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Condições de trabalho no Banco do Brasil no Estado do Paraná não condizem com a posição de maior banco brasileiro

O movimento sindical bancário paranaense filiado à CUT, através da FETEC-CUT-PR e sindicatos filiados, esteve reunido no dia 09 de novembro com a Superintendência do Banco do Brasil em Curitiba. O encontro com os gerentes Carlos Roberto Segatto e Oscar Kaoru Hiraiwa aconteceu para discutir a respeito de diversos problemas que ocorrem nas diversas agências do BB nas bases da FETEC.

Da parte dos trabalhadores bancários estiveram presentes: o presidente da FETEC, Elias Jordão, pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, a dirigente sindical de Curitiba e Região, Ana Smolka e o dirigente sindical de Campo Mourão e Região, Marcelo Legnani; e pelas três regionais da FETEC, Otávio Dias, do Sindicato de Curitiba e Região, Neil Emídio Junior, do Sindicato de Paranavaí e Região, representante da regional PACTU, e André Ruas, do Sindicato de Londrina e Região, representando a regional Vida Bancária.

Entre os principais problemas levantados e levados para a superintendência estão:

– o relacionamento de alguns gestores tanto com o movimento sindical quanto com os funcionários no dia a dia;

– relativo ao período de greve, a falta de bom senso na cobrança da compensação das horas não trabalhadas durante a greve;

– além da falta de condições de trabalho, das quais destacam-se os problemas com ar condicionado de diversas agências, o dimensionamento do espaço físico de várias agências, e ainda, a forma de cobrança das metas impostas pelo banco.

Depois de uma longa reunião com relatos dos problemas por parte dos dirigentes, definindo onde os problemas estão localizados, e que foram anotados e apontados pela superintendência, recebemos a garantia do encaminhamento da solução de todos estes problemas, afirma Elias.

O presidente da FETEC, Elias Jordão reiterou que “muitos dos problemas relatados se agravaram principalmente no pós greve, onde alguns gestores pessoalizaram as discussões, não entendendo que o movimento reivindicatório é uma luta em favor de todos os trabalhadores. O movimento sindical continuará atento e esperamos que esta reunião traga respostas concretas às nossas demandas apresentadas, e que a palavra de ordem ‘bom senso’ segundo a superintendência, prevaleça”.

FETEC-CUT-PR

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Dirigentes cobram solução para denúncias no Banco do Brasil

Na tarde desta terça-feira (09), dirigentes sindicais do Paraná se reuniram com dois representantes da Superintendência Estadual do Banco do Brasil, Carlos Roberto Segatto e Oscar Hiraiwa, para tratar de demandas específicas que estão ocorrendo em alguns locais de trabalho.

Na pauta, foram incluídas questões pós-campanha salarial, como as retaliações que estão sendo praticadas contra os funcionários que aderiram ao movimento grevista, em especial na compensação dos dias parados. “Os gerentes do BB são assediadores e precisam entender que a compensação deve ocorrer de acordo com a disponibilidade do funcionário e da necessidade de serviço”, esclarece Ana Smolka, representante do Paraná na Comissão de Empregados do BB.

Bancários das centrais de atendimentos de Curitiba e região e de agências do Estado reclamaram de abusos por parte dos gestores de algumas unidades do banco. “Nós esperamos que a reunião tenha reflexos positivos e que os gestores responsáveis pelos abusos sejam cobrados pelos superintendentes”, destaca Otávio Dias, presidente do Sindicato.

Também participaram da reunião Elias Jordão, presidente da FETEC-CUT-PR; Luís Marcelo Legnani, representante suplente da Comissão de Empregados do BB; Neil Emídio Junior, representante da regional PACTU (que engloba os Sindicatos de Bancários de Campo Mourão, Guarapuava, Paranavaí, Toledo e Umuarama) e André Luiz Ruas, representante da regional Vida Bancária (Sindicatos de Apucarana, Arapoti, Cornélio Procópio e Londrina).

Por: Paula Padilha.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.bancariosdecuritiba.org.br.

