Saldo dos primeiros quatro meses deste ano atinge 962 mil postos de trabalho e supera o total de oito anos do governo FHC
São Paulo – O Brasil criou 305.068 empregos com carteira assinada em abril, o maior resultado para o mês e o segundo maior de toda a série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), segundo dados divulgados nesta segunda-feira (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O número, resultado do saldo entre admissões e demissões formais no mês passado, equivale a um crescimento de 0,91% sobre o estoque de empregos. Com isso, o saldo no Caged em 2010 sobe para 962.327 (alta de 2,92%), próximo do saldo de todo o ano de 2009 (995.110) e acima do total de vagas criadas nos dois mandatos do governo FHC (796.967). Todos os saldos mensais deste ano foram recordes. O saldo dos dois mandatos do governo Lula se aproxima de 9,7 milhões.
Das mais de 305 mil vagas criadas em abril, 96.583 foram abertas no setor de serviços (crescimento de 0,72%), 83.059 na indústria de transformação (1,09%), 40.725 no comércio (0,55%), 38.951 na agropecuária (2,62%, a maior alta percentual) e 38.418 na construção civil (1,60%).
Já no acumulado do ano, 346.474 empregos com registro vieram do setor de serviços (aumento de 2,63%), 287.443 da indústria (3,87%), 166.112 da construção civil (7,34%, maior alta percentual), 74.039 do comércio (1%) e 57.436 da agropecuária (3,93%).
Em 12 meses, o saldo do emprego formal chega a quase 2 milhões (1.908.983), crescimento de 5,94%.
O recorde do Caged ainda é de junho de 2008 (309.442). Antes deste ano, o melhor resultado para abril era de 2007 (301.991), até então também o segundo melhor resultado da série histórica.
O ministro Carlos Lupi prevê criação de até 2,5 milhões de empregos este ano.
Por: Vitor Nuzzi, Rede Brasil Atual. Publicado em 17/05/2010, 15:41.
Última atualização às 15:41.
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Lupi reafirma previsão de recorde do emprego formal em 2010
Ministro fala em criação de 2,5 milhões de vagas com carteira assinada este ano; em maio, ele espera pelo menos 240 mil novos postos de trabalho
São Paulo – O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, reafirmou a previsão de que este ano o país criará 2,5 milhões de empregos com carteira assinada, o que representaria novo recorde do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O atual recorde, de 2007, é de 1,617 milhão. Desde 2003, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, incluindo não só o Caged, 12,7 milhões de pessoas entraram para o mercado formal, aumentando o total para 41,4 milhões de trabalhadores.
“Ainda não estamos naquela escalada que muitos imaginam ser o pico. Ainda temos muito crescer, porque a capacidade de produção está em torno de 82%, índice igual ao de 2007. Houve muita contenção ano passado, e todo este acumulado está sendo reposto agora. Aliado a isso temos o crescimento natural, que já vinha sendo observado antes da crise econômica mundial”, afirmou Lupi, ao divulgar os números do Caged em abril, cujo saldo foi de 305.068 vagas, melhor resultado para o mês e o segundo maior em toda a série histórica do Caged. Para maio, o ministro prevê a criação de 240 mil a 280 mil empregos formais.
Ele descartou qualquer relação entre inflação e crescimento do emprego. “Só há inflação se não houver produto, como diz a lei da oferta e procura. Neste momento os empresários estão contratando, e se estão contratando é porque estão aumentando a produção, e se estão aumentando a produção é porque a oferta está crescendo junto com a demanda. Sendo assim, não há porque inflacionar os preços. E, de mais a mais, os consumidores brasileiros estão conscientes na hora de gastar seu dinheiro, não vão aceitar aumentos de preços, vai substituir produtos. E os empresários sabem disso.”
De acordo com o Caged, os setores que mais criaram empregos em abril foram serviços (96.583), indústria (83.059), comércio (40.725), agricultura (38.951) e construção civil (38.418). Segundo o ministério, 13 dos 25 subsetores da economia registraram recordes. Das 27 unidades da federação, 24 tiveram crescimento no emprego formal, com recorde em metade desses locais.
Por: Vitor Nuzzi, Rede Brasil Atual. Publicado em 17/05/2010, 18:07.
Última atualização às 18:07.
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Recorde sobre recorde
Em 4 meses, geração de empregos no Brasil alcança patamar registrado em todo o ano passado. Com os 305.068 novos postos de trabalho gerados em abril, soma em 2010 chega a 962.327 novos empregos. Resultado é recorde para o mês e segundo maior da história
Brasília, 17/05/2010 – Em abril deste ano foram gerados no Brasil 305.068 novos postos de trabalho, recorde para o mês, recorde para o 1º quadrimestre e segunda melhor marca já registrada levando-se em conta todos os meses, somente atrás de junho de 2008 (309.442). Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego foram divulgados nesta terça-feira pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
Somente em 2010, 962.327 trabalhadores brasileiros conseguiram emprego com carteira assinada, patamar semelhante ao alcançado em todo o ano de 2009. Nos últimos 12 meses, o incremento total de empregos foi de 1.908.983 postos de trabalho, elevação de 5,9%. Desde 2003, 12,7 milhões de pessoas entraram para o mercado formal de trabalho no país, recorde histórico. Com o resultado, o Brasil chega à marca de 41,4 milhões de brasileiros com emprego formal e direitos trabalhistas garantidos.
