contribuíram para esse resultado.
Brasil – Superando em 23% o recorde anterior, em agosto o Brasil gerou quase 300 mil novos empregos com carteira assinada. No ano, a geração de emrepgos no país chega perto da marca de 2 milhões de novos postos formais de trabalho, melhor desempenho da história.
Para Lupi, o desempenho do Brasil na geração de empregos formais é resultado da política do Banco Central em relação aos juros, de investimentos pesados em infraestrutura, da disponibilização de crédito e de programas como o Minha Casa, Minha Vida e o PAC, “que alavancam a economia e a geração de empregos”, assim como de investimentos privados, “prova de que o empresariado está confiando na economia brasileira”,
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Emprego tem saldo positivo em todos os estados do Norte
As 16.496 vagas criadas na região representam o segundo melhor resultado da história
Brasília, 16/09/2010 – O Norte do país vivenciou o seu segundo melhor mês de agosto na criação de empregos formais, com 16.496 postos criados, expansão de 1,12% em relação ao estoque do mês anterior. Em termos relativos esse foi o segundo melhor resultado do país. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram anunciados na manhã desta quinta-feira (16) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
O destaque da região ficou por conta das 6.391 vagas criadas pelo Pará (1,08%). Com o desempenho, em especial, dos setores de Serviços (1.821 postos), Comércio (1.334 postos) e Indústria de Transformação (1.061 postos), o estado alcançou o seu terceiro melhor resultado para o período dentro da série histórica do Caged – sendo superado apenas pelos ocorridos em 2006 (7.852 postos) e 2009 (7.204 postos). Do total de empregos gerados, 4.009 vagas decorreram do interior, enquanto 2.382 postos foram criados na Grande Belém.
No acumulado do ano o Pará contribui com a geração de 29.675 empregos formais (5,20%), o que representou o melhor resultado dentro da região norte e o segundo melhor alcançado dentro da série do Caged – o melhor foi em 2004 (29.798 postos). Outro recorde (em termos absolutos) dentro da região refere-se às vagas criadas nos últimos 12 meses, quando o Pará assinou 38.828 carteiras de trabalho.
O Amazonas contribui com 4.239 empregos celetistas (1,13%) decorrentes, principalmente, dos setores de Serviços (2.107 postos), Indústria de Transformação (1.043 postos) e Construção Civil (769 postos). Nos primeiros oito meses deste ano houve acréscimo de 20.227 vagas (5,61%). Em termos absolutos, esse desempenho é o segundo melhor de toda a série histórica do Caged para o período, ficando atrás apenas dos 22.378 postos criados no ano de 2008. No período compreendido entre setembro/ 2009 a agosto/ 2010 o estado colocou 23.651 trabalhadores no mercado formal, o que representa um acréscimo de 6, 62% em relação ao estoque anterior.
Ao empregar 2.323 celetistas (1,05%) Rondônia alcançou o seu segundo melhor resultado absoluto e relativo para o período dentro de toda a série histórica do Caged – o melhor foi em 2009 (3.401 postos). Tal desempenho deveu-se ao crescimento do emprego na Construção Civil (1.258 postos), no Comércio (478 postos) e na Indústria de Transformação (333 postos).
De janeiro a agosto deste ano o estado contratou 21.182 trabalhadores com carteira assinada (10,52%). Saldo que representou a maior taxa de crescimento dentre as unidades da federação e que garantiu a Rondônia o melhor resultado absoluto para o período desde 1992, bem como o segundo melhor dentro da região norte. Nos últimos 12 meses o estado acumulou 25.609 postos (13,01%) – em termos relativos esse foi o melhor desempenho para o período tanto da região norte quanto do país; em termos absolutos foi o segundo melhor da região, sendo superado pelo Pará (38.828 postos).
O Tocantins conquistou o seu melhor resultado absoluto para o período, dentro de toda a série histórica do Caged, ao criar 1.757 vagas (1,46%). Contribuíram para esse recorde a expansão de empregos nos setores de Serviços (959 postos), Comércio (319 postos), Construção Civil (258 postos) e Indústria de Transformação (256 postos). No saldo dos primeiros oito meses deste ano o estado registrou outro recorde: os 9.280 empregos gerados (8,20%) representaram o melhor resultado absoluto desde 1992. Nos últimos 12 meses verificou-se um crescimento de 8,32% no nível de emprego ou 9.405 postos de trabalho.
Outro estado que também alcançou o melhor desempenho absoluto para o período, dentro de toda a série histórica do Caged, foi o Acre. As 866 contratações (1,37%) responsáveis pelo recorde decorreram, em especial, dos setores de Construção Civil (308 postos), Indústria de Transformação (285 postos) e Serviços (180 postos). A boa performance pode ser percebida desde o início deste ano, já que o estado acumulou até o mês de agosto um total de 3.012 empregados inseridos no mercado formal – melhor resultado absoluto e relativo para o período dentro de toda a série do Caged. No acumulado do ano o Acre gerou 2.508 vagas (4,07%).
O Amapá criou 493 empregos com carteira assinada no mês de agosto (0,87%). O saldo proveniente, em particular, dos setores de Construção Civil (161 postos), Comércio (147 postos) e Serviços (133 postos) representou o terceiro melhor desempenho absoluto para o período dentro da série histórica do Caged – sendo superado pelos registrados em 2005 (979 postos) e 2003 (562 postos).
No acumulado dos oito meses do ano, o Amapá também apresentou um bom desempenho. Isso porque as 1.762 vagas geradas (3,16%) representaram o segundo melhor resultado absoluto e relativo para o período desde o ano de 1992 – o primeiro foi em 2004 (2.112). No período que compreende os últimos 12 meses o estado contratou 2.072 empregados celetistas (3,74%).
As 427 vagas geradas (1,23%) pelo estado de Roraima significaram um recorde para o período, dentro da série histórica do Caged. Conquista que contou com a expansão de setores como o Comércio (139 postos), Construção Civil (134 postos) e Serviços (107 postos). Outro recorde alcançado pelo estado refere-se ao acumulado durante todo esse ano. Afinal, o acréscimo de 1.536 empregos celetistas (4,55%) representou o melhor desempenho absoluto e relativo para o período desde 1992. No período que compreende os últimos 12 meses, Roraima foi responsável pela assinatura de 2.304 carteiras de trabalho (6,99%).
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