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BANCO DO BRASIL
Sindicatos do Paraná reúnem-se com a Superintendência Estadual

Os Sindicatos do VIDA BANCÁRIA (Apucarana, Arapoti, Cornélio Procópio e Londrina), representados pelo diretor do Sindicato de Londrina, André Ruas, do PACTU (Paranavaí, Assis Chateubriand, Campo Mourão, Toledo, Umuarama e Guarapuava) e de Curitiba, além da Fetec-PR, estiveram reunidos no dia 9 de novembro com a Superintendência Estadual de Varejo, em Curitiba, representada na ocasião pelo Gerente de Administração, Carlos Roberto Segatto, para discutir uma série de questões envolvendo as dependências do Estado.

O comportamento de alguns gestores do banco durante a Greve deste ano foi um dos principais pontos discutidos pelos Sindicatos. Houve o caso de uma agência de Londrina em que foi aberta a porta nos fundos da agência para que os funcionários entrassem durante a Greve, fragilizando a segurança e expondo funcionários, vigilantes e clientes ao perigo.

Em outra agência, na base de Cornélio Procópio, o gerente agiu de forma antiética ao aproveitar o período de Greve para convencer clientes de outros bancos a abrirem conta no Banco do Brasil, alegando que o BB daquela cidade nunca faz Greve. Foi uma atitude que causou grande mal-estar na cidade.

Reiterou-se a denúncia sobre a postura de gestora substituta na base do Sindicato de Arapoti, que teria se excedido e praticado assédio moral na ânsia de barrar a Greve. Estas ações, de acordo com a Superintendência, serão investigadas. “Esperamos agora que o banco apure os fatos ocorridos e tome as providências que julgar cabíveis,” ressalta André Ruas.

Também esteve em pauta na reunião o comportamento de alguns administradores no período Pós-Greve, mais notadamente na forma de cobrar dos funcionários a reposição das horas paradas. Há gestores obrigando funcionários a ficar nas agências independentemente de ter serviço ou não, além de não levar em conta a especificidade de cada caso, como, por exemplo, funcionários que trabalham em uma cidade e residem em outra e que dependem de transporte coletivo, de carona para irem embora, ou então que fazem faculdade à noite e que têm chegado atrasados diariamente. “A impressão que fica é a de que alguns gestores estão punindo os funcionários que aderiram à Greve, sem levar em conta que todos se beneficiaram das conquistas decorrentes do movimento. Não é justo que estes funcionários, que lutaram para que a categoria tivesse mais conquistas, sofram retaliações,” avalia André. De acordo com a Superintendência, os gerentes foram instruídos pelo banco a agirem com “bom-senso” na compensação das horas, analisando cada caso, e que os excessos cometidos serão analisados pontualmente.

A melhoria na estrutura precária de algumas agências também foi cobrada. Há problemas notórios, como a instalação inadequada de alguns pontos de atendimento, especificamente nas cidades de Nova Fátima, Congonhinhas e Pinhalão. Também ocorre a falta de espaço em outras agências para alocar os funcionários recém-contratados na implantação do BB 2.0 e devido ao aumento do número de clientes nos últimos tempos. Segundo a Superintendência, há um número grande de agências a serem realocadas e outras novas que serão instaladas em diversas localidades do Estado, o que deverá amenizar estes problemas. “Esperamos que essas mudanças sejam realmente implementadas em um ritmo acelerado, pois há muito sofrimento e reclamações por parte dos funcionários que têm que trabalhar em ambientes insalubres e em condições sub-humanas,” frisa André.

De acordo com ele, os problemas verificados nos sistemas de ar condicionado das dependências estão se tornando crônicos no Banco do Brasil. Há agências onde o ar condicionado não funciona há mais de 50 dias. Em nossa Região, temos problemas sérios nas agências de Arapongas e de Ibiporã, além de outras. A Superintendência Estadual já está ciente de cada caso e afirmou que existe uma expectativa de conclusão rápida dos reparos. Para tanto, uma empresa terceirizada já está em fase final de contratação, devendo fazer a manutenção preventiva dos sistemas de ar condicionado.

“Foi importante esta reunião e esperamos que dela surjam soluções para os problemas relatados pelos Sindicatos,” conclui André Ruas.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.vidabancaria.com.br.

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