“Com base nos dados até agora, passo a prever que o Brasil vai gerar 2,5 milhões de novos empregos em 2010, ante aos 2 milhões previstos no início do ano. Ainda não estamos naquela escalada que muitos imaginam ser o pico. Ainda temos muito crescer, porque a capacidade de produção está em torno de 82%, índice igual ao de 2007. Houve muita contenção ano passado, e todo este acumulado está sendo reposto agora. Aliado a isso temos o crescimento natural, que já vinha sendo observado antes da crise econômica mundial”, avalia o ministro Lupi, que prevê para maio geração entre 240 e 280 mil novos postos de trabalho.
Ao falar sobre a relação entre o crescimento da geração de empregos e o crescimento econômico do país, Lupi afirmou que nenhum empresário contrata se não houver necessidade de produzir, e descartou a possibilidade de alguma inflação ser gerada pelo crescimento do emprego.
“Só há inflação se não houver produto, como diz a lei da oferta e procura. Neste momento os empresários estão contratando, e se estão contratando é porque estão aumentando a produção, e se estão aumentando a produção é porque a oferta está crescendo junto com a demanda. Sendo assim, não há porque inflacionar os preços. E, de mais a mais, os consumidores brasileiros estão conscientes na hora de gastar seu dinheiro, não vão aceitar aumentos de preços, vai substituir produtos. E os empresários sabem disso”, comentou Lupi.
Os setores que mais geraram empregos no mês foram Serviços (96.583), Indústria de Transformação (83.059), Comércio (40.725), Agricultura (38.951) e Construção Civil (38.418). Dos 25 subsetores da economia, 13 registraram recordes. As safras de cana-de-açúcar e café no Sudeste e os investimentos públicos em infraestrutura em todo o Brasil promoveram resultados recordes para Agricultura e Construção Civil.
Todas as regiões obtiveram expansão no emprego, com saldos recordes para Sul (53.363) e Centro-Oeste (31.498). Vinte e quatro estados apresentaram elevação no emprego formal celetista, com 12 deles registrando saldos recordes.
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Sul e Centro-Oeste batem recorde na geração de emprego em abril
Regiões criaram 53.363 e 31.498 novos postos de trabalho no último mês, respectivamente. Norte e Nordeste tiveram segundo melhor saldo para o mês
Brasília, 17/05/2010 – As regiões Sul e Centro-Oeste registraram o melhor resultado da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para o mês de abril, com a geração de 53.363 e 31.498 novas vagas, respectivamente. No mês de abril foram criadas 305.068 postos de trabalho, recorde para o mês e segundo melhor resultado entre todos os meses da série histórica do Caged. Os números foram divulgados pelo Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, nesta segunda-feira (17).
O bom desempenho da região Sul se deve, principalmente, aos resultados dos setores de Serviços (12.322 postos), Indústria da Transformação (22.789 postos) e Comércio (3.090 postos). No Centro-Oeste os destaques foram os setores da Indústria de Transformação (13.028 postos), Serviços (8.562 postos) e Construção Civil (4.176 postos).
O Nordeste e o Norte tiveram o segundo melhor desempenho na série histórica do Caged, com a geração de 20.938 e 9.814 postos de trabalho, respectivamente. Os setores que foram destaque na região Nordeste foram Serviços (11.455 postos), Construção Civil (10.243 postos) e Comércio (3.866). Já na região Norte a resultado foi puxado pelos setores de Serviços (3.272 postos), Construção Civil (2.550 postos) e Indústria da Transformação (1.975 postos).
A região Sudeste continua liderando a geração de empregos, com a abertura de 189.455 novas vagas, uma elevação de 1,03% no estoque de trabalhadores da região. O resultado é o terceiro melhor saldo da série histórica do Caged.
Quadrimestre – Nos quatro primeiros meses do ano foram gerados 962.327 postos de trabalho, resultado recorde para o período na série histórica do Caged. Entre as regiões, o Sudeste lidera o ranking de geração de empregos, com a criação de 580.688 novos postos de trabalho. A região é seguida pelo Sul, com 213.448 novas vagas e Centro-Oeste, com 102.040. O Nordeste abriu 36.149 vagas nesse período e o Norte 36.149.
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Geração de emprego nas regiões metropolitanas tem saldo recorde
Em abril, destaque fica para São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. O saldo de empregos gerados em São Paulo teve variação positiva de 0,73%, totalizando 42.850 postos
Brasília, 17/05/2010 – No mês de abril, o conjunto das nove regiões metropolitanas do país foi responsável pela abertura de 94.168 empregos, equivalente ao crescimento de 0,67%, e saldo recorde para o mês, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Mas foi no interior dessas regiões onde ocorreu o maior número de contratações: segundo o levantamento, foram 146.904 postos de trabalho (+1,20%) no mês.
Entre os estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, a região metropolitana de São Paulo foi a que mais se sobressaiu, com a criação de 42.850 postos. Outras regiões que também mereceram destaque são as de Porto Alegre, com 9.823 postos e alta de 0,97%; Curitiba, com 7.416 e expansão de 0,81% e Fortaleza, com 6.973 vagas e alta de 0,99%.
Os interiores de São Paulo e Belo Horizonte também apresentaram bom desempenho, ao responderem pelos aumentos de 76.994 postos e 35.116 empregos, respectivamente.
Caged – Em abril deste ano foram gerados no Brasil 305.068 novos postos de trabalho, recorde para o mês, recorde para o 1º quadrimestre e segunda melhor marca já registrada levando-se em conta todos os meses.
Somente em 2010, 962.327 trabalhadores brasileiros conseguiram emprego com carteira assinada, patamar semelhante ao alcançado em todo o ano de 2009. Nos últimos 12 meses, o incremento total de empregos foi de 1.908.983 postos de trabalho, elevação de 5,9%. Desde 2003, 12,7 milhões de pessoas entraram para o mercado formal de trabalho no país, recorde histórico. Com o resultado, o Brasil chega à marca de 41,4 milhões de brasileiros com emprego formal e direitos trabalhistas garantidos.
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Paraná gera 20,5 mil empregos formais em abril, alta de 159% – 17/05/2010 17:36
O Paraná registrou a geração de 20.593 empregos formais em abril de 2010. O resultado é 159% maior que o verificado no mesmo mês do ano passado: 7.937 contratos com carteira assinada. O desempenho do Paraná no mês foi o melhor da região Sul. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Com o resultado de abril, o Paraná fechou o quadrimestre com 71.411 novos postos de trabalho, segundo melhor resultado de toda a série histórica do levantamento. O maior ocorreu nos primeiros quatro meses de 2008 (78.479 empregos). Comparado com o primeiro quadrimestre do ano passado (22.865), o crescimento foi de 212%. Nos últimos 12 meses, a elevação ficou em 5,46%.
Na avaliação do secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Tércio Albuquerque, o Paraná deve se manter em 2010 entre os líderes nacionais na geração de empregos. “As políticas do Paraná de isenção e redução de impostos, que trocam ICMS por emprego, e o maior salário mínimo regional do País ajudam o Estado a se tornar, em determinados meses, o maior gerador de empregos proporcionalmente à população”, destaca.
SETORES – A indústria foi o setor que apresentou maior número de contratações em abril (8.083). O subsetor industrial madeireiro e imobiliário foi responsável por 1.003 novos empregos. O vestuário foi outro destaque: 996 postos de trabalho.
Em segundo lugar aparece o setor de serviços, com 5.745 trabalhadores colocados no mercado. Destes, 1.528 nas atividades de alojamento e manutenção, 1.360 nos subsetores de transporte e comunicação, e 1.288 na administração de imóveis.
O comércio gerou 3.502 novos empregos no mês. Já a construção civil, ofertou 2.118 novas oportunidades de trabalho. A agropecuária contratou 951 pessoas, seguida pelos setores de serviços de utilidade pública (87), extrativa mineral (79) e administração pública (28).
INTERIOR – Os dados do Ministério do Trabalho mostram que as cidades do interior do Estado foram responsáveis por 64% de todos os empregos gerados em abril no Paraná: 13.177 postos de trabalho. Os 26 municípios que compõem a Região Metropolitana de Curitiba geraram 7.416 mil empregos com carteira assinada.
Com o resultado de março, sobe para 2,272 milhões de trabalhadores do Paraná com registro forma. Destes, 717.547 conquistaram emprego a partir de 2003, início do governo de Roberto Requião e Orlando Pessuti. Para se ter uma dimensão dos números, nos oito anos do governo anterior, o saldo foi de 37.882 empregos.
BOX – DADOS COMPARATIVOS
Geração de empregos no Paraná, por ano
1995: -25.327
1996: -32.805
1997: 7.463
1998: -35.657
1999: -16.549
2000: 28.143
2001: 53.857
2002: 58.857
Saldo do período: 37.882 empregos
2003: 62.370
2004: 122.648
2005: 72.374
2006: 86.396
2007: 122.361
2008: 110.903
2009: 69.084
2010: 71.411 (até abril)
Saldo do período: 717.547 empregos
*Fonte: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Ministério do Trabalho e Emprego.